segunda-feira, 19 de abril de 2010

O que é bom dura pouco

Há alguns meses mostrei ao secretário da defesa social (Lula Lima, que ao contrário de muitos ouve os contribuintes e tenta sanar problemas)  que muitos destes causados no transito em Pontezinha ocorrriam devido estacionamento para carga e descarga nos horários de pico. De pronto o secretário passou a enviar uma viatura que percorria o trecho entre a linha do trem até o posto Rota do Sol
"trecho este sob resposabilidade do muncípio".
A coisa melhorou muito, quem não respeitava a não ultrapassagem era multado, com isso evitando ou pelo menos dimunuíndo o risco de acidentes e estrangulamento.

Hoje no entanto como os bravos guardas municipais " não sei se atendendo ordens superiores" ficam estáticos no largo em frente a padaria Macedo Filho os abusos voltaram, a foto mostra uma kombi do transporte alternativo na contramão para ultrapassar a fila de veículos que seguem a lei.
Este corte da foma irregular retardou a passagem de um veículo do SAMU que com sirene ligada esperava que o irresponsável tivesse uma brecha para voltar a sua mão.


Nos horários de pico mesmo que toda guarda de transito do município esteja plantada num só lugar não impedirá os abusos.
É certo que o tempo esta quente, a distância pelo menos do trecho mais caótico )Linha do trem - Padaria Tony é extensa mais não dá para matar.
Prezado secretário, veja este problema   

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A luz que vem do lixo - Respeito é bom e eu gosto, não exijo!

O que revolta não é a usina, pelo menos aparentemente o que revoltou a vereança cabense foi a demonstração de como a câmara municipal e seus membros são importantes na vida política, econômica, social e ambiental do Cabo.



A Casa Vicente Mendes, se considerarmos como verdadeiras as declarações dos vereadores não sabia que seria implantada no Cabo uma usina para queimar o lixo do Recife (claro o nosso também, acho) e presentearem o povo cabense com um ar cada mais mas puro.


Se forem verdadeiras as indignações e vozes revoltadas contra este descaso para com a representatividade popular, a soberania do povo e o direito em decidir o que melhor lhe convém os vereadores “os vereadores” deveriam se unir sem divisões partidárias ou interesses em agradar “A ou B” e abrir mão do dinheiro que gastam fazendo propaganda de show com cantores e DJs, e colocarem carros de som convocando o povo para mostrar em dia, hora e local determinado toda a revolta pelo desrespeito a sua soberania e do seu município.


Mesmo sendo difícil, pois uma ação destas provavelmente irá de encontro aos anseios de alguns “chefes” que poderão negar apoio aos mesmos nas eleições de 2012.


Está na hora da Casa Vicente Mendes dizer se lá é a Casa do Povo ou apenas um ponto de encontro para discutir os roteiros das próximas viagens de turismo, quem sabe Rússia para ver como funciona uma usina de lixo para geração de energia e lá discutirem os percentuais de toxinas aceitáveis, já que pelo visto estamos bem servidos de técnicos nesta área dentro da câmara.


Portanto ai vai uma mãozinha.
Alberto Figueiredo - (81) 3479.2986/8834.5783



Planeta Sustentável



Termelétrica movida com queima de resíduos urbanos vai abastecer campus da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro

BIODIGESTORES

A luz que vem do lixo

Termelétrica movida com queima de resíduos urbanos vai abastecer campus da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro



Foto 01



Carlos Henrique Braz

Revista Veja Rio - 12/03/2008

Nestes tempos em que encontrar maneiras de preservar o meio ambiente é um tema cada vez mais discutido, um projeto em andamento no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão, pode apontar a saída para um problema de difícil solução: a destinação final do lixo produzido nas grandes cidades. Implantada em uma área de 5 000 metros quadrados, a Usina Verde produz energia a partir de resíduos. A unidade piloto tem capacidade para gerar força e luz suficientes para abastecer 2 300 residências. Para isso, incinera 30 toneladas de lixo por dia, o equivalente à quantidade produzida por uma população de 45 000 pessoas. O "combustível" vem de um aterro sanitário da Comlurb, no Caju. "É uma termelétrica que funciona usando resíduos urbanos em vez de óleo diesel ou carvão", explica Jorge Nascimento, gerente de operações da usina.

