sábado, 20 de abril de 2013

RECEBI COM O TÍTULO: O PASSADO BATE À PORTA

INFELIZMENTE TENHO QUE DISCORDAR DE ALGUNS AMIGOS QUE DIZEM: POLÍTICO BOM É POLÍTICO PRESO...



HOJE NO BRASIL O BOM MESMO É QUE ESTA COMENDO CAPIM PELA RAIZ.
POLÍTICO FORTE NO BRASIL TEM QUE SEGUIR OS MESMOS PARAMETROS DE SARNEY, GENOINO, PAULO CUNHA, ZÉ DIRCEU, LULA. POR FALAR NO EXU DE NOVE DEDOS, ONDE ANDA SUA QUERIDA PIRANHA? JÁ ASSUMIU ALGUM CARGO IMPORTANTE NO GOVERNO? QUALIDADES JÁ PROVOU QUE TEM, PELO MENOS PARA PARTICIPAR DO GOVERNO DO POVO.



BRIGA POLÍTICA

Jornal do Commercio
Recife - 13.11.99
Sábado
Coronel reforça acusação a Campos
por ROSÁLIA LIMA
Acusado, pela segunda vez, de favorecimento em contrato de prestação de serviços de vigilância ao Governo do Estado, o empresário Paulo Sérgio Macedo - sócio do grupo liderado pela empresa Nordeste Segurança de Valores e amigo e correligionário do governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) - decidiu pronunciar-se "pela última vez", anteontem, em entrevista ao Jornal do Commercio. O argumento de defesa, em si, não é novo. Ele se diz vítima, primeiramente, de "extorsão", e depois, de "vingança", por não ter cedido a uma segunda tentativa de extorsão por parte do deputado federal e ex-secretário da Fazenda Eduardo Campos (PSB). A novidade agora é que o empresário lastreia-se em cópias de documentos e apresenta uma testemunha para o que afirma.
A testemunha é o superintendente de operações da Nordeste Segurança de Valores, o coronel PM da reserva, Antonio Menezes, um dos comandantes da Polícia Militar durante a terceira e última gestão (94/98) do ex-governador Miguel Arraes (PSB), da qual, Campos foi secretário da Fazenda. Antonio Menezes não só confirma ter sido procurado, por telefone, em julho de 98 pelo próprio Campos - teria pedido uma comissão de R$ 3 milhões para favorecer a Nordeste numa futura concorrência, cujo alvo era um contrato estimado em R$ 40,7 milhões/ano -, como apresenta notas fiscais de contas telefônicas comprovando ligações feitas para um número, segundo diz, indicado por Campos. As ligações teriam sido para o coronel Menezes dizer se a Nordeste concordava ou não com a negociata.
O número de telefone citado pelo coronel Menezes - que na segunda administração Arraes (87/90) foi ajudante de ordens do gabinete do governador - é o 969.4710. Trata-se de um celular funcional pertencente à Fundarpe, usado à época pelo deputado federal Eduardo Campos, pelo diretor de patrimônio histórico da fundação, Marcos Loreto, e pelo assessor da Secretaria de Trabalho e Ação Social, Gustavo Belo.
Com a experiência de quem administra uma empresa com 30 anos de mercado, dez filiais (oito Estados nordestinos, mais São Paulo e Rio de Janeiro), 10 mil funcionários, e projeção de faturar R$ 180 milhões este ano), o empresário Paulo Sérgio Macedo admite ter preferido pagar "comissões" a Campos - através de emissários -, entre agosto e novembro 96, ao invés de denunciá-lo.
"A Nordeste tinha um atrasado de mais ou menos R$ 3 milhões a receber. Ele (Campos) mandou Roberto Rego (ex-diretor do Detran no terceiro Governo Arraes) me procurar para dizer que só liberava o atrasado e pagava as parcelas vincendas até o fim de ano, se eu pagasse uma comissão de 20%. A minha rentabilidade nesse contrato não chegava a 10%. Eu tentei negociar porque não poderia pagar para trabalhar. Roberto se comprometeu a ser meu advogado junto a ele e defender que ficasse em 15%, mas ele não concordou. Foi uma negociação que durou uma manhã até cerca das 13h", assegura.
Segundo Macedo, como não houve forma de reduzir o percentual, ele negociou fazer o pagamento em parcelas, na medida que fossem sendo liberados os atrasados. "Mas exigi que os recibos fossem em bônus eleitorais. A única maneira de justificar a extorsão era exigir os recibos em bônus, já que estava no período eleitoral", conta, exibindo cópias de bônus, recibos e notas fiscais de terceiros, no total de R$ 609.163,00, equivalentes a 20.05% dos R$ 3.038.878,61 que a Nordeste tinha a receber por serviços prestados à Compesa, Fundarpe, Secretaria de Educação e Bandepe.
Apesar de detalhar como concordou em ser extorquido em 96, o empresário afirma ter-se recusado a pagar uma nova "comissão", em 98. A concorrência em questão era a de nº 04/98, para a realização de serviços de vigilância das 1.170 escolas estaduais, num contrato anual estimado em R$ 40,7 milhões. Para "vencer" a licitação, segundo Macedo, a Nordeste deveria pagar uma comissão de R$ 3 milhões a Eduardo Campos.
"Eu não poderia compactuar com essa fraude que ele (Campos) quis montar contra o Estado. E não só não concordei, como impedi que outros pagassem essa extorsão. Entrei na Justiça todas as vezes que ele tentou fazer a concorrência. A raiva dele é essa. Depois disso, a Nordeste deixou de receber pelo serviço que vinha prestando. Foi uma vingança", completa Paulo Sérgio Macedo.

