Por: Moura - Portal Cabo.
em para quem vai de carro ao shopping costa dourada nada disso percebe, pois o shopping foi construído para beneficiar os ricos e não ao pobres ou aqueles que não tem um automóvel para garantir sua segurança portanto é uma balela ouvir o Sr Airton Cardozo dizer que o shopping é para o povo do Cabo isto contradiz tudo que eu vi de frente ao shopping onde pessoas, usuário ou trabalhadores que se dirigem ao mesmo corre sérios risco na travessia da PE 60 onde ontem a noite ouve uma vitima de atropelamento, tudo passa despercebido para mídia local ou será que estão fazendo vista grossa, não o sei
Alberto Figueiredo disse em comentário:
abril 23, 2010 às 5:53 am
Eitá povinho prá reclamar, estamos construindo o futuro!
Pontos a ponderar!
Quais são as exigências para que se consiga uma licença de construção no Cabo?
Construçãozinha, terraço, sala, quarto, cozinha, banheiro?
Precisa ter plantas: Baixa, corte AB, elétrica, hidráulica tudo bonitinho, assinado por um engenheiro?
Não sei! Espero que alguém me informe.
Mais um rico, constrói. Constrói sem planta, usa todo tipo de material (creio que existam materiais apropriados para isso ou siderúrgicas não perderiam tempo fabricando ferro para construção com bitolas e resistências específicas).
Constrói da forma que quiser, avança sobre terreno, constrói sobre muro de outros,
provoca danos ao meio ambiente, põe em risco a segurança de empregados e comunidades.
CREA, se não estou enganado fiscaliza como a obra esta sendo feita e também tem que dar aprovação antes do início das obras. Coisas erradas materiais errados não são aceitos. “Assim deveria ser mais se o dono da obra for rico, aprova-se tudo até mesmo construir usando ferro velho prédios com três andares”
Não estou divagando, é verdade! Tenho exemplo! Vi o CREA interditar uma obra após protestos da comunidade, pouco tempo depois “papo prá lá e prá cá” apareceu um lindo adesivo: FISCALIZADO: CREA.
Fiscalização da prefeitura? Esta, nesses casos é cega e se ver, faz que não vê.
Pronta a obra, atendendo reclamações ou quando esta é uma agressão tão grande às leis que é inviável torná-la invisível, pois prejudica não apenas uns mais vários cidadãos aparecem as rigorosa fiscalizações. Tiram fotos, comentam sobre o que está errado, levam todos os dados para a central de fiscalização para estudo junto com os chefes, descobrem erros e agressões as leis inquestionáveis então se chegam ao ponto crucial: Quem é o dono? Ah! É o Dr. Fuinha amigo do Dr. Bostinha que é amigo do Vereador Fofa, ou do deputado Papel em Branco, aí o bicho pega, tudo pára e continua assim por anos até que um dia algo grave aconteça. Culpa de quem? Provavelmente dos cidadãos que viram uma construção errada e não impediram. Achar o Dr. Fuinha isso é tão difícil como ver a aplicação das leis e normas nos momentos certos.
As águas pluviais que correm por caminhos caprichosamente e cuidadosamente construídos pela prefeitura são canalizados para que o terreno do Dr., cresça. Águas de cinco ruas canalizadas para um tubo de 0,50,é concebível? Terá a vazão necessária para escoamento, tenho certeza que não, as águas invadirão (como já invadiram, derrubaram muros, causaram prejuízos) casa e locais que antes não sofriam com este problema, chamados os senhores aplicadores das leis vistos os erros, comprovados, voltam ao centro das decisões, e tudo se repete. Está errado, está tudo errado!
Chame o dono destas construções, isso não pode continuar assim. Quem é? O Dr. Fuinha? Convidem, se encontrarem, e conversem com ele, quem sabe as casas existentes não estariam nos locais errados invadindo o terreno do Dr. ou a prefeitura ao construir os canais para vazão das águas não viu que passava por dentro do terreno do Dr.?
Deixa prá lá, se os incomodados quiserem que entrem na justiça.
É o mesmo caso do Shopping Costa Dourada. Quando começar a morrer gente por atropelamento, (Claro! Gente descuidada que atravessa uma BR “de alta velocidade” sem olhar, estão pensando que aqueles carros e caminhões são de borracha, ou gentinha para reclamar, estamos construindo o futuro e ainda reclamam?).
O Shopping, o proprietário, os órgãos responsáveis por licenciar e fiscalizar a construção, não tem nada a ver com isso, esse povo é que não respeita as leis.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
De volta ao lixo digo, a USINA.
Oposição no Recife cobra que requerimento da CPI do
lixo entre em pauta nesta terça
Outra boa noticia contra a usina de lixo no Cabo
Isto mostra a Gravidade ambiental que este tipo de Usina pode acarretar para o Cabo veja na matéria abaixo que a Vereadora Aline Mariano (PSDB) do Recife pede votação nominal dos vereadores quanto à instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do lixo. Aline quer saber o que pensam os pares da Casa acerca dos contratos para a manutenção, limpeza urbana e tratamento do lixo no Recife.
Ainda bem que não estamos sozinhos nesta luta.
O requerimento será apresentado aos parlamentares na tarde desta terça-feira (20 de abril). Se aprovada, a comissão será composta por cinco membros, assegurada a proporcionalidade partidária, com o prazo de duração estabelecida no artigo 244 do Regimento Interno. A votação é de maioria simples e o presidente da Câmara só vota em caso de empate.
A ideia da CPI é apurar as seguintes questões relativas ao lixo: a coleta, o tratamento (que é o Recife Energia) e os aterros (destinação do lixo). “Passamos quase um ano aqui questionando os contratos com as empresas interessadas no serviço. Não entendemos a demora nessa licitação. O próprio Tribunal de Contas do Estado (TCE) já fez recomendações que não foram acatadas pela PCR, a exemplo, dividir em mais lotes o valor do contrato e diminuir o valor da despesa. Mas a prefeitura insiste em manter os mesmos critérios. Quer apenas duas empresas prestando o serviço da coleta, adiando a licitação e deixando de fora empresas que gostariam de participar da seleção”, denuncia Aline.
A empresa Andrade Guedes é responsável pelo lote 1, que é de 30%. Já a Vital Engenharia Ambiental tem o 2 lote, ou seja, 80% . Ambas trabalham através de contratos temporários – o que causa instabilidade contratual e de prestação de serviço -, já que o processo licitatório está suspenso por determinação judicial. A primeira empresa recebe, em média, R$ 6,1 milhões para executar o serviço. Já a segunda, R$ 2,1 milhões mensais.
