VIOLÊNCIA SE ESPALHA NAS PRAIAS DO CABO
Povoação e explosão econômica da região provocam mazelas comuns nas cidades grandes
Do Jornal do Comércio
Bruno Albertim
De um lado, a Reserva do Paiva, um eldorado litorâneo onde o aluguel de uma casa de cinco quartos, 800 metros quadrados, pode custar R$ 30 mil por mês. Na outra extremidade, o Complexo Industrial Portuário de Suape, símbolo da decantada redenção econômica que pode, numa perspectiva cheia do otimismo provocado pelo assunto, tornar o PIB pernambucano equivalente ao de todo o Nordeste em duas décadas. Entre o luxo e o porto, há um conjunto de praias onde quintais viram cortiços, invasões ocupam matas, favelização e águas cristalinas são tão comuns como a violência típica dos subúrbios do Recife. Assaltos e homicídios constantes como coqueiros. Agora, no Cabo de Santo Agostinho, o terror tem vista para o mar.
“Nunca mais volto numa destas praias”, diz o montador Marcelo Alexandre da Silva, 40 anos. No dia 23 de outubro, o funcionário da Odebrecht foi encontrado semimorto, depois de ter a casa assaltada em Enseada dos Corais. Milagrosamente, recupera-se de um traumatismo que deixou a cobertura do crânio frágil como a de um recém-nascido. “O médico disse que se um caju cair na minha cabeça, morro”, comenta. “Ali, não tem uma semana sem homicídios. Não deixo amigo ou parente passear naquela região.” Marcelo havia se mudado para o litoral porque, além de estar perto do trabalho em Suape, pensava em recuperar a qualidade de vida que o Recife violento e engarrafado não permitia. Uma ilusão litorânea.
Enquanto Suape não faz o PIB de Pernambuco pular dos atuais R$ 80 bilhões para R$ 400 bilhões e um Plano Diretor para a zona de influência do complexo não passa de uma série de projetos em rascunho, sobram mazelas sociais nunca vistas desde que o porto surgiu há 33 anos. “Isso aqui parece o paraíso. Mas é o inferno disfarçado”, compara o alemão Gerard Sattelmayer, 56, com residência provisória em Gaibu. Mora na praia enquanto trabalha num sistema de engenharia industrial no Centro do Cabo. Ele já viu dois tiroteios diante das piscinas naturais que emolduram a janela de sua suíte. “Só saio do hotel para o trabalho”, afirma o engenheiro. “Vi um homem matar duas pessoas na praia e sair andando.”
Longe de ser privilégio de um gringo facilmente identificável para bandidos em busca de desavisados, a violência é rotina da gente bronzeada que se confunde com a paisagem. “A Ponte do Paiva, infelizmente, não trouxe só o progresso”, diz o comerciante Eduardo de Carvalho, 42. Morador de Itapuama, ele foi viver no balneário, há 18 anos, em busca de sossego. “Agora, ninguém tem coragem de ficar na rua à noite.” Com o sereno, o silêncio é total na vila. Luzes acesas indicam moradores trancados em casas. O medo alterou os hábitos locais. “Ninguém daqui vai à praia aos domingos. Vez ou outra, há tiroteios.”
A violência não é apenas uma ameaça à vida do comerciante. Virou história concreta. No começo do ano, um homem foi morto na loja que alugara no térreo de sua residência. “Meu inquilino sofreu dois assaltos em menos de 15 dias no restaurante que montou. No último, o noivo de uma funcionária foi assassinado.”
É notória a diferença entre as praias vizinhas do Paiva e de Itapuama. Nos 8,5 quilômetros do Paiva onde, segundo o slogan, “Um estilo de vida único espera por você e sua família no primeiro bairro 100% planejado de Pernambuco”, seguranças e câmeras discretas mal atrapalham o canto dos pássaros. Nas outras praias, puxadinhos e casebres encastelam-se uns sobre os outros. Esgotos correm na rua. E, mais que isso, sobra gente. Muita. E de sotaques variados. São pelo menos 47 mil homens envolvidos nos três maiores equipamentos econômicos do complexo.