Saiba como a usina funciona

A unidade piloto, com tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia da UFRJ (Coppe), em parceria com o grupo Arbi, deu tão certo que uma nova usina começará a ser construída, em seis meses, também no campus da universidade. Maior, terá capacidade para incinerar 150 toneladas por dia. "Com isso, teremos energia suficiente para iluminar todo o campus", diz Luciano Bastos, pesquisador da Coppe. Diariamente, entre alunos e funcionários, 65 000 pessoas circulam pelas instalações da UFRJ na Ilha do Fundão.

Bastos foi um dos responsáveis pela criação do sistema de purificação da fumaça que sai da fábrica. Evitar que a usina emitisse mais poluição era a grande preocupação dos pesquisadores. A tecnologia desenvolvida consegue limpar a fumaça produzida pela queima do lixo antes que ela seja lançada no meio ambiente - o que sai contém vapor d'água e gás carbônico, ainda maléfico, mas menos nocivo que o gás metano, o maior vilão do efeito estufa, que exala dos lixões.

Em outubro do ano passado, a Usina Verde obteve a aprovação do Bureau Veritas, instituição sediada em Paris que, entre outras atividades, avalia o impacto ambiental de instalações industriais. O próximo passo, agora, é vender a tecnologia. Serão oferecidos módulos como o que vai abastecer a universidade, em quantidade capaz de produzir energia para uma cidade com 190 000 habitantes. "Já fomos procurados por prefeitos, secretários de meio ambiente e empresários interessados em construir usinas semelhantes", conta Luiz Carlos Malta, diretor financeiro da termelétrica. Atualmente, a equipe da Coppe desenvolve programas para quatro usinas semelhantes: duas serão instaladas em siderúrgicas; a terceira, numa fábrica de cimento; e a última, numa indústria de reciclagem de papel.




Foto: 02 - Copenhague




Confesso que ficamos muito surpresos quando descemos do avião no aeroporto Kastrup e vimos de longe duas chaminés que lançavam uma fumaça branca no céu de Copenhague. Logo em Copenhague, cidade que dá exemplo de como as demais cidades deveriam ser.



Antes que entrássemos naquela onda de desilusão, descobrimos num detalhe da própia programação que estava sendo organizada para a comitiva do Planeta Sustentável que aquela fumaça tinha uma razão de ser. Trata-se de uma usina que produz energia e água quente para a cidade. E, para produzir a energia, a usina queima lixo.



Outro mistério, que só fomos desvendar quando fizemos a visita, durante um de nossos Energy Tours. A dúvida aí é porque sempre acreditei na máxima "Deus recicla e o diabo incinera", que ouvi muito durante os tempos em que se construiu em São Paulo, bem ao lado da Editora Abril, a Praça Victor Civita, que é justamente um exemplo por ter recuperado, para a população paulistana, uma área que durante anos foi contaminada por dioxina, material altamente tóxico, acumulado no solo depois de décadas de uso do local como incinerador de lixo.



O que vimos em Copenhague foi algo muito diferente: um incinerador de lixo que, por operar numa temperatura mais elevada, mais de mil graus, produz calor e energia para a cidade sem gerar o tóxico subproduto da dioxina. Cem por cento do lixo não-reciclado vira energia para iluminar e aquecer os moradores de Copenhague. Ao saber disso as chaminés foram me parecendo cada vez menos feias - e um engenheiro me disse que nas unidades de queima de lixo mais novas o próprio calor da fumaça já é recaptado para produzir mais energia.



Mais tarde, descobrimos que, na ponta do lápis, a iniciativa não se paga e que o governo dinamarquês durante anos subsidiou essa operação, até que ela chegasse perto de um ponto de equilíbrio financeiro, como agora. Mas a usina só é deficitária se não for levado em conta o altíssimo custo ambiental de depositar o lixo no chão, algo impensável num país com tão pouco espaço como a Dinamarca.



