segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

EMPREGO VAGAS. URGENTE



quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Em visível decadência moral e inversão de valores, brasileiros buscam exemplos em personagens desprovidos de moral e honra


O perfil de Marco Archer
O BRASIL - faz muito - anda a procura de um Lider, de um MITO vitorioso . Pode ser na F1 (Senna), no futebol (pelé), nas letras, na politica (dificil ein?,  embora o exemplo do Collor seja emblematico) , mas tem que ocupar o vazio do imaginario brasileiro que sempre buscou e continua buscando  um IDOLO... talvez para que, fortalecendo sua auto-estima, ocupe aquele lugar do ""IDOLO" que,  realmente,  faz bem ao brasileiro.
O problema  , confirmado por esse relato  embora não o possamos confirmar, me parece ser o de que algumas pessoas/autores/etc  analisam o evento ou por oportunismo ou, se for com poreza de intenções,  por " raciocinarem certo com a figura errada".   
A. Santos - 



De:Enviada: Domingo, 18 de Janeiro de 2015 19:57
Para: Assunto: O perfil de Marco Archer 

O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão




 Postado em 17 jan 2015

Nos bons tempos
O reporter Renan Antunes de Oliveira entrevistou Marco Archer em 2005, numa prisão na Indonésia. Abaixo, seu relato:
O carioca Marco Archer Cardoso Moreira viveu 17 anos em Ipanema, 25 traficando drogas pelo mundo e 11 em cadeias da Indonésia, até morrer fuzilado, aos 53, neste sábado (17), por sentença da Justiça deste país muçulmano.
Durante quatro dias de entrevista em Tangerang, em 2005, ele se abriu para mim: “Sou traficante, traficante e traficante, só traficante”.
Demonstrou até uma ponta de orgulho: “Nunca tive um emprego diferente na vida”. Contou que tomou “todo tipo de droga que existe”.
Naquela hora estava desafiante, parecia acreditar que conseguiria reverter a sentença de morte.
Marco sabia as regras do país quando foi preso no aeroporto da capital Jakarta, em 2003, com 13,4 quilos de cocaína escondidos dentro dos tubos de sua asa delta. Ele morou na ilha indonésia de Bali por 15 anos, falava bem a língua bahasa e sentiu que a parada seria dura.
Tanto sabia que fugiu do flagrante. Mas acabou recapturado 15 dias depois, quando tentava escapar para o Timor do Leste. Foi processado, condenado, se disse arrependido. Pediu clemência através de Lula, Dilma, Anistia Internacional e até do papa Francisco, sem sucesso. O fuzilamento como punição para crimes é apoiado por quase 70% do povo de lá.
Na mídia brasileira, Marco foi alternadamente apresentado como “um garoto carioca” (apesar dos 42 anos no momento da prisão), ou “instrutor de asa delta”, neste caso um hobby transformado na profissão que ele nunca exerceu.
Para Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42, o outro brasileiro condenado por tráfico, que espera fuzilamento para fevereiro, companheiro de cela dele em Tangerang, “Marco teve uma vida que merece ser filmada”.
Rodrigo até ofereceu um roteiro sobre o amigo à cineasta curitibana Laurinha Dalcanale, exaltando: “Ele fez coisas extraordinárias, incríveis.”
O repórter pediu um exemplo: “Viajou pelo mundo todo, teve um monte de mulheres, foi nos lugares mais finos, comeu nos melhores restaurantes, tudo só no glamour, nunca usou uma arma, o cara é demais.”
Para amigos em liberdade que trabalharam para soltá-lo, o que aconteceu teria sido “apenas um erro” do qual ele estaria arrependido.