Além disso, existe um valor milionário que vem sendo gasto com dois aterros sanitários privados: Candeias, em Jaboatão dos Guararapes, e o CTR, em Igarassu. O valor do investimento com os dois é de pelo menos RS 8,9 milhões. O polêmico contrato para o Recife Energia vai dispensar recursos da ordem de R$ 308 milhões, em área de preservação ambiental.
Em maio do ano passado Aline propôs a CPI do lixo. Á época, chegou a ter 11 assinaturas, das 13 necessárias para a aprovação da comissão. Após uma manobra governista na Casa, quatro parlamentares recuaram e tiraram suas assinaturas do documento.
MEU COMENTÁRIO
Como dito acima; depois de uma manobra “parlamentarmente falando”.
Aqui fora conhecido como conchavo ou maracutáia em alguns casos chantagem: Ou você retira sua assinatura ou deduramos você no caso do desvio de verba X.
Normal, corriqueiro, naturalissímo dentro do ambiente parlamentar.
Hoje dá para comparar os parlamentares brasileiros com os padres pedófílos, morrem na “túia” mais continuam se dizendo honrados.
É mais fácil todo este “esforço” dar em nada, rezemos que não afinal nem todos na ALEPE são corruptos .
segunda-feira, 19 de abril de 2010
O que é bom dura pouco
Há alguns meses mostrei ao secretário da defesa social (Lula Lima, que ao contrário de muitos ouve os contribuintes e tenta sanar problemas) que muitos destes causados no transito em Pontezinha ocorrriam devido estacionamento para carga e descarga nos horários de pico. De pronto o secretário passou a enviar uma viatura que percorria o trecho entre a linha do trem até o posto Rota do Sol
"trecho este sob resposabilidade do muncípio".
A coisa melhorou muito, quem não respeitava a não ultrapassagem era multado, com isso evitando ou pelo menos dimunuíndo o risco de acidentes e estrangulamento.
Hoje no entanto como os bravos guardas municipais " não sei se atendendo ordens superiores" ficam estáticos no largo em frente a padaria Macedo Filho os abusos voltaram, a foto mostra uma kombi do transporte alternativo na contramão para ultrapassar a fila de veículos que seguem a lei.
Este corte da foma irregular retardou a passagem de um veículo do SAMU que com sirene ligada esperava que o irresponsável tivesse uma brecha para voltar a sua mão.
Nos horários de pico mesmo que toda guarda de transito do município esteja plantada num só lugar não impedirá os abusos.
É certo que o tempo esta quente, a distância pelo menos do trecho mais caótico )Linha do trem - Padaria Tony é extensa mais não dá para matar.
Prezado secretário, veja este problema
"trecho este sob resposabilidade do muncípio".
A coisa melhorou muito, quem não respeitava a não ultrapassagem era multado, com isso evitando ou pelo menos dimunuíndo o risco de acidentes e estrangulamento.
Hoje no entanto como os bravos guardas municipais " não sei se atendendo ordens superiores" ficam estáticos no largo em frente a padaria Macedo Filho os abusos voltaram, a foto mostra uma kombi do transporte alternativo na contramão para ultrapassar a fila de veículos que seguem a lei.
Este corte da foma irregular retardou a passagem de um veículo do SAMU que com sirene ligada esperava que o irresponsável tivesse uma brecha para voltar a sua mão.
Nos horários de pico mesmo que toda guarda de transito do município esteja plantada num só lugar não impedirá os abusos.
É certo que o tempo esta quente, a distância pelo menos do trecho mais caótico )Linha do trem - Padaria Tony é extensa mais não dá para matar.
Prezado secretário, veja este problema
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A luz que vem do lixo - Respeito é bom e eu gosto, não exijo!
O que revolta não é a usina, pelo menos aparentemente o que revoltou a vereança cabense foi a demonstração de como a câmara municipal e seus membros são importantes na vida política, econômica, social e ambiental do Cabo.
A Casa Vicente Mendes, se considerarmos como verdadeiras as declarações dos vereadores não sabia que seria implantada no Cabo uma usina para queimar o lixo do Recife (claro o nosso também, acho) e presentearem o povo cabense com um ar cada mais mas puro.
Se forem verdadeiras as indignações e vozes revoltadas contra este descaso para com a representatividade popular, a soberania do povo e o direito em decidir o que melhor lhe convém os vereadores “os vereadores” deveriam se unir sem divisões partidárias ou interesses em agradar “A ou B” e abrir mão do dinheiro que gastam fazendo propaganda de show com cantores e DJs, e colocarem carros de som convocando o povo para mostrar em dia, hora e local determinado toda a revolta pelo desrespeito a sua soberania e do seu município.
Mesmo sendo difícil, pois uma ação destas provavelmente irá de encontro aos anseios de alguns “chefes” que poderão negar apoio aos mesmos nas eleições de 2012.
Está na hora da Casa Vicente Mendes dizer se lá é a Casa do Povo ou apenas um ponto de encontro para discutir os roteiros das próximas viagens de turismo, quem sabe Rússia para ver como funciona uma usina de lixo para geração de energia e lá discutirem os percentuais de toxinas aceitáveis, já que pelo visto estamos bem servidos de técnicos nesta área dentro da câmara.
Portanto ai vai uma mãozinha.
Alberto Figueiredo - (81) 3479.2986/8834.5783
Planeta Sustentável
Termelétrica movida com queima de resíduos urbanos vai abastecer campus da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
BIODIGESTORES
A luz que vem do lixo
Termelétrica movida com queima de resíduos urbanos vai abastecer campus da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Foto 01
Carlos Henrique Braz
Revista Veja Rio - 12/03/2008
Nestes tempos em que encontrar maneiras de preservar o meio ambiente é um tema cada vez mais discutido, um projeto em andamento no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão, pode apontar a saída para um problema de difícil solução: a destinação final do lixo produzido nas grandes cidades. Implantada em uma área de 5 000 metros quadrados, a Usina Verde produz energia a partir de resíduos. A unidade piloto tem capacidade para gerar força e luz suficientes para abastecer 2 300 residências. Para isso, incinera 30 toneladas de lixo por dia, o equivalente à quantidade produzida por uma população de 45 000 pessoas. O "combustível" vem de um aterro sanitário da Comlurb, no Caju. "É uma termelétrica que funciona usando resíduos urbanos em vez de óleo diesel ou carvão", explica Jorge Nascimento, gerente de operações da usina.