##################
BRIGA POLÍTICA II"Minha intenção no caso é apenas narrar os fatos"
Para poupar-se de possíveis interpretações de que teria interesse pessoal no caso, o coronel Antonio Menezes quis deixar clara sua intenção de "não acusar ninguém, apenas narrar os fatos", sobretudo, porque "ainda tenho uma grande amizade por ele (Campos) porque conheci o seu pai - Maximiano Campos -, que considerava como um irmão. Só não sei se depois disso ainda terei". Esta é a razão pela qual o coronel supõe ter sido procurado pelo próprio deputado, na manhã de 29 de julho de 98, para ser porta-voz da proposta à Nordeste.
De acordo com Menezes, no telefonema Campos lhe dissera o seguinte: "Amanhã vai estourar uma bomba atômica". Quando procurou saber o que era, ouviu que seria uma licitação para contratação de vigilância para todas as escolas estaduais, que deveria envolver algo em torno de quatro mil homens, contingente equivalente a pouco mais de um terço de todo o efetivo da Polícia Militar.
Conforme a narrativa do coronel Menezes, Campos teria dito estar indo, naquele momento, "para uma reunião num hotel, com um grupo de fora também interessado na licitação. Ele não disse qual era o hotel nem quem era o grupo de fora". Portanto, "se a Nordeste tivesse interesse, a contribuição seria de 3 quilômetros e nem um metro a menos". O coronel diz ter argumentado não entender a proposta se, cerca de R$ 3 milhões era o que a Nordeste teria a receber da Secretaria de Educação até o final do ano. "Perguntei: E a gente tem como ganhar? E ele me disse: `Isso é comigo'. Mas, como sou superintendente de operações, informei que iria levar o caso à diretoria da empresa, e assim o fiz".
Naquele mesmo dia, o coronel lembra ter levado o assunto ao conhecimento do diretor jurídico, Marcos Paiva, e, posteriormente, ao diretor Paulo Sérgio Macedo, e ambos desautorizaram qualquer negociação com o socialista. Como precisou viajar à filial da Nordeste em Salvador, o coronel afirma ter dado esta informação a Campos. "Por isso, ele me deu o número do celular 969.4710 para eu ligar da Bahia, dizendo se a empresa tinha concordado".
A primeira chamada foi feita de um celular (à época, de propriedade de Menezes, hoje pertencente ao seu filho, cujo número pede para não ser publicado), conforme registra a fatura. Campos, porém, alegou não poder falar naquele momento porque "estava embarcando para Afogados da Ingazeira com o governador" Miguel Arraes, que estava em pré-campanha pela reeleição. Depois, diz ter recebido um telefonema de Campos, pedindo para que a próxima chamada fosse feita de um aparelho convencional.
No dia 30 de julho, o telefone usado pelo coronel foi o 384.7792 (da sede da empresa Nordeste em Salvador, também registrada na fatura), "na presença do coronel Praxedes, que é superintendente de operações de lá", revela Menezes. Segundo ele, quem atendeu o celular em Afogados e o passou para Campos foi o então diretor de abastecimento da Ceagepe, Romero Pontual. "Nessa oportunidade, disse a ele (Campos) que não haveria acordo e minha participação se encerrou ai".
O coronel Antonio Menezes, no entanto, admite a possibilidade de o deputado Eduardo Campos negar tal envolvimento. "Seria natural, isso não me espantaria. Mas ele sabe que ligou para mim e eu tenho testemunhas", acrescenta, dizendo não estar, por enquanto, autorizado a revelar este segundo nome.

SERÁ QUE O LINDINHO AGIU ASSIM, SE ASSIM FOI,QUANTO NÃO ESTA INDO NOS CONTRATOS DA ARENA, DAS OBRAS D VIABILIDADE, E AGORA NA SECA? pqp! EU QUERIA APENAS 0,001%

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Blog de Ponte dos Carvalhos: Câmara de Carpina aprova voto de repúdio contra Wy...