Em 2005, logo depois de receber a sentença de morte num tribunal em Jacarta
Na versão mais nobre, seria a tentativa desesperada de obter dinheiro para pagar uma conta de hospital pendurada em Cingapura – Marco estaria preocupado em não deixar o nome sujo naquele país. A conta derivou de uma longa temporada no hospital depois de um acidente de asa delta. Ter sobrevivido deu a ele, segundo os amigos, um incrível sentimento de invulnerabilidade.
Ele jamais se livrou das sequelas. Cheio de pinos nas pernas, andava com dificuldade, o que não o impediu de fugir espetacularmente no aeroporto quando os policiais descobriram cocaína em sua asa delta.
Arriscou tudo ali. Um alerta de bomba reforçara a vigilância no aeroporto. Ele chegou a pensar em largar no aeroporto a cocaína que transportava e ir embora, mas decidiu correr o risco.
Com sua ficha corrida, a campanha pela sua liberdade nunca decolou das redes sociais. A mãe dele, dona Carolina, conseguiu o apoio inicial de Fernando Gabeira, na Câmara Federal, com voto contra de Jair Bolsonaro.
O Itamaraty e a presidência se mexeram cada vez que alguma câmera de TV foi ligada, mesmo sabendo da inutilidade do esforço.
Mesmo aparentemente confiante, ele deixava transparecer que tudo seria inútil, porque falava sempre no passado, em tom resignado: “Não posso me queixar da vida que levei”.
Marco me contou que começou no tráfico ainda na adolescência, diretamente com os cartéis colombianos, levando coca de Medellín para o Rio de Janeiro. Adulto, era um dos capos de Bali, onde conquistou fama de um sujeito carismático e bem humorado.
A paradisíaca Bali é um dos principais mercados de cocaína do mundo graças a turistas ocidentais ricos que vão lá em busca de uma vida hedonista: praias deslumbrantes, droga fácil, farta — e cara.
O quilo da coca nos países produtores, como Peru e Bolívia, custa 1 000 dólares. No Brasil, cerca de 5 000. Em Bali, a mesma coca é negociada a preços que variam entre 20 000 e 90 000 dólares, dependendo da oferta. Numa temporada de escassez, por conta da prisão de vários traficantes, o quilo chegou a 300 000 dólares.
Por ser um dos destinos prediletos de surfistas e praticantes de asa delta, e pela possibilidade de lucros fabulosos, Bali atrai traficantes como Marco. Eles se passam por pessoas em busca de grandes ondas, e costumam carregar o contrabando no interior das pranchas de surf e das asas deltas. Archer foi pego assim. Tinha à mão, sempre que desembarcava nos aeroportos, um álbum de fotos que o mostrava voando, o que de fato fazia.
O homem preso por narcotráfico passou a maior parte da entrevista comigo chapado. O consumo de drogas em Tangerang era uma banalidade.
Pirado, Marco fazia planos mirabolantes – como encomendar de um amigo carioca uma nova asa, para quando saísse da cadeia.
Nos momentos de consciência, mostrava que estava focado na grande batalha: “Vou fazer de tudo para sair vivo desta”.
Marco era um traficante tarimbado: “Nunca fiz nada na vida, exceto viver do tráfico.” Gabava-se de não ter servido ao Exército, nem pagar imposto de renda. Nunca teve talão de cheques e ironizava da única vez numa urna: “Minha mãe me pediu para votar no Fernando Collor”.
A cocaína que ele levava na asa tinha sido comprada em Iquitos, no Peru, por 8 mil dólares o quilo, bancada por um traficante norte-americano, com quem dividiria os lucros se a operação tivesse dado certo: a cotação da época da mercadoria em Bali era de 3,5 milhões de dólares.
Marco me contou, às gargalhadas, sua “épica jornada” com a asa cheia de drogas pelos rios da Amazônia, misturado com inocentes turistas americanos. “Nenhum suspeitou”. Enfim chegou a Manaus, de onde embarcou para Jakarta: “Sair do Brasil foi moleza, nossa fiscalização era uma piada”.