Saiba como a usina funciona
A unidade piloto, com tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia da UFRJ (Coppe), em parceria com o grupo Arbi, deu tão certo que uma nova usina começará a ser construída, em seis meses, também no campus da universidade. Maior, terá capacidade para incinerar 150 toneladas por dia. "Com isso, teremos energia suficiente para iluminar todo o campus", diz Luciano Bastos, pesquisador da Coppe. Diariamente, entre alunos e funcionários, 65 000 pessoas circulam pelas instalações da UFRJ na Ilha do Fundão.
Bastos foi um dos responsáveis pela criação do sistema de purificação da fumaça que sai da fábrica. Evitar que a usina emitisse mais poluição era a grande preocupação dos pesquisadores. A tecnologia desenvolvida consegue limpar a fumaça produzida pela queima do lixo antes que ela seja lançada no meio ambiente - o que sai contém vapor d'água e gás carbônico, ainda maléfico, mas menos nocivo que o gás metano, o maior vilão do efeito estufa, que exala dos lixões.
Em outubro do ano passado, a Usina Verde obteve a aprovação do Bureau Veritas, instituição sediada em Paris que, entre outras atividades, avalia o impacto ambiental de instalações industriais. O próximo passo, agora, é vender a tecnologia. Serão oferecidos módulos como o que vai abastecer a universidade, em quantidade capaz de produzir energia para uma cidade com 190 000 habitantes. "Já fomos procurados por prefeitos, secretários de meio ambiente e empresários interessados em construir usinas semelhantes", conta Luiz Carlos Malta, diretor financeiro da termelétrica. Atualmente, a equipe da Coppe desenvolve programas para quatro usinas semelhantes: duas serão instaladas em siderúrgicas; a terceira, numa fábrica de cimento; e a última, numa indústria de reciclagem de papel.
Foto: 02 - Copenhague
Confesso que ficamos muito surpresos quando descemos do avião no aeroporto Kastrup e vimos de longe duas chaminés que lançavam uma fumaça branca no céu de Copenhague. Logo em Copenhague, cidade que dá exemplo de como as demais cidades deveriam ser.
Antes que entrássemos naquela onda de desilusão, descobrimos num detalhe da própia programação que estava sendo organizada para a comitiva do Planeta Sustentável que aquela fumaça tinha uma razão de ser. Trata-se de uma usina que produz energia e água quente para a cidade. E, para produzir a energia, a usina queima lixo.
Outro mistério, que só fomos desvendar quando fizemos a visita, durante um de nossos Energy Tours. A dúvida aí é porque sempre acreditei na máxima "Deus recicla e o diabo incinera", que ouvi muito durante os tempos em que se construiu em São Paulo, bem ao lado da Editora Abril, a Praça Victor Civita, que é justamente um exemplo por ter recuperado, para a população paulistana, uma área que durante anos foi contaminada por dioxina, material altamente tóxico, acumulado no solo depois de décadas de uso do local como incinerador de lixo.
O que vimos em Copenhague foi algo muito diferente: um incinerador de lixo que, por operar numa temperatura mais elevada, mais de mil graus, produz calor e energia para a cidade sem gerar o tóxico subproduto da dioxina. Cem por cento do lixo não-reciclado vira energia para iluminar e aquecer os moradores de Copenhague. Ao saber disso as chaminés foram me parecendo cada vez menos feias - e um engenheiro me disse que nas unidades de queima de lixo mais novas o próprio calor da fumaça já é recaptado para produzir mais energia.
Mais tarde, descobrimos que, na ponta do lápis, a iniciativa não se paga e que o governo dinamarquês durante anos subsidiou essa operação, até que ela chegasse perto de um ponto de equilíbrio financeiro, como agora. Mas a usina só é deficitária se não for levado em conta o altíssimo custo ambiental de depositar o lixo no chão, algo impensável num país com tão pouco espaço como a Dinamarca.
Se houvesse uma decisão firme do governo brasileiro, boa parte do lixo que hoje é depositado em aterros e lixões poderia estar gerando energia, mais ou menos na escalada de uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica). E a soma de dezenas dessas usinas talvez ajudasse a evitar a construção de termoelétricas a carvão, que o Brasil decidiu fazer.
Pelo que vimos aqui em Copenhague, o Brasil poderia decidir fazer algo diferente. Em vez de sujar a matriz energética com carvão, poderia limpá-la com lixo. Fica a idéia. E vai-se embora a má impressão causada pelas chaminés. (Caco de Paula)
Mais uma vez e para deixar bem claro!
Não somos contra a usina e sim sobre falta de informações.
A instalação (que modelo de usina, quem estará à frente do projeto existem técnicos ligados às universidades de Pernambuco ou apenas do governo e do interessado, quem fiscalizará o percentual de emanação de gazes produzidos?
Se for o CPRH já dá para saber que é piada. Não pode a maior promotora de crimes ambientais em Pernambuco ser responsável ou pelo menos dar aval a nada ligado a preservação do meio ambiente.
A Casa Vicente Mendes, se considerarmos como verdadeiras as declarações dos vereadores não sabia que seria implantada no Cabo uma usina para queimar o lixo do Recife (claro o nosso também, acho) e presentearem o povo cabense com um ar cada mais mas puro.
Se forem verdadeiras as indignações e vozes revoltadas contra este descaso para com a representatividade popular, a soberania do povo e o direito em decidir o que melhor lhe convém os vereadores “os vereadores” deveriam se unir sem divisões partidárias ou interesses em agradar “A ou B” e abrir mão do dinheiro que gastam fazendo propaganda de show com cantores e DJs, e colocarem carros de som convocando o povo para mostrar em dia, hora e local determinado toda a revolta pelo desrespeito a sua soberania e do seu município.
Mesmo sendo difícil, pois uma ação destas provavelmente irá de encontro aos anseios de alguns “chefes” que poderão negar apoio aos mesmos nas eleições de 2012.
Está na hora da Casa Vicente Mendes dizer se lá é a Casa do Povo ou apenas um ponto de encontro para discutir os roteiros das próximas viagens de turismo, quem sabe Rússia para ver como funciona uma usina de lixo para geração de energia e lá discutirem os percentuais de toxinas aceitáveis, já que pelo visto estamos bem servidos de técnicos nesta área dentro da câmara.
Portanto ai vai uma mãozinha.