Nos bastidores, comenta-se que, para cumprir as metas ousadas, Suape saiu contratando desesperadamente peões de fora do Estado. Sem critérios. “Todo mundo aqui sabe que os canteiros estão cheios de bandidos com documento falso. À boca miúda, sempre um comenta que outro tem um, dois homicídios nas costas”, diz, em reserva, um funcionário do estaleiro.
As ocorrências se multiplicam como ondas. Há três meses, a fotógrafa Luciana Ourique foi amarrada numa árvore com mais três amigos por assaltantes. Abordados depois de passar o dia na paradisíaca Calhetas, teve o carro roubado. “Eu ia duas vezes por mês com meus filhos. Nunca mais volto àquela praia. É muito triste.”
E não é de agora. Há mais de um ano, a arquiteta Vera Pires foi feita refém com mais 12 argentinos hospedados em sua casa, em Enseada dos Corais. “Os bandidos eram de fora.” Enquanto forasteiros invadem o litoral, veranistas evitam suas casas. “Quem tem casa por lá, vai pouco, e com medo”. Onde antes havia muros baixos e gramados, surgem grades e cercas elétricas. Saem cabanas e terraços. Chegam muralhas à beira-mar.
Estudioso do assunto, o cientista político José Maria Nóbrega diz que houve redução de homicídios no Cabo, nos últimos três anos. “De 2008 a 2010, o número de assassinatos caiu de 169 assassinatos para 126.” Mas ele pondera: “Isso não quer dizer que não tenha havido aumento localizado de ocorrências”, diz, lembrando de um movimento clássico da criminalidade. “Se há aumento específico de riqueza numa área, há também um aumento da bandidagem atrás de oportunidades criminosas. O crescimento econômico de um Estado, dada a fragilidade de seus aparatos coercitivos, aumenta sim a violência”, analisa o autor de Homicídios no Nordeste Brasileiro, a ser lançado pela Universidade Federal de Campina Grande.
Segundo dados oficiais da Secretaria de Defesa Social, apesar de ter havido uma redução significativa de 26,2% no número de homicídios, entre 2008 e 2009, o Cabo de Santo Agostinho teve um ligeiro aumento (1,1%), na quantidade de assassinatos no biênio seguinte. Também sob a influência de Suape, Ipojuca teve redução de 16,1%. “Como o Cabo abriga maior parte dessa nova população, as ocorrências criminais tendem a se concentrar ali”, reconhece o titular da Defesa Social, Wilson Damázio. O secretário anuncia que, diante do quadro, dois grandes centros integrados de segurança serão implantados no próximo ano no Cabo. Um deles no complexo industrial.
COMENTÁRIO DO AUTOR DESTE BLOG:- Alberto Figueiredo
E ainda aparecem gênios das lâmpadas apagadas que querem dividir o ICMS gerado por SUAPE entre todos os municípios, continuo dizendo, pode até ser daqui a dez anos quando Cabo e Ipojuca tiverem se adaptado e se estruturado corretamente, as duas serão as primeiras vítimas do crescimento desordenado. Muito pelo contrário, os governos federal e estadual deveriam investir para que esta estruturação fosse feita o mais rápido possível. Isso é quase impossível devido a período. Estamos a um ano de eleições municipais e muito das verbas que porventura aqui cheguem, serão desviadas para campanhas políticas. A PMPE que faz o policiamento preventivo já deveria ter triplicado de efetivo, obras importantes ficam paradas levando os contribuintes à loucura (Estrada de Curcurana).Pontezinha quase duplicou o número de habitantes, ainda não tem uma delegacia ou policiais de moto ou bicicleta patrulhando ás ruas diuturnamente, a droga toma conta de tudo, crianças se vêm atraídas pelo dinheiro fácil quer delas ou da prostituição, bares abrem às portas dos colégios.