Blog de Ponte dos Carvalhos: Câmara de Carpina aprova voto de repúdio contra Wy...: Câmara de Carpina aprova voto de repúdio contra Wyllys “A Bíblia é uma piada. Quem crê nela é um palhaço.” Esta declaração dada pelo deput...

O povo vota em BBBs é nisso que dá. Um crapúla, imoral 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

É ISTO, É ESTE TIPO DE EDUCAÇÃO QUE VOCÊ QUER QUE SEUS FILHOS TENHAM NAS ESCOLAS?

SOB O ROTULO DE DEFENSORES DE DIREITOS ESTÃO PREGANDO A LIBERTINAGEM

Ativistas Homossexuais estão usando armas e pregando violência contra os...

SOLDADOS DE CRISTO - ALERTA

sexta-feira, 12 de abril de 2013

MATÉRIAS SOBRE A NOSSA AMAZÔNIA COBIÇADA DEVERIAM SER REPASSADAS POR TODOS E NÃO APENAS LIDOS E ARQUIVADOS OU DELETADOS. CADA VEZ SE TORNA MAIS NECESSÁRIA A CONSCIENTIZAÇÂO DOS BRASILEIROS PARA A DEFESA E INTEGRAÇÃO DA UNIDADE NACIONAL!


Assunto: EXÉRCITO NA AMAZÔNIA - Dr. DRAUZIO VAREL LA

 

"A carreira militar não é uma atividade inespecífica e descartável, um simples emprego, uma ocupação, mas um ofício absorvente e exclusivista, que nos condiciona e autolimita até o fim. Ela não nos exige as horas de trabalho da lei, mas todas as horas da vida, nos impondo também nossos destinos. A farda não é uma veste, que se despe com facilidade e até com indiferença, mas uma outra pele, que adere à própria alma, irreversivelmente para sempre".(Gen Octávio Costa)

 

Subject: EXÉRCITO NA AMAZÔNIA - Dr. DRÁUZIO VARELLA

 

 

 

O depoimento de um cidadão isento das distorções que cometem nos gabinetes de ar condicionado de Brasília, no trato das questões das reservas indígenas, da política indigenista e da ausência do poder público nos confins da Amazônia!!!

A FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA
Uma visão isenta da ação dos militares na Amazônia.

DRÁUZIO VARELLA

Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado.

O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.
No microfone, a palavra de ordem do capitão: 'Soldado Souza, etnia tucano'.
Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira:  "SELVA !!"

O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda.

Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final: "SELVA !!!"

Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões.

Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele
sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.

Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país.

De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe.

A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia.

É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia.

O Comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel. De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí.

Anteriormente formado por militares de outros estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. Essa opção foi feita por razões profissionais: 'O soldado do sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena'.

Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: 'Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB'.

Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região: salário.

Para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário.

No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.

Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica,
administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.

Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar.

Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente.

Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria? "SELVA !!!"

Lema do soldado da Amazônia:
"Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes, dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para resistir, a paciência para emboscar, a perseverança para sobreviver, a astúcia para dissimular, a fé para resistir e vencer, e daí-nos também senhor a esperança e a certeza do retorno, mas , se, defendendo essa  brasileira Amazônia, tivermos que perecer, oh Deus, que façamos com dignidade e mereçamos a vitória, Selva!!!"
TUPÃ A MASCOTE
O BRASIL SOMOS TODOS

segunda-feira, 8 de abril de 2013

DR. ANTONIO RESENDE - RECEBEU HOJE NA CAMARA APLAUSO DO POVO CABENSE

POR UNANIMIDADE O DELEGADO ANTONIO RESENDE, A CAMARA MUNICIPAL CONCEDE  MOÇÃO DE APLAUSO PORM UM ANO DE BONS SERVIÇOS AO CABO DE SANTO AGOSTINHO

Reconhecido como o mais atuante delegado o povo
cabense agradece os inestimáveis serviços já prestados com moção de aplauso e lota a camara municipal

  O Delegado Antonio Resende coloca o Cabo fora do contesto "Cidade da morte" como era conhecida nossa cidade a algum tempo.
  O Delegado alia ações eficientes e busca a interação policia/comunidade, isto tem feito a diferença;
 
Ao lado do Prefeito Vado e seus secretários mais atuantes, Lula Lima, Ian, Ronaldo e do Deputado Federal Eduardo Da Fonte, aguarda a hora de receber a moção
A presença da Vice Prefeita Edna Gomes e da Juíza, marcou
 
    PARABÉNS DR. ANTONIO
E OBRIGADO!