Se houvesse uma decisão firme do governo brasileiro, boa parte do lixo que hoje é depositado em aterros e lixões poderia estar gerando energia, mais ou menos na escalada de uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica). E a soma de dezenas dessas usinas talvez ajudasse a evitar a construção de termoelétricas a carvão, que o Brasil decidiu fazer.



Pelo que vimos aqui em Copenhague, o Brasil poderia decidir fazer algo diferente. Em vez de sujar a matriz energética com carvão, poderia limpá-la com lixo. Fica a idéia. E vai-se embora a má impressão causada pelas chaminés. (Caco de Paula)


Mais uma vez e para deixar bem claro!


Não somos contra a usina e sim sobre falta de informações.

A instalação (que modelo de usina, quem estará à frente do projeto existem técnicos ligados às universidades de Pernambuco ou apenas do governo e do interessado, quem fiscalizará o percentual de emanação de gazes produzidos?

Se for o CPRH já dá para saber que é piada. Não pode a maior promotora de crimes ambientais em Pernambuco ser responsável ou pelo menos dar aval a nada ligado a preservação do meio ambiente.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Onde esta nossa soberania?

CPRH PASSA POR CIMA DA AUTONOMIA  MUNICIPAL 
                                                                                                                                   
Em uma reunião formalizada hoje no teatro Barreto Junior onde o Portal Cabo estava presente e vários representante da sociedade organizada Cabense junto com representante do CPRH inclusive o Presidente da Comissão de Meio ambiente da Câmara municipal o Vereador Ricardo Carneiro (Ricardinho) e também um representante da secretaria de meio ambiente do Cabo.



Nesta reunião foi apresentado pelo CPRH a forma como se dará a audiência Publica sobre a CTDR (Central de Tratamento e Destinação de Resíduos) e nesta explanação ficamos sabendo que o local da audiência Publica será no RECIFE
Como já era de se esperar, mais uma vez o CPRH passa por cima da autonomia de nosso município, que é soberano, é bom lembrar que o Próprio Prefeito do Cabo disse com todas as letras que quem manda aqui no cabo é a prefeitura e não o CPRH mais isso e uma questão que trataremos logo abaixo

Mas voltando para a devida explanação do CPRH tivemos mais informes do tal processo em andamento veja isso


Quando a matéria foi lança no Portal Cabo na data de 04 de abril de 2010, ninguém aqui no cabo sabia de tal assunto, a não ser a Associação dos Moradores da Charneca, a UNETUR-União dos Empreendedores de Turismo Cabo de Santo Agostinho/PE o Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa e Alberto Figueiredo, fora disso ninguém estava a par deste assunto, quando a matéria for editada, logo no dia seguinte fomos para a radio Calheta, alertar a população sobre o risco da implantação desta Usina de lixo ai é que começa as contradições
1- O Prefeito do Cabo Lula Cabral por telefone afirmou que:
“As questões ambientais aqui no Cabo serão tratadas com responsabilidade que ela merece e o Povo do Cabo de Santo Agostinho pode ficar tranqüilo na questão da instalação desta usina em nosso município, pois até agora a prefeitura não foi informada nem pelo CPRH e nem pela empresa Recife Energia sobre tal projeto de instalação desta usina aqui no Cabo”.