D e de quantos homens dispõe a PMPE (18° batalhão) para manter a ordem em todo o município, podem mandar o mais competente na área de segurança, de mãos atadas pela falta de recursos, ninguém conseguira nada, já devemos dar graças a Deus por termos um comando atuante e com pés no chão. Mais isso não basta ou antes, muito antes de atingirmos 200 bilhões metade do Cabo e Ipojuca terá virado praça de guerra, cidadãos morrendo às portas dos postos de saúde, crianças sem escolas e desastres provocados por falta de estrutura rodoviária e mais favelas em quase todas as áreas do município
Sabem porque é tamanha minha indignação?
DE ONDE SAIU ESTA FOTOMONTAGEM?
NOTEM A ESTRADA DE CURCURANA VEM DA PRAIA À BR101 SEM CURVAS E COM SAIDAS LARGAS.
NOTEM NÃO É COISA NOVA

EU NÃO INVENTEI ISSO
ENTÃO! PORQUER TRABALHADORES, MOTORISTA, PEDRESTRES, MORADORES OU NÃO DOS LOCAIS CORTADOS PELA ESTRADA DE CURCURANA SOFREM DIARIAMENTE COM ENGARRAFAMENTOS E RISCOS DE VIDA?






![Mangabeira Unger [.] e Professor na Harvard University de Rockfeller](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoAe2kKaK8Mg3a8PAcCEf03ZxXzByL9Zc7-h7-zSxb8L9xS_6yJ7AqGLxp1tB7PlGYnMX48Vahd5IxR3gwi-WlTr0_PMUuhysBIWnQeUw-1OxFdd-snheVLhWTW53EvStz1UQheF0XDkk/s1600/Mangaba+e+Lula.jpg)

O Brasil, que detém 98% das reservas mundiais de nióbio, sofre um rombo anual de US$ 100 bilhões de dólares com a negociação do minério para o exterior. O mineral é vendido a preços subfaturados no Brasil, mas, na Bolsa de Londres, seu preço é superfaturado pelos donos do pedaço, que são os banqueiros Rothschild – os famosos controladores da economia mundial, há mais de três séculos. dossiê, o "Fio da Meada" pelo advogado Antônio Ribas Paiva presidente da União Nacionalista Democrática (UND)
A inconfidência é de um dos presidentes do grupo Moreira Salles, que comanda o Unibanco: Em uma manobra de US$ 4 bilhões, Fernando Salles (atual presidente da CBMM) comprou, em um único dia, todas as ações da empresa inclusive as que foram anteriormente compradas pelos chineses através daquele lance entre a Enocal e a Molycorp, que antes detinha 50% das ações. Agora, Fernando se tornou o proprietário efetivo de 100% do patrimônio da CBMM, que agora está divulgando na cidade de Araxá o cínico slogan "100% brasileira". Todas os direitos de exploração do valioso NIÓBIO e seus derivados agora passam a ser de uma única pessoa. Os norte-americanos dependem tecnologicamente do nióbio para aplicações táticas e estratégicas de alta tecnologia, papel no qual a CBMM é principal fornecedora. Em Araxá, terra da lendária Dona Beija, vem rolando uma conversinha mineira de que o empresário Fernando Salles está patrocinando o PT no poder. O todo poderoso da CBMM perpetuar o domínio desse partido pelas próximas décadas, enquanto ele acumula riquezas nababescas. Não há dúvida de que o “homem do nióbio” é uma das peças chaves da campanha de Lula e de suas articulações com os chamados “controladores” da economia mundial. ALERTA TOTAL Por Jorge Serrão, Terça-feira, Julho 11, 2006
Em 1964, por razões pessoais, o presidente Costa e Silva decidiu cassar o embaixador (boa visão) e perguntou a opinião do então ministro Delfim Netto (justo para quem!). A resposta de Delfim!: “Teremos apenas problemas com toda a imprensa internacional, com os banqueiros estrangeiros e com os governos dos Estados Unidos e da França.” Costa e Silva (morte misteriosa!) desistiu da idéia. Naquele momento, o presidente linha-dura descobria o que muitos já sabiam: o embaixador estava acima do bem e do mal. Moreira Salles construiu em torno de si uma reputação de integridade inabalável. No mundo dos negócios, era um cavalheiro cuja palavra era uma só. Quem negociava com ele dormia tranqüilo. Jamais seria passado para trás. Na década de 60, foi sócio de Nelson Rockefeller nas incursões do bilionário americano pelo mundo dos negócios no País. A principal delas foi a criação do fundo Crescinco, que pavimentou a estrada para o desenvolvimento do mercado brasileiro de capitais. O Brasil entrava na roda financeira internacional pela porta da frente. Eu digo: A partir desse momento, o Brasil entrou na sua desnacionalização, passando a ser o quintal dos Estados Unidos.
Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio “ e ainda “O Ministro José Dirceu estava negociando com o banco BMG, uma Mina de Nióbio na Amazônia”. E ninguém teve coragem de investigar... ou, estarão todos ganhando com essa traição ao Brasil? (Otavio Marighella Filho, em 17/02/09);
O Brasil está de fato abastecendo todos os países do mundo , com um mineral que praticamente só existe aqui e as vendas desse mineral é comandado pelas bolsas de valores dos EUA e Londres. - Existe cerca de 1.000 pessoas no Brasil, com salário pago pelos controladores do nióbio, para perturbar e lançar conflitos em quem esteja desejando que os nossos governantes passem a ser soberanos e acabar com a farra do nióbio. Esse papo de pesquiza etc. e tal , é papo para enrolar e causar discórdia na luta a favor do NIÓBIO É NOSSO. - DECRETO Nº 41829, DE 10 DE JULHO DE 1957. Autoriza 'dema' - Distribuidora e Exportadora de Minerios e Adubos Ltda. a Pesquisar Niobio e Associados No Municipio de Araxa, Estado de MG que mais tarde passou a ser CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) - CBMM, associada a multinacional MOLYCORP do grupo Rockfeller, que vendem internacionalmente o nióbio a um preço abaixo do custo. - Collor criou em Roraima a área destinada aos indígenas Yanomâmis Portaria 580 de 15 de novembro/1991 o então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, a despeito das opiniões do Conselho de Segurança Nacional, dos Ministros Militares e dos Governos da Região Amazônica. - A maioria dos ministros do STF foram favorável à demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, defendida pelo governo federal, e não segmentada em ilhas, como queria o governo de Roraima/Amazônas.
MAIOR RESERVA DE NIÓBIO DO PLANETA – MORRO DOS SEIS LAGOS (São Gabriel da Cachoeira na Cabeça do cachorro, norte da Amazônia)
Pelas nossas reservas de minérios estratégicos (Nióbio, Urânio, Terras Raras, etc).o Ministro Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, considerando análises, bloqueou a "privatização" das Reservas de Nióbio de São Gabriel da Cachoeira (AM), avaliadas em 1 trilhão de dólares, (que Fernando Henrique Cardoso queria "doar" por R$ 600.000,00) e, garantiu militarmente esse patrimônio, transferindo a nossa Brigada Militar de Niterói para São Gabriel da Cachoeira.