Alberto Figueiredo - (81) 3479.2986/8834.5783
Planeta Sustentável
Termelétrica movida com queima de resíduos urbanos vai abastecer campus da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
BIODIGESTORES
A luz que vem do lixo
Termelétrica movida com queima de resíduos urbanos vai abastecer campus da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Foto 01
Carlos Henrique Braz
Revista Veja Rio - 12/03/2008
Nestes tempos em que encontrar maneiras de preservar o meio ambiente é um tema cada vez mais discutido, um projeto em andamento no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão, pode apontar a saída para um problema de difícil solução: a destinação final do lixo produzido nas grandes cidades. Implantada em uma área de 5 000 metros quadrados, a Usina Verde produz energia a partir de resíduos. A unidade piloto tem capacidade para gerar força e luz suficientes para abastecer 2 300 residências. Para isso, incinera 30 toneladas de lixo por dia, o equivalente à quantidade produzida por uma população de 45 000 pessoas. O "combustível" vem de um aterro sanitário da Comlurb, no Caju. "É uma termelétrica que funciona usando resíduos urbanos em vez de óleo diesel ou carvão", explica Jorge Nascimento, gerente de operações da usina.
Saiba como a usina funciona
A unidade piloto, com tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia da UFRJ (Coppe), em parceria com o grupo Arbi, deu tão certo que uma nova usina começará a ser construída, em seis meses, também no campus da universidade. Maior, terá capacidade para incinerar 150 toneladas por dia. "Com isso, teremos energia suficiente para iluminar todo o campus", diz Luciano Bastos, pesquisador da Coppe. Diariamente, entre alunos e funcionários, 65 000 pessoas circulam pelas instalações da UFRJ na Ilha do Fundão.
Bastos foi um dos responsáveis pela criação do sistema de purificação da fumaça que sai da fábrica. Evitar que a usina emitisse mais poluição era a grande preocupação dos pesquisadores. A tecnologia desenvolvida consegue limpar a fumaça produzida pela queima do lixo antes que ela seja lançada no meio ambiente - o que sai contém vapor d'água e gás carbônico, ainda maléfico, mas menos nocivo que o gás metano, o maior vilão do efeito estufa, que exala dos lixões.
Em outubro do ano passado, a Usina Verde obteve a aprovação do Bureau Veritas, instituição sediada em Paris que, entre outras atividades, avalia o impacto ambiental de instalações industriais. O próximo passo, agora, é vender a tecnologia. Serão oferecidos módulos como o que vai abastecer a universidade, em quantidade capaz de produzir energia para uma cidade com 190 000 habitantes. "Já fomos procurados por prefeitos, secretários de meio ambiente e empresários interessados em construir usinas semelhantes", conta Luiz Carlos Malta, diretor financeiro da termelétrica. Atualmente, a equipe da Coppe desenvolve programas para quatro usinas semelhantes: duas serão instaladas em siderúrgicas; a terceira, numa fábrica de cimento; e a última, numa indústria de reciclagem de papel.
Foto: 02 - Copenhague
Confesso que ficamos muito surpresos quando descemos do avião no aeroporto Kastrup e vimos de longe duas chaminés que lançavam uma fumaça branca no céu de Copenhague. Logo em Copenhague, cidade que dá exemplo de como as demais cidades deveriam ser.
Antes que entrássemos naquela onda de desilusão, descobrimos num detalhe da própia programação que estava sendo organizada para a comitiva do Planeta Sustentável que aquela fumaça tinha uma razão de ser. Trata-se de uma usina que produz energia e água quente para a cidade. E, para produzir a energia, a usina queima lixo.
Outro mistério, que só fomos desvendar quando fizemos a visita, durante um de nossos Energy Tours. A dúvida aí é porque sempre acreditei na máxima "Deus recicla e o diabo incinera", que ouvi muito durante os tempos em que se construiu em São Paulo, bem ao lado da Editora Abril, a Praça Victor Civita, que é justamente um exemplo por ter recuperado, para a população paulistana, uma área que durante anos foi contaminada por dioxina, material altamente tóxico, acumulado no solo depois de décadas de uso do local como incinerador de lixo.
O que vimos em Copenhague foi algo muito diferente: um incinerador de lixo que, por operar numa temperatura mais elevada, mais de mil graus, produz calor e energia para a cidade sem gerar o tóxico subproduto da dioxina. Cem por cento do lixo não-reciclado vira energia para iluminar e aquecer os moradores de Copenhague. Ao saber disso as chaminés foram me parecendo cada vez menos feias - e um engenheiro me disse que nas unidades de queima de lixo mais novas o próprio calor da fumaça já é recaptado para produzir mais energia.
Mais tarde, descobrimos que, na ponta do lápis, a iniciativa não se paga e que o governo dinamarquês durante anos subsidiou essa operação, até que ela chegasse perto de um ponto de equilíbrio financeiro, como agora. Mas a usina só é deficitária se não for levado em conta o altíssimo custo ambiental de depositar o lixo no chão, algo impensável num país com tão pouco espaço como a Dinamarca.
Se houvesse uma decisão firme do governo brasileiro, boa parte do lixo que hoje é depositado em aterros e lixões poderia estar gerando energia, mais ou menos na escalada de uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica). E a soma de dezenas dessas usinas talvez ajudasse a evitar a construção de termoelétricas a carvão, que o Brasil decidiu fazer.
Pelo que vimos aqui em Copenhague, o Brasil poderia decidir fazer algo diferente. Em vez de sujar a matriz energética com carvão, poderia limpá-la com lixo. Fica a idéia. E vai-se embora a má impressão causada pelas chaminés. (Caco de Paula)
Mais uma vez e para deixar bem claro!
Não somos contra a usina e sim sobre falta de informações.
A instalação (que modelo de usina, quem estará à frente do projeto existem técnicos ligados às universidades de Pernambuco ou apenas do governo e do interessado, quem fiscalizará o percentual de emanação de gazes produzidos?
Se for o CPRH já dá para saber que é piada. Não pode a maior promotora de crimes ambientais em Pernambuco ser responsável ou pelo menos dar aval a nada ligado a preservação do meio ambiente.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Onde esta nossa soberania?
CPRH PASSA POR CIMA DA AUTONOMIA MUNICIPAL
Em uma reunião formalizada hoje no teatro Barreto Junior onde o Portal Cabo estava presente e vários representante da sociedade organizada Cabense junto com representante do CPRH inclusive o Presidente da Comissão de Meio ambiente da Câmara municipal o Vereador Ricardo Carneiro (Ricardinho) e também um representante da secretaria de meio ambiente do Cabo.