O momento em que ele recebeu, nesta semana, a confirmação da data do fuzilamento
Na chegada, com certeza ele viu no aeroporto indonésio um enorme cartaz avisando: “Hukuman berta bagi pembana narkotik’’, a política nacional de punir severamente o narcotráfico.
“Ora, em todo lugar do mundo existem leis para serem quebradas”, me disse, mostrando sua peculiar maneira de ver as coisas: “Se eu fosse respeitar leis nunca teria vivido o que vivi”.
Ele desafiou o repórter: “Você não faria a mesma coisa pelos 3,5 milhões de dólares”?
Para ele, o dinheiro valia o risco: “A venda em Bali iria me deixar bem de vida para sempre” – na ocasião, ele não falou em contas hospitalares penduradas.
Marco parecia exagerar no número de vezes que cruzou fronteiras pelo mundo como mula de drogas: “Fiz mais de mil gols”. Com o dinheiro fácil manteve apartamentos em Bali, Hawai e Holanda, sempre abertos aos amigos: “Nunca me perguntaram de onde vinha o dinheiro pras nossas baladas”.
Marco guardava na cadeia uma pasta preta com fotos de lindas mulheres, carrões e dos apartamentos luxuosos, que seriam aqueles onde ele supostamente teria vivido no auge da carreira de traficante.
Num de seus giros pelo mundo ele fez um cursinho de chef na Suíça, o que foi de utilidade em Tangerang. Às vezes, cozinhava para o comandante da cadeia, em troca de regalias.
Eu o vi servindo salmão, arroz à piemontesa e leite achocolatado com castanhas para sobremesa. O fornecedor dos alimentos era Dênis, um ex-preso tornado amigão, que trazia os suprimentos fresquinhos do supermercado Hypermart.
Marco queria contar como era esta vida “fantástica” e se preparou para botar um diário na internet. Queria contratar um videomaker para acompanhar seus dias. Negociava exclusividade na cobertura jornalística, queria escrever um livro com sua experiência – o que mais tarde aconteceu, pela pena de um jornalista de São Paulo. Um amigo prepara um documentário em vídeo para eternizá-lo.
Foi um dos personagens de destaque de um bestseller da jornalista australiana Kathryn Bonella sobre a vida glamurosa dos traficantes em Bali — orgias, modelos ávidas por festas e drogas depois de sessões de fotos, mansões cinematográficas.
Diplomatas se mexeram nos bastidores para tentar comprar uma saída honrosa para Marco. Usaram desde a ajuda brasileira às vítimas do tsunami até oferta de incremento no comércio, sem sucesso. Os indonésios fecharam o balcão de negócios.


As execuções são assim
O assessor internacional de Dilma, Marco Aurélio Garcia, disse que o fuzilamento deixa “uma sombra” nas relações bilaterais, mas na lateral deles o pessoal não tá nem aí.
A mãe dele, dona Carolina, funcionária pública estadual no Rio, se empenhou enquanto deu para livrar o ‘garotão’ da enrascada, até morrer de câncer, em 2010.
As visitas dela em Tangerang eram uma festa para o staff da prisão, pra quem dava dinheiro e presentes, na tentativa de aliviar a barra para o filhão.
Com este empurrão da mamãe Marco reinou em Tangerang, nos primeiros anos – até ser transferido para outras cadeias, à espera da execução.
Eu o vi sendo atendido por presos pobres que lhe serviam de garçons, pedicures, faxineiros. Sua cela tinha TV, vídeo, som, ventilador, bonsais e, melhor ainda, portas abertas para um jardim onde ele mantinha peixes num laguinho. Quando ia lá, dona Carola dormia na cama do filho.
Marco bebia cerveja geladinha fornecida por chefões locais que estavam noutro pavilhão. Namorava uma bonita presa conhecida por Dragão de Komodo. Como ela vinha da ala feminina, os dois usavam a sala do comandante para se encontrar.