O General Luiz Gonzaga Schroeder, ex-Comandante Militar da região, declarou que o STF ao julgar a questão da demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, "deve enxergar o futuro", pois um erro de decisão poderá comprometer a soberania nacional na faixa de fronteira, já que, com tal aprovação, fica vedado o acesso das forças armadas, produtores rurais e não-índios ou não-descendentes em suas reservas, a menos que eles próprios consintam. E a história da faixa de 150 km não irá funcionar: o território será deles e lá só entrará quem eles quiserem. O Brasil perderá parte da soberania sobre a região, havendo o risco de que nações estrangeiras, com o disfarce de ONGs ambientalistas ou religiosas, passem a exercer o controle das reservas com a possibilidade de que essas reservas venham mais tarde a requerer a sua independência como nação, passando a constituir um país dentro de outro país, controlado por outro país, que não será o Brasil. Só a soma das 3 grandes reservas indígenas da região (Ianomâmi, Raposa Serra do Sol e São Marcos), correspondem a quase 20 milhões de hectares, sem contar com as outras 33 "reservas" espalhadas, somente em Roraima.
NO FINAL DE 1970, O GOVERNO MILITAR DO BRASIL REALIZOU UMA PESQUISA ABRANGENTE AÉREA DA REGIÃO, QUE AJUDARAM A CONFIRMAR A PRESENÇA DO ESCUDO DA GUIANA, UMA ENORME FORMAÇÃO DE DOIS BILIÃO ANOS DE IDADE GEOLÓGICA (DISCUTIDO PELO DISCOVERY COMO O ESCUDO BRASILEIRO EM SUA NI 43-101 TÉCNICA RELATÓRIO), QUE É HISTORICAMENTE CONHECIDO POR CONTER RECURSOS DE OURO PROLÍFICO. AMAZÔNIA GUIANA SHIELD É A OUTRA METADE DA GUIANA ÁFRICA DO SHIELD, QUE É RESPONSÁVEL PELA RIQUEZA DE OURO E PLATINA DA ÁFRICA DO SUL E OUTROS PAÍSES DA ÁFRICA SUB-SAARIANA. JIM O'NEILL, ECONOMISTA DA GOLDMAN SACHS, SUGERE O POTENCIAL ECONÔMICO DO BRASIL, RÚSSIA, ÍNDIA E CHINA É TAL QUE ELES PODEM TORNAR-SE ENTRE AS QUATRO ECONOMIAS MAIS DOMINANTE ATÉ O ANO DE 2050
Enfatizou-se, então, o "buraco" existente no espaço aéreo, por onde se escoavam os bens mais preciosos, e outros locais de "vazamentos" representados pelas passagens sensíveis existentes nos rios da região, com destaque para a verdadeira foz do rio Amazonas, então denominada "braço norte do rio", e para o rio Içá, por onde transitavam livremente embarcações colombianas. - Vinte anos já decorridos e a situação continua a mesma! Urge, portanto, que se acelerem as providências para impedir que os argumentos lançados por antigo responsável pela "CPRM", "antimilitarismo" e "anti-xenofobismo", sejam novamente usados para que se entregue, de mão beijada, os bens preciosos que o Criador resolveu colocar à disposição dos brasileiros, não para serem repassados aos estrangeiros, mas para que com eles seja edificado um país próspero e feliz, povoado por raça cósmica, modelo de civilização fraterna! ROBERTO GAMA e SILVA Contra-Almirante Reformado
Para essas instituições "religiosas", desprovidas de qualquer senso ético e de moralidade, quando o objetivo é o enriquecimento ilícito, e quando elas se colocam a serviço do capitalismo selvagem, tudo é válido. E, no caso do Brasil, julgam ser mais fácil ainda, porque consideram-nos "um povo de pouca cultura", comandado por um bando de "políticos idiotas, ávidos por votos" e que, por isso, não merece ter a soberania de uma região rica como a amazônica, que deve ser resguardada "para o desfrute das grandes civilizações européias" (sic). Pode? Nunca vi nada mais aviltante do que isto, partindo de instituições que se dizem "religiosas". É simplesmente revoltante. Quanto aos nossos políticos, diplomatas, governantes e ilustres ministros do STF, seria bom que se informassem melhor; aqueles, antes de de decidirem propor, aprovar ou não um projeto e estes, os supertogados, antes de julgarem e proferirem seus votos ou decisões. Um erro a mais nas questões amazônicas e ambientais, sabe-se lá que conseqüências desastrosas poderá trazer para o país. (Por IvoSGReis) ONGS:(Friends of the Earth); Fundação Mundial para a Natureza (Word Wide Fund for Nature—WWF); Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CI DA); Fundação Ford; Club 1001; Both Ends; Survival International; Conservation International; Fundação Interamericana (IAF); Fundação MacArthur; Fundação Rockefeller; Fundação W. Alton Jones; Instituto Summer de Lingüística (SIL); National Wildlife Federation — NWF The Nature Conservation —TNC; Grupo de Trabalho Europeu para a Amazônia; União Internacional para a Conservação da Natureza (UNIC) e o World Resource Institute — WRI.