Nesta reunião foi apresentado pelo CPRH a forma como se dará a audiência Publica sobre a CTDR (Central de Tratamento e Destinação de Resíduos) e nesta explanação ficamos sabendo que o local da audiência Publica será no RECIFE
Como já era de se esperar, mais uma vez o CPRH passa por cima da autonomia de nosso município, que é soberano, é bom lembrar que o Próprio Prefeito do Cabo disse com todas as letras que quem manda aqui no cabo é a prefeitura e não o CPRH mais isso e uma questão que trataremos logo abaixo
Mas voltando para a devida explanação do CPRH tivemos mais informes do tal processo em andamento veja isso
Quando a matéria foi lança no Portal Cabo na data de 04 de abril de 2010, ninguém aqui no cabo sabia de tal assunto, a não ser a Associação dos Moradores da Charneca, a UNETUR-União dos Empreendedores de Turismo Cabo de Santo Agostinho/PE o Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa e Alberto Figueiredo, fora disso ninguém estava a par deste assunto, quando a matéria for editada, logo no dia seguinte fomos para a radio Calheta, alertar a população sobre o risco da implantação desta Usina de lixo ai é que começa as contradições
1- O Prefeito do Cabo Lula Cabral por telefone afirmou que:
“As questões ambientais aqui no Cabo serão tratadas com responsabilidade que ela merece e o Povo do Cabo de Santo Agostinho pode ficar tranqüilo na questão da instalação desta usina em nosso município, pois até agora a prefeitura não foi informada nem pelo CPRH e nem pela empresa Recife Energia sobre tal projeto de instalação desta usina aqui no Cabo”.
E quando isso vier a ocorrer, iremos fazer audiências publicas para que todos possam saber do grau de responsabilidade ambiental que temos em nosso município”.
“E diante de vários projetos que chegam aqui na prefeitura todos são analisados visando todo o contexto que o cabo merece hoje e os devidos riscos que a mesma poderá ocasionar para a população do Cabo”.
“Portanto Moura quero que o povo Cabense possa estar tranqüilo nesta questão da usina de lixo”.
2- Já no na quarta feira a Secretaria Executiva de Meio Ambiente
Berenice Vilanova de Andrade Lima pediu espaço na Radio Calheta para esclarecer a população sobre a CTDR ai veio a afirmativa da mesma que ela estava com a Rima a mais de 60 dias e estava analisando a mesma.
3 – Já hoje nesta reunião obtivemos a informação que a Prefeitura do Cabo já avia assinado o licenciamento do solo para tal instalação.
Ai fica uma pergunta será quem esta faltando com a verdade?
Mas voltando a audiência Publica a sociedade organizada, junto com a comissão de meio ambiente da câmara, iremos amanha formalizar uma queixa no Ministério Publico do Cabo, para que possamos ter uma audiência publica aqui em nosso Município.
Diante deste exposto, ouve manifestação de alguns vereadores do Cabo em sessão que ocorreu agora na parte da noite na câmara Municipal - MOURA - PORTALCABO
Alberto Figueiredo
Presente a reunião comentada e analisando tudo que ocorreu até hoje com referência e esta e outras questões envolvendo obras no município que resultem em destruição ambiental ou risco à saúde, noto que as maiores perdas são: O ataque a soberania do município, o desrespeito ao cidadão cabense e a escala hierárquica no poder executivo.
Não estamos falando da instalação de um lava jato ou posto de gasolina, o responsável pelo meio ambiente está de posse do EIA/RIMA ha sessenta dias (tem por lei 45 dias para se contrapor), concede licenciamento de uso do solo para instalação de um projeto dessa envergadura e o prefeito não sabe, o povo não sabe.
Audiência pública sobre a questão ocorrerá no Recife mesmo sendo um projeto para instalação nos dois municípios.
O CPRH, governo do estado, DER e outros órgãos mostram claramente que para eles é como se o Cabo fosse um quintal, uma casa de mãe Joana onde todos mandam menos seu povo já que sua representatividade é quase zero.
Apresentação da EIA/RIMA para construção da vicinal BR101 – Pontezinha – Barra de Jangada foi feita em Jaboatão (Prazeres), mesmo que parte desta estrada estará no nosso município.
Dizer apresentação soa como piada, foi mais um ato de dar uma satisfação sobre o que já estava acordado ( e dar cumprimento a lei que a isso obriga) entre os interessados visto, que apesar dos protestos (até acalorados) a EIA/RIMA (que teve como base estudos efetuados dez anos atrás, portanto não traduzia a realidade do ambiente a ser degradado) foi aprovada, o Governador aceitou e enviou para a assembléia que contrariando o que diz a lei (tem que ser analisada por cento e vinte dias), foi aprovada por unanimidade em vinte e quatro horas.
Vereadores, Gestores do ambiente e planejamento, Senhor Prefeito qual o traçado exato desta vicinal, será mesmo construída margeando o mangue (destruindo uma faixa de 10 Km deste ecossistema) ou devido pressão de alguns cidadãos, imprensa e MP, o traçado foi alterado, levando-se em conta que uma das leis ambientais determina que só será liberada a supressão de área de preservação permanente depois de esgotadas todas as opções possíveis, coisa que não foi respeitada pois, foram apresentadas por mim e pelo Portal Cabo quatro outros traçados com possibilidades reais de menores impactos ambientais, sociais e custos.
É hora de a câmara, da secretaria do meio ambiente (que se sabem se calam, até para o prefeito) Prefeito, Deputado assumirem seus papeis, tomar conhecimento de tudo que esta ocorrendo e como diz o prefeito mostrar ao estado que o Município do Cabo e seu povo são soberanos.
Ficam perguntas?
Se no Município de Moreno, seu prefeito foi taxativo (aqui não) vetou a instalação desta usina em seu território porque tanta facilidade no Cabo?
Se lá o Prefeito tomou conhecimento de pronto, porque aqui não?
Porque câmara e Prefeito quem sabe deputado só ficou sabendo (ou sabiam e se calaram) deste empreendimento pela mídia apesar da secretaria do meio ambiente já estar de posse de documentos há sessenta dias, onde esta o erro?