E quando isso vier a ocorrer, iremos fazer audiências publicas para que todos possam saber do grau de responsabilidade ambiental que temos em nosso município”.
“E diante de vários projetos que chegam aqui na prefeitura todos são analisados visando todo o contexto que o cabo merece hoje e os devidos riscos que a mesma poderá ocasionar para a população do Cabo”.
“Portanto Moura quero que o povo Cabense possa estar tranqüilo nesta questão da usina de lixo”.
2- Já no na quarta feira a Secretaria Executiva de Meio Ambiente
Berenice Vilanova de Andrade Lima pediu espaço na Radio Calheta para esclarecer a população sobre a CTDR ai veio a afirmativa da mesma que ela estava com a Rima a mais de 60 dias e estava analisando a mesma.
3 – Já hoje nesta reunião obtivemos a informação que a Prefeitura do Cabo já avia assinado o licenciamento do solo para tal instalação.
Ai fica uma pergunta será quem esta faltando com a verdade?
Mas voltando a audiência Publica a sociedade organizada, junto com a comissão de meio ambiente da câmara, iremos amanha formalizar uma queixa no Ministério Publico do Cabo, para que possamos ter uma audiência publica aqui em nosso Município.
Diante deste exposto, ouve manifestação de alguns vereadores do Cabo em sessão que ocorreu agora na parte da noite na câmara Municipal  - MOURA - PORTALCABO
Alberto Figueiredo
Presente a reunião comentada e analisando tudo que ocorreu até hoje com referência e esta e outras questões envolvendo obras no município que resultem em destruição ambiental ou risco à saúde, noto que as maiores perdas são: O ataque a soberania do município, o desrespeito ao cidadão cabense e a escala hierárquica no poder executivo.


Não estamos falando da instalação de um lava jato ou posto de gasolina, o responsável pelo meio ambiente está de posse do EIA/RIMA ha sessenta dias (tem por lei 45 dias para se contrapor), concede licenciamento de uso do solo para instalação de um projeto dessa envergadura e o prefeito não sabe, o povo não sabe.

Audiência pública sobre a questão ocorrerá no Recife mesmo sendo um projeto para instalação nos dois municípios.

O CPRH, governo do estado, DER e outros órgãos mostram claramente que para eles é como se o Cabo fosse um quintal, uma casa de mãe Joana onde todos mandam menos seu povo já que sua representatividade é quase zero.

Apresentação da EIA/RIMA para construção da vicinal BR101 – Pontezinha – Barra de Jangada foi feita em Jaboatão (Prazeres), mesmo que parte desta estrada estará no nosso município.

Dizer apresentação soa como piada, foi mais um ato de dar uma satisfação sobre o que já estava acordado ( e dar cumprimento a lei que a isso obriga) entre os interessados visto, que apesar dos protestos (até acalorados) a EIA/RIMA (que teve como base estudos efetuados dez anos atrás, portanto não traduzia a realidade do ambiente a ser degradado) foi aprovada, o Governador aceitou e enviou para a assembléia que contrariando o que diz a lei (tem que ser analisada por cento e vinte dias), foi aprovada por unanimidade em vinte e quatro horas.

Vereadores, Gestores do ambiente e planejamento, Senhor Prefeito qual o traçado exato desta vicinal, será mesmo construída margeando o mangue (destruindo uma faixa de 10 Km deste ecossistema) ou devido pressão de alguns cidadãos, imprensa e MP, o traçado foi alterado, levando-se em conta que uma das leis ambientais determina que só será liberada a supressão de área de preservação permanente depois de esgotadas todas as opções possíveis, coisa que não foi respeitada pois, foram apresentadas por mim e pelo Portal Cabo quatro outros traçados com possibilidades reais de menores impactos ambientais, sociais e custos.

É hora de a câmara, da secretaria do meio ambiente (que se sabem se calam, até para o prefeito) Prefeito, Deputado assumirem seus papeis, tomar conhecimento de tudo que esta ocorrendo e como diz o prefeito mostrar ao estado que o Município do Cabo e seu povo são soberanos.

Ficam perguntas?

Se no Município de Moreno, seu prefeito foi taxativo (aqui não) vetou a instalação desta usina em seu território porque tanta facilidade no Cabo?

Se lá o Prefeito tomou conhecimento de pronto, porque aqui não?

Porque câmara e Prefeito quem sabe deputado só ficou sabendo (ou sabiam e se calaram) deste empreendimento pela mídia apesar da secretaria do meio ambiente já estar de posse de documentos há sessenta dias, onde esta o erro?