Será? Agir como um Movimento dos Direitos Indígenas, para servir aos interesses de grupos étnicos europeus e para destruir o marxismo cultural/multiculturalismo: Os caciques indígenas de Roraima patrocinados por ONGs estrangeiras a as próprias ONGs – agentes das oligarquias internacionalistas – foram pagos a peso de ouro para exigir a demarcação de reservas indígenas e ambientais por todo o país, e agora especialmente da reserva Raposa da Serra do Sol em terras contínuas. Os índios, manipulados e de olho comprido na "grana preta", acham que vão poder vender energia do Complexo de Contigo para o próprio Brasil e ainda explorar as riquezas minerais (e biológicas) da região para vender aos brasileiros e aos estrangeiros (ledo engano) – tudo simples e roubado, assim, na mais petista cara-de-pau e em detrimento de toda a nação brasileira, que, ou mal ou bem, tem gasto muito dinheiro com a região, desde que o país se tornou independente de Portugal. A maioria dos ministros do STF foram favorável à demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, defendida pelo governo federal, e não segmentada em ilhas, como queria o governo de Roraima. Pergunto? aonde está o STF? e o que fez para proteger a Soberania Brasileira? NADA!.. será que concordarem com a demarcação foi atitude conivênte, ou omissão do Supremo Brasileiro que nos últimos anos na questão da Seguridade do Patrimônio Público Brasileiro, costuma virar a página em seus efeitos legais!!!
Entregaram a preços vis todo o manganês do Amapá, dominado depois (coincidência ou reincidência no crime financeiro?) por José Sarney. De 1956 a 1961. O primeiro embarque de minério ocorreu em 10 de janeiro de 1957 Quando se percebeu que o minério de alto teor começava a diminuir rapidamente em função do voraz ritmo de exploração, novos projetos adicionais foram realizados buscando o aproveitamento maior de minérios de baixo teor de manganês tais como: I - USINA DE PELOTIZAÇÃO - Este projeto permitiu a recuperação de minério de granulometria mais finos, não aceitáveis pelo mercado, mas que aglomerados, permitiram o aproveitamento deste finos de manganês, que até a implantação deste projeto, eram considerados como rejeitos; CAEMI 2.2 – O GRUPO CAEMI: do Quadrilátero Ferrífero ao Manganês do Amapá A Caemi (Cia Auxiliar de Empresas de mineração) O Governo federal criou o Território Federal do Amapá , em 1943, e em seguida autorizou a concessão da exploração do manganês na Serra do Navio, a partir de 1956, à Industria Comércio de Minérios S.A- ICOMI, associação do Grupo CAEMI (Companhia de Assistência a Empresas de Mineração) pertencente à Augusto Trajano Antunes,e da Bethlehem Steel (USA) Quando o projeto ICOMI de Eliezer Batista deixou o Amapá, deixou para trás um rastro de problemas ambientais, que vão do desmatamento da floresta nativa (seu plano de reflorestamento não atingiu sequer 30% do previsto), imensos depósitos de resíduos de manganes, contaminados por Arsênio, que provocou um grande pol6emica visto a possibiloidade de contaminação dos solos, rios e águas subterrâneas, mormente nos povoados contíguos às montanhas de depósitos depejadas próximo ao porto de Santana.