Porque o povo que vai respirar pelo resto dos seus dias o que sair das chaminés desta usina (pois provado está que mesmo as instaladas em países como: EUA, Japão, Bélgica e muitos outros só conseguem limpar 70% do gás que é emitido, visto ainda que os percentuais de poluição aceitável nesses países são muito menores que o aceito no nosso e, se levarmos em consideração o rigor das leia ambientais e a seriedade de como são tratadas estas questões nesses países, aqui é uma piada haja vista que o órgão responsável pela proteção do meio ambiente no nosso estado responde inúmeros questionamentos movidos pelo MP, cidadãos e entidades sociais organizadas?
O Cabo é soberano?
Se o povo soberano do Cabo disser não!
Terá seu desejo respeitado?
Em uma reunião formalizada hoje no teatro Barreto Junior onde o Portal Cabo estava presente e vários representante da sociedade organizada Cabense junto com representante do CPRH inclusive o Presidente da Comissão de Meio ambiente da Câmara municipal o Vereador Ricardo Carneiro (Ricardinho) e também um representante da secretaria de meio ambiente do Cabo.
Nesta reunião foi apresentado pelo CPRH a forma como se dará a audiência Publica sobre a CTDR (Central de Tratamento e Destinação de Resíduos) e nesta explanação ficamos sabendo que o local da audiência Publica será no RECIFE
Como já era de se esperar, mais uma vez o CPRH passa por cima da autonomia de nosso município, que é soberano, é bom lembrar que o Próprio Prefeito do Cabo disse com todas as letras que quem manda aqui no cabo é a prefeitura e não o CPRH mais isso e uma questão que trataremos logo abaixo
Mas voltando para a devida explanação do CPRH tivemos mais informes do tal processo em andamento veja isso
Quando a matéria foi lança no Portal Cabo na data de 04 de abril de 2010, ninguém aqui no cabo sabia de tal assunto, a não ser a Associação dos Moradores da Charneca, a UNETUR-União dos Empreendedores de Turismo Cabo de Santo Agostinho/PE o Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa e Alberto Figueiredo, fora disso ninguém estava a par deste assunto, quando a matéria for editada, logo no dia seguinte fomos para a radio Calheta, alertar a população sobre o risco da implantação desta Usina de lixo ai é que começa as contradições
1- O Prefeito do Cabo Lula Cabral por telefone afirmou que:
“As questões ambientais aqui no Cabo serão tratadas com responsabilidade que ela merece e o Povo do Cabo de Santo Agostinho pode ficar tranqüilo na questão da instalação desta usina em nosso município, pois até agora a prefeitura não foi informada nem pelo CPRH e nem pela empresa Recife Energia sobre tal projeto de instalação desta usina aqui no Cabo”.
E quando isso vier a ocorrer, iremos fazer audiências publicas para que todos possam saber do grau de responsabilidade ambiental que temos em nosso município”.
“E diante de vários projetos que chegam aqui na prefeitura todos são analisados visando todo o contexto que o cabo merece hoje e os devidos riscos que a mesma poderá ocasionar para a população do Cabo”.
“Portanto Moura quero que o povo Cabense possa estar tranqüilo nesta questão da usina de lixo”.
2- Já no na quarta feira a Secretaria Executiva de Meio Ambiente
Berenice Vilanova de Andrade Lima pediu espaço na Radio Calheta para esclarecer a população sobre a CTDR ai veio a afirmativa da mesma que ela estava com a Rima a mais de 60 dias e estava analisando a mesma.
3 – Já hoje nesta reunião obtivemos a informação que a Prefeitura do Cabo já avia assinado o licenciamento do solo para tal instalação.
Ai fica uma pergunta será quem esta faltando com a verdade?
Mas voltando a audiência Publica a sociedade organizada, junto com a comissão de meio ambiente da câmara, iremos amanha formalizar uma queixa no Ministério Publico do Cabo, para que possamos ter uma audiência publica aqui em nosso Município.
Diante deste exposto, ouve manifestação de alguns vereadores do Cabo em sessão que ocorreu agora na parte da noite na câmara Municipal - MOURA - PORTALCABO
Alberto Figueiredo
Presente a reunião comentada e analisando tudo que ocorreu até hoje com referência e esta e outras questões envolvendo obras no município que resultem em destruição ambiental ou risco à saúde, noto que as maiores perdas são: O ataque a soberania do município, o desrespeito ao cidadão cabense e a escala hierárquica no poder executivo.
Não estamos falando da instalação de um lava jato ou posto de gasolina, o responsável pelo meio ambiente está de posse do EIA/RIMA ha sessenta dias (tem por lei 45 dias para se contrapor), concede licenciamento de uso do solo para instalação de um projeto dessa envergadura e o prefeito não sabe, o povo não sabe.
Audiência pública sobre a questão ocorrerá no Recife mesmo sendo um projeto para instalação nos dois municípios.
O CPRH, governo do estado, DER e outros órgãos mostram claramente que para eles é como se o Cabo fosse um quintal, uma casa de mãe Joana onde todos mandam menos seu povo já que sua representatividade é quase zero.
Apresentação da EIA/RIMA para construção da vicinal BR101 – Pontezinha – Barra de Jangada foi feita em Jaboatão (Prazeres), mesmo que parte desta estrada estará no nosso município.
Dizer apresentação soa como piada, foi mais um ato de dar uma satisfação sobre o que já estava acordado ( e dar cumprimento a lei que a isso obriga) entre os interessados visto, que apesar dos protestos (até acalorados) a EIA/RIMA (que teve como base estudos efetuados dez anos atrás, portanto não traduzia a realidade do ambiente a ser degradado) foi aprovada, o Governador aceitou e enviou para a assembléia que contrariando o que diz a lei (tem que ser analisada por cento e vinte dias), foi aprovada por unanimidade em vinte e quatro horas.
Vereadores, Gestores do ambiente e planejamento, Senhor Prefeito qual o traçado exato desta vicinal, será mesmo construída margeando o mangue (destruindo uma faixa de 10 Km deste ecossistema) ou devido pressão de alguns cidadãos, imprensa e MP, o traçado foi alterado, levando-se em conta que uma das leis ambientais determina que só será liberada a supressão de área de preservação permanente depois de esgotadas todas as opções possíveis, coisa que não foi respeitada pois, foram apresentadas por mim e pelo Portal Cabo quatro outros traçados com possibilidades reais de menores impactos ambientais, sociais e custos.
É hora de a câmara, da secretaria do meio ambiente (que se sabem se calam, até para o prefeito) Prefeito, Deputado assumirem seus papeis, tomar conhecimento de tudo que esta ocorrendo e como diz o prefeito mostrar ao estado que o Município do Cabo e seu povo são soberanos.