Porque o povo que vai respirar pelo resto dos seus dias o que sair das chaminés desta usina (pois provado está que mesmo as instaladas em países como: EUA, Japão, Bélgica e muitos outros só conseguem limpar 70% do gás que é emitido, visto ainda que os percentuais de poluição aceitável nesses países são muito menores que o aceito no nosso e, se levarmos em consideração o rigor das leia ambientais e a seriedade de como são tratadas estas questões nesses países, aqui é uma piada haja vista que o órgão responsável pela proteção do meio ambiente no nosso estado responde inúmeros questionamentos movidos pelo MP, cidadãos e entidades sociais organizadas?

O Cabo é soberano?

Se o povo soberano do Cabo disser não!

Terá seu desejo respeitado?

terça-feira, 13 de abril de 2010

Instalação de incinerador de lixo no Cabo

Desrespeito!


Não apenas ao meio ambiente mais ao povo, à câmara municipal do Cabo, ao próprio município.

O "dar de mamar a caranguejos" foi de menos, a CPRH opta por tele-audiência para evitar que seu presidente seja novamente chamado em público de mentiroso e criminoso ambiental como o foi na audiência para apresentação teatral da EIA/RIMA sobre a vicinal BR101-Barra de Jangada, um amontoado de inverdades, defendidas por técnicos de renome mais submissos que não valorizam suas profissões.

Apoiado pelo diretor do DER, outro de questionável capacidade técnico-administrativa que pode ser confirmada pelas obras deste órgão em Pernambuco, vide: Acesso na conjunção Coca-Cola, girador da 51 etc.

Para a CPRH/DER e empresas construtoras interessadas e coniventes com estes crimes as leis ambientais são letrinhas escritas em papel higiênico.

Como se poderá ficar tranquilo com a construção de um "cogerador" para a usina de lixo, se a segurança e o cumprimento das leis ambientais estarão nas mãos exatamente de quem as desrespeita?

Este ato da CPRH é mais uma afronta a soberania do município e do povo cabense.

Alegar usufruir da tecnologia é uma jogada suja, ao prestar contas, esclarecer, apresentar suas teorias e defender seus pontos de vista deve fazê-lo olho no olho e não se servindo de uma tela.

Sirvam-se da tecnologia para satisfazer o "interesse" dos deputados que querem ver uma usina destas em pleno funcionamento, "no exterior", gastando fortunas (do nosso dinheiro) para verem uma coisa que não conhecem e não estão capacitados a analisar com olhos técnicos.

A CPRH se tornou a Companhia Pernambucana em primeiro lugar, nenhuma outra, até mesmo a famigerada COMPESA, não chega a seus pés quando para atender os interesses financeiros, mente, frauda, burla as leis, falsifica, maquia laudos.

Aceitar, comparecer a uma audiência pública nestes termos é desrespeitar a si próprio, se os vereadores aceitarem mais esta armação da CPRH, que comungue com ela mais esta falta de respeito ao povo.

Que tantos compromissos terão o presidente da CPRH e seus "técnicos" que não podem vir ao Cabo mostrar e explicar ao povo, como se garantirá a segurança e a proteção do ar que vão respirar pelo resto de suas vidas e as contrapartidas que os beneficiarão ao se tornarem vizinhos de tal usina?

Povo!

Vereadores!

Imprensa!

Prefeito!

O Cabo, o povo cabense merece respeito, o município merece respeito, não somos macacos de auditório para ficarmos sentados assistindo as mentiras muito bem postas nas telas por técnicos em computação.

O Cabo e seu povo são soberanos, se vamos acolher o lixo (a parte que não serve) e dar fim, queimando, têm o direito de conhecer os mínimos detalhes, debater, questionar, protestar se for o caso.

Numa tele audiência, sem sentir a pressão dos questionamentos os diretores das empresas envolvidas já afetos a mentira se sentirão à vontade para ultrapassar das mentiras ao desrespeito.

Aceitar as imposições da CPRH é ser conivente com toda safadeza desta companhia e patrocinar a vitória dos interesses financeiros.