A namorada
A malandragem carioca ajudou enquanto ele teve dinheiro. Ele fazia sua parte esbanjando bom humor. Por todos os relatos de diplomatas, familiares e jornalistas que o viram na cadeia de tempos em tempos, Marco, apelidado Curumim em Ipanema, sempre se mostrou para cima. E mantinha a forma malhando muito.
Para ele, a balada era permanente. Nos últimos anos teve várias mordomias, como celular e até acesso à internet, onde postou algumas cenas.
Um clip dele circulou nos últimos dias – sempre sereno, dizendo-se arrependido, pedindo a segunda chance: “Acho que não mereço ser fuzilado”.
Marco chegou ao último dia de vida com boa aparência, pelo menos conforme as imagens exibidas no Jornal Hoje, da Globo. Mas tinha perdido quase todos os dentes em sua temporada na prisão, como relatou a jornalista e escritora australiana. No Facebook, ela disse guardar boas recordações de Archer, e criticou a “barbárie” do fuzilamento.
Numa gravação por telefone, ele ainda dava conselhos aos mais jovens, avisando que drogas só podem levar à morte ou à prisão.
Sua voz estava firme, parecia esperar um milagre, mesmo faltando apenas 120 minutos pra enfrentar o pelotão de fuzilamento – a se confirmar, deixou esta vida com o bom humor intacto, resignado.
Sabe-se que ele pediu uma garrafa de uísque Chivas Regal na última refeição e que uma tia teria lhe levado um pote de doce-de-leite.
O arrependimento manifestado nas últimas horas pode ser o reflexo de 11 anos encarcerado. Afinal, as pessoas mudam. Ou pode ter sido encenação. Só ele poderia responder.
Para mim, o homem só disse que estava arrependido de uma única coisa: de ter embalado mal a droga, permitindo a descoberta pela polícia no aeroporto.
“Tava tudo pronto pra ser a viagem da minha vida”, começou, ao relatar seu infortúnio.
Foi assim: no desembarque em Jakarta, meteu o equipamento no raio x. A asa dele tinha cinco tubos, três de alumínio e dois de carbono. Este é mais rijo e impermeável aos raios: “Meu mundo caiu por causa de um guardinha desgraçado”, reclamou.
“O cara perguntou ‘por que a foto do tubo saía preta’? Eu respondi que era da natureza do carbono. Aí ele puxou um canivete, bateu no alumínio, fez tim tim, bateu no carbono, fez tom tom”.
O som revelou que o tubo estava carregado, encerrando a bem-sucedida carreira de 25 anos no narcotráfico.
Marco ainda conseguiu dar um drible nos guardas. Enquanto eles buscavam as ferramentas, ele se esgueirou para fora do aeroporto, pegou um prosaico táxi e sumiu. Depois de 15 dias pulando de ilha em ilha no arquipélago indonésio passou sua última noite em liberdade num barraco de pescador, em Lombok, a poucas braçadas de mar da liberdade.
Acordou cercado por vários policiais, de armas apontadas. Suplicou em bahasa que tivessem misericórdia dele.
No sábado, enfrentou pela última vez a mesma polícia, mas desta vez o pessoal estava cumprindo ordens de atirar para matar.
Foi o fim do Curumim.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

TERÇA FEIRA 17/02 - 15:00 HORAS - CONCENTRAÇÃO E SAÍDA - PALANQUE DO COCO

INFORMAÇÕES: (81) 8840.1046 

domingo, 11 de janeiro de 2015

PAUSA! VAMOS VER ALGUMAS COISAS BONITAS










DESTAQUE PARA OS BOXES: EGITO - ZÂMBIA - KENYA, PENA QUE ESTE  FOTOGRAFO MEQUETREFE PERDEU AS IMAGENS, SÃO LINDAS  

Continuação do aprazível tour por Pontezinha

 MAIS ALGUMAS BELAS IMAGENS DE PONTEZINHA - PAJUÇARA


 NOSSA SENHORA DO CARMO, COMO SE NÃO BASTASSEM AS OUTRAS MAZELAS  

Mais algumas belas imagens de Pontezinha
SEGUNDA FEIRA, CONTINUAMOS 

sábado, 10 de janeiro de 2015

AS VÍSCERAS PODRES DO CONGRESSO NACIONAL Á MOSTRA!

Nada mais esclarecedor que a despedida de Pedro Simom do senado. Oitenta e cinco anos, sessenta de política e trinta e dois no senado. "O Congresso é uma ajuntamento de corporações- Sindicatos, empreiteiras, multinacionais . Ninguém ali fala pelo povo.Se deixar tudo almo, não fazem nada, ou só fazem coisas de interesses de grupos" Só a pressão popular pode produzir mudanças, é preciso ir as ruas. - Palavras de quem conhece bem o chiqueiro que virou a casa que traça os destinos do país. Nós seremos, por nossa apatia responsáveis por nossa destruição e de nossa pátria. Imaginem! Se um senador diz isso do senado onde viveu, conviveu, e tirou sustento por trinta e dois longos anos o que podemos espera de câmaras mequetrefes formadas por trafico de influência, compra de votos, troca de votos por cargos, e compra destes, em todo lugar mudam-se apenas os valores. Comprar um vereador custa dez reais, um deputado estadual vinte, um federal, trinta um senador cinquenta e por ai vai. É mentira! Nossos deputados federais e senadores são "todos" acima de qualquer suspeita. Não precisa provar, basta ouvir. O governo exige dos estados o pagamento do piso salarial aos professores, aumenta o SM em 7%, o bolsa família em 10% e todos só falam na lei de responsabilidade fiscal, que lei é essa? Aquela que foi alterada para que as contas da Dilma fechassem? Então não é lei, é piada!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

NADA MELHOR QUE UMA CAMINHADA ÀS PRIMEIRAS HORAS DA MANHÃ - O BLOG= 38.357 acessos - 87.105 visualizações