Ficam perguntas?
Se no Município de Moreno, seu prefeito foi taxativo (aqui não) vetou a instalação desta usina em seu território porque tanta facilidade no Cabo?
Se lá o Prefeito tomou conhecimento de pronto, porque aqui não?
Porque câmara e Prefeito quem sabe deputado só ficou sabendo (ou sabiam e se calaram) deste empreendimento pela mídia apesar da secretaria do meio ambiente já estar de posse de documentos há sessenta dias, onde esta o erro?
Porque o povo que vai respirar pelo resto dos seus dias o que sair das chaminés desta usina (pois provado está que mesmo as instaladas em países como: EUA, Japão, Bélgica e muitos outros só conseguem limpar 70% do gás que é emitido, visto ainda que os percentuais de poluição aceitável nesses países são muito menores que o aceito no nosso e, se levarmos em consideração o rigor das leia ambientais e a seriedade de como são tratadas estas questões nesses países, aqui é uma piada haja vista que o órgão responsável pela proteção do meio ambiente no nosso estado responde inúmeros questionamentos movidos pelo MP, cidadãos e entidades sociais organizadas?
O Cabo é soberano?
Se o povo soberano do Cabo disser não!
Terá seu desejo respeitado?
terça-feira, 13 de abril de 2010
Instalação de incinerador de lixo no Cabo
Desrespeito!
Não apenas ao meio ambiente mais ao povo, à câmara municipal do Cabo, ao próprio município.
O "dar de mamar a caranguejos" foi de menos, a CPRH opta por tele-audiência para evitar que seu presidente seja novamente chamado em público de mentiroso e criminoso ambiental como o foi na audiência para apresentação teatral da EIA/RIMA sobre a vicinal BR101-Barra de Jangada, um amontoado de inverdades, defendidas por técnicos de renome mais submissos que não valorizam suas profissões.
Apoiado pelo diretor do DER, outro de questionável capacidade técnico-administrativa que pode ser confirmada pelas obras deste órgão em Pernambuco, vide: Acesso na conjunção Coca-Cola, girador da 51 etc.
Para a CPRH/DER e empresas construtoras interessadas e coniventes com estes crimes as leis ambientais são letrinhas escritas em papel higiênico.
Como se poderá ficar tranquilo com a construção de um "cogerador" para a usina de lixo, se a segurança e o cumprimento das leis ambientais estarão nas mãos exatamente de quem as desrespeita?
Este ato da CPRH é mais uma afronta a soberania do município e do povo cabense.
Alegar usufruir da tecnologia é uma jogada suja, ao prestar contas, esclarecer, apresentar suas teorias e defender seus pontos de vista deve fazê-lo olho no olho e não se servindo de uma tela.
Sirvam-se da tecnologia para satisfazer o "interesse" dos deputados que querem ver uma usina destas em pleno funcionamento, "no exterior", gastando fortunas (do nosso dinheiro) para verem uma coisa que não conhecem e não estão capacitados a analisar com olhos técnicos.
A CPRH se tornou a Companhia Pernambucana em primeiro lugar, nenhuma outra, até mesmo a famigerada COMPESA, não chega a seus pés quando para atender os interesses financeiros, mente, frauda, burla as leis, falsifica, maquia laudos.
Aceitar, comparecer a uma audiência pública nestes termos é desrespeitar a si próprio, se os vereadores aceitarem mais esta armação da CPRH, que comungue com ela mais esta falta de respeito ao povo.
Que tantos compromissos terão o presidente da CPRH e seus "técnicos" que não podem vir ao Cabo mostrar e explicar ao povo, como se garantirá a segurança e a proteção do ar que vão respirar pelo resto de suas vidas e as contrapartidas que os beneficiarão ao se tornarem vizinhos de tal usina?
Povo!
Vereadores!
Imprensa!
Prefeito!
O Cabo, o povo cabense merece respeito, o município merece respeito, não somos macacos de auditório para ficarmos sentados assistindo as mentiras muito bem postas nas telas por técnicos em computação.
O Cabo e seu povo são soberanos, se vamos acolher o lixo (a parte que não serve) e dar fim, queimando, têm o direito de conhecer os mínimos detalhes, debater, questionar, protestar se for o caso.
Numa tele audiência, sem sentir a pressão dos questionamentos os diretores das empresas envolvidas já afetos a mentira se sentirão à vontade para ultrapassar das mentiras ao desrespeito.
Aceitar as imposições da CPRH é ser conivente com toda safadeza desta companhia e patrocinar a vitória dos interesses financeiros.
Não sou contra a usina quero apenas garantias para que em alguns anos não esteja canceroso por uma negligência dos órgãos responsáveis pela proteção do meio ambiente.
Não apenas ao meio ambiente mais ao povo, à câmara municipal do Cabo, ao próprio município.
O "dar de mamar a caranguejos" foi de menos, a CPRH opta por tele-audiência para evitar que seu presidente seja novamente chamado em público de mentiroso e criminoso ambiental como o foi na audiência para apresentação teatral da EIA/RIMA sobre a vicinal BR101-Barra de Jangada, um amontoado de inverdades, defendidas por técnicos de renome mais submissos que não valorizam suas profissões.
Apoiado pelo diretor do DER, outro de questionável capacidade técnico-administrativa que pode ser confirmada pelas obras deste órgão em Pernambuco, vide: Acesso na conjunção Coca-Cola, girador da 51 etc.
Para a CPRH/DER e empresas construtoras interessadas e coniventes com estes crimes as leis ambientais são letrinhas escritas em papel higiênico.
Como se poderá ficar tranquilo com a construção de um "cogerador" para a usina de lixo, se a segurança e o cumprimento das leis ambientais estarão nas mãos exatamente de quem as desrespeita?
Este ato da CPRH é mais uma afronta a soberania do município e do povo cabense.
Alegar usufruir da tecnologia é uma jogada suja, ao prestar contas, esclarecer, apresentar suas teorias e defender seus pontos de vista deve fazê-lo olho no olho e não se servindo de uma tela.
Sirvam-se da tecnologia para satisfazer o "interesse" dos deputados que querem ver uma usina destas em pleno funcionamento, "no exterior", gastando fortunas (do nosso dinheiro) para verem uma coisa que não conhecem e não estão capacitados a analisar com olhos técnicos.
A CPRH se tornou a Companhia Pernambucana em primeiro lugar, nenhuma outra, até mesmo a famigerada COMPESA, não chega a seus pés quando para atender os interesses financeiros, mente, frauda, burla as leis, falsifica, maquia laudos.
Aceitar, comparecer a uma audiência pública nestes termos é desrespeitar a si próprio, se os vereadores aceitarem mais esta armação da CPRH, que comungue com ela mais esta falta de respeito ao povo.
Que tantos compromissos terão o presidente da CPRH e seus "técnicos" que não podem vir ao Cabo mostrar e explicar ao povo, como se garantirá a segurança e a proteção do ar que vão respirar pelo resto de suas vidas e as contrapartidas que os beneficiarão ao se tornarem vizinhos de tal usina?
Povo!
Vereadores!
Imprensa!
Prefeito!
O Cabo, o povo cabense merece respeito, o município merece respeito, não somos macacos de auditório para ficarmos sentados assistindo as mentiras muito bem postas nas telas por técnicos em computação.
O Cabo e seu povo são soberanos, se vamos acolher o lixo (a parte que não serve) e dar fim, queimando, têm o direito de conhecer os mínimos detalhes, debater, questionar, protestar se for o caso.
Numa tele audiência, sem sentir a pressão dos questionamentos os diretores das empresas envolvidas já afetos a mentira se sentirão à vontade para ultrapassar das mentiras ao desrespeito.
Aceitar as imposições da CPRH é ser conivente com toda safadeza desta companhia e patrocinar a vitória dos interesses financeiros.
Não sou contra a usina quero apenas garantias para que em alguns anos não esteja canceroso por uma negligência dos órgãos responsáveis pela proteção do meio ambiente.
domingo, 4 de abril de 2010
USINA CTDR NO CABO
Não vou me posicionar, não tenho qualificação técnica para aprovar ou desaprovar projeto de tamanha magnitude mais alguma interrogações, dúvidas, incertezas me preocupam.
A. Gastamos milhões de reais para que Pirapama completasse o abastecimento d’água da RMR, será que a construção da CTDR não poluirá a água que será usada por milhões de pernambucanos?
B. Quem fará a fiscalização dos métodos usados para segurança do meio ambiente?
(Será a CPRH, empresa diariamente contestada até em sua honradez nos relatórios apresentados, comprovadamente visando beneficiar os poderes a não o meio ambiente?)
C. O que receberá em contrapartida o Cabo já que a parte mais podre do projeto vai ser engolida por nós?
D. Para não ser chamado de eco-chato, lembro apenas:
1) O CPRH esta permitindo a destruição de vegetação e ambientes de preservação permanente apresentando EIA/RIMAS, contestadas.
2) Nossos rios são poluídos qual a eficácia do CPRH
3) Nossa atmosfera recebe diariamente cargas de poluentes, inclusive veicular, quem está apto a punir os veículos que extrapolam na emissão de gazes? CPRH?
Então! Como esperar que um projeto destes tenha a vigilância necessária e devidamente
Qualificada para punir rigorosamente possíveis danos causados ao meio ambiente?
Por outro lado:
Se encontramos nos mercados do Cabo alimentos comercializados de forma indevida, farmácia trabalhando de forma irregular, podemos confiar na vigilância sanitária?
Existe no município (ou existirá) uma unidade capacitada a agir em regime de urgência urgentíssima em caso de acidente? Se houver um vazamento a defesa civil estará apta?
Não sou contra ou favorável, apenas acho que tudo tem que ser debatido, muito debatido com o povo que depois da implantação da unidade conviverá com seus benefícios e malefícios, não deve ser como quase sempre uma decisão apenas dos políticos, estes como sabemos levam antes de tudo, em conta, quando vão embolsar, depois se devem ou não agradar o que esta um posto acima no poder, depois quando renderá em termos de votos sua aprovação ou desaprovação.
Portanto se não houver um amplo debate popular, explicações, compromissos assumidos, aval do MP, (CPRH, não precisa, as analises deste órgão já são conhecidas), pareceres de técnicos capacitados e honrados que atestem a segurança do projeto, aval de ONGS ligadas ao meio ambiente no estado, enfim, um debate claro, transparente entre partes que se respeitem e se ouçam.
Não estamos decidindo um hoje, estamos programando o futuro e já erramos muito.
A. Gastamos milhões de reais para que Pirapama completasse o abastecimento d’água da RMR, será que a construção da CTDR não poluirá a água que será usada por milhões de pernambucanos?
B. Quem fará a fiscalização dos métodos usados para segurança do meio ambiente?
(Será a CPRH, empresa diariamente contestada até em sua honradez nos relatórios apresentados, comprovadamente visando beneficiar os poderes a não o meio ambiente?)
C. O que receberá em contrapartida o Cabo já que a parte mais podre do projeto vai ser engolida por nós?
D. Para não ser chamado de eco-chato, lembro apenas:
1) O CPRH esta permitindo a destruição de vegetação e ambientes de preservação permanente apresentando EIA/RIMAS, contestadas.
2) Nossos rios são poluídos qual a eficácia do CPRH
3) Nossa atmosfera recebe diariamente cargas de poluentes, inclusive veicular, quem está apto a punir os veículos que extrapolam na emissão de gazes? CPRH?
Então! Como esperar que um projeto destes tenha a vigilância necessária e devidamente
Qualificada para punir rigorosamente possíveis danos causados ao meio ambiente?
Por outro lado:
Se encontramos nos mercados do Cabo alimentos comercializados de forma indevida, farmácia trabalhando de forma irregular, podemos confiar na vigilância sanitária?
Existe no município (ou existirá) uma unidade capacitada a agir em regime de urgência urgentíssima em caso de acidente? Se houver um vazamento a defesa civil estará apta?
Não sou contra ou favorável, apenas acho que tudo tem que ser debatido, muito debatido com o povo que depois da implantação da unidade conviverá com seus benefícios e malefícios, não deve ser como quase sempre uma decisão apenas dos políticos, estes como sabemos levam antes de tudo, em conta, quando vão embolsar, depois se devem ou não agradar o que esta um posto acima no poder, depois quando renderá em termos de votos sua aprovação ou desaprovação.
Portanto se não houver um amplo debate popular, explicações, compromissos assumidos, aval do MP, (CPRH, não precisa, as analises deste órgão já são conhecidas), pareceres de técnicos capacitados e honrados que atestem a segurança do projeto, aval de ONGS ligadas ao meio ambiente no estado, enfim, um debate claro, transparente entre partes que se respeitem e se ouçam.
Não estamos decidindo um hoje, estamos programando o futuro e já erramos muito.
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