Brasil
59
Alemanha
51
Estados Unidos
46
China
10
Ucrânia
3
Angola
1
Polônia
1
Rússia
1
PÚBLICO - PONTEZINHA NO MUNDO
ANDANDO POR NOSSA COMUNIDADE, UMA VOLTA RÁPIDA, PODEMOS PERCEBER A QUALIDADE E EFICIÊNCIA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS NO CABO, SE NA SEDE DO MUNICÍPIO  VEMOS TODOS OS DIAS RECLAMAÇÕES, IMAGINEM EM NOSSA ESQUECIDA COMUNIDADE..
DIZ O DITADO; NADA MELHOR QUE IMAGENS. ELAS ECONOMIZAM 99% DO TEMPO PERDIDO COM PALAVRAS, ASSIM VAMOS FAZER TURISMO 
 Ruas limpas (Rua Pau D' Arco)
 Rede sanitária de dar inveja (Horácio Ferraz) Resto de abate de galinhas, sangue e penas
 Vigilância sanitária eficiente - Proíbe o comerciante ter uma porta de ligação do comercio com a residência, mesmo sendo um pequeno negócio familiar , mais não vê abate sem a necessária higiene
 Lixo e animais soltos (largo da Agrofértil)
 CAMINHANDO POR NOSSAS LINDAS PRAÇAS "PELAS QUAIS PAGAMOS O SUFICIENTE PARA QUE TIVESSEM INCLUSIVE - ACADEMIAS DA CIDADE"
Praça da igreja Matriz


 ÀS VEZES FICAMOS TÃO ABSORVIDOS PELA BELEZA DAS NOSSAS PRAÇAS QUE PERDIDOS, ENTRAMOS NOS ARMAZÉNS DE CONSTRUÇÃO SEM NOS DAR CONTA 
 A EFICIÊNCIA DA LIMPEZA URBANA É "CHOKANTI" - DIGNA ELOGIOS
CUIDADO! CANALETA SEM TAMPA OU COM ELA QUEBRADA  EM TODA PONTEZINHA 
REFLEXO DE: CIDADE SOLIDÁRIA , DIAS MELHORES,  CONSTRUÍNDO NOVO TEMPO E CUIDANDO MELHOR DE NOSSA GENTE   
CUIDADO! RUA DA ESTAÇÃO 
 APESAR DE ESTARMOS DENTRO DO 3º ARRECADADOR DO ESTADO, NÃO TEMOS ESGOTAMENTO SANITÁRIO, SANEAMENTO, TUDO CORRE POR CANALETAS QUE DESAGUAM NUM CANAL ASSOREADO


 SE A QUALIDADE DO ENSINO PUDESSE SER MEDIDA PELA BELEZA ARQUITETÔNICA E PREÇO DE CONSTRUÇÃO DE NOSSAS ESCOLAS MODELO, (1,6 MI)  ESTARÍAMOS ENTRE AS MELHORES DO PLANETA, MESMO ASSIM E TAL QUAL A DITA, ESTA SENDO CORROÍDA.
 NOSSAS RUAS SÃO EXEMPLOS DE LIMPEZA, ISSO NÃO É MATO É UMA ESPÉCIE RARA DE GRAMA TRAZIDA  DO EXTERIOR PARA ORNAR NOSSA RUAS 

 NEM ISSO É RESTO DE CONSTRUÇÃO, É ALGUMA CONSTRUÇÃO QUERENDO ERGUER-SE
 E POR ESTAS CANALETAS ESCOAM AS ÁGUA DE CHUVA E DAS CASAS  

 ISSO TAMBÉM NÃO É LIXO É UMA NOVA FORMA DE PROMOVER O ESCOAMENTO DAS ÁGUA  E ALIMENTAR RATOS E BARATAS, NOSSA CIDADE SEMPRE PENSANDO EM CUIDAR DAS COISAS, INCLUSIVE DAS PRAGAS  

     SE AUMENTADO CEM MIL VEZES PODERÍAMOS PENSAR QUE É UM RIO CORRENDO ENTRE NOSSA LINDA E EXTINTA MATA ATLÂNTICA 
AGORA IMAGINEM ISSO À NOITE, PELO QUE PAGAMOS DE "CIP" Contribuição KKKK para Iluminação Pública, Paris já teria perdido o titulo de cidade luz  para nós.
VAMOS CONTINUAR NOSSA TURNÊ POR PONTEZINHA
AGUARDEM