Não sou contra a usina quero apenas garantias para que em alguns anos não esteja canceroso por uma negligência dos órgãos responsáveis pela proteção do meio ambiente.

domingo, 4 de abril de 2010

USINA CTDR NO CABO

Não vou me posicionar, não tenho qualificação técnica para aprovar ou desaprovar projeto de tamanha magnitude mais alguma interrogações, dúvidas, incertezas me preocupam.


A. Gastamos milhões de reais para que Pirapama completasse o abastecimento d’água da RMR, será que a construção da CTDR não poluirá a água que será usada por milhões de pernambucanos?

B. Quem fará a fiscalização dos métodos usados para segurança do meio ambiente?

(Será a CPRH, empresa diariamente contestada até em sua honradez nos relatórios apresentados, comprovadamente visando beneficiar os poderes a não o meio ambiente?)

C. O que receberá em contrapartida o Cabo já que a parte mais podre do projeto vai ser engolida por nós?

D. Para não ser chamado de eco-chato, lembro apenas:



1) O CPRH esta permitindo a destruição de vegetação e ambientes de preservação permanente apresentando EIA/RIMAS, contestadas.

2) Nossos rios são poluídos qual a eficácia do CPRH

3) Nossa atmosfera recebe diariamente cargas de poluentes, inclusive veicular, quem está apto a punir os veículos que extrapolam na emissão de gazes? CPRH?

Então! Como esperar que um projeto destes tenha a vigilância necessária e devidamente

Qualificada para punir rigorosamente possíveis danos causados ao meio ambiente?



Por outro lado:

Se encontramos nos mercados do Cabo alimentos comercializados de forma indevida, farmácia trabalhando de forma irregular, podemos confiar na vigilância sanitária?

Existe no município (ou existirá) uma unidade capacitada a agir em regime de urgência urgentíssima em caso de acidente? Se houver um vazamento a defesa civil estará apta?



Não sou contra ou favorável, apenas acho que tudo tem que ser debatido, muito debatido com o povo que depois da implantação da unidade conviverá com seus benefícios e malefícios, não deve ser como quase sempre uma decisão apenas dos políticos, estes como sabemos levam antes de tudo, em conta, quando vão embolsar, depois se devem ou não agradar o que esta um posto acima no poder, depois quando renderá em termos de votos sua aprovação ou desaprovação.

Portanto se não houver um amplo debate popular, explicações, compromissos assumidos, aval do MP, (CPRH, não precisa, as analises deste órgão já são conhecidas), pareceres de técnicos capacitados e honrados que atestem a segurança do projeto, aval de ONGS ligadas ao meio ambiente no estado, enfim, um debate claro, transparente entre partes que se respeitem e se ouçam.

Não estamos decidindo um hoje, estamos programando o futuro e já erramos muito.

Imagem gentilmente cedida por:

sexta-feira, 26 de março de 2010

Governador Eduardo Campos não respeita mais o Meio Ambiente

Projeto de lei em tramitação na Assembleia prevê desmatamento de 1.076 hectares de vegetação nativa

Por: Verônica Falcão

Está em tramitação na Assembleia Legislativa projeto de lei enviado pelo governo do Estado que prevê o desmatamento, de uma só vez , de 1.076 hectares de vegetação nativa no Porto de Suape.

São 893,4 ha de mangue, 17,03 ha de mata atlântica e 166,06 ha de restinga.

O objetivo é a ampliação da área do complexo portuário, entre Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, para a implantação de um estaleiro.

É o maior, asseguram ambientalistas, desmatamento de mangue já realizado no Brasil. Para se ter uma ideia da abrangência da devastação, a área que será suprimida equivale a mais de 1.000 campos de futebol. É que um campo corresponde a quase um hectare (10 mil metros quadrados).

A área a ser desmatada é maior do que o mangue que foi aterrado, na década de 80, para a implantação do próprio complexo: 600 hectares.

Se o procedimento é legal? É. A lei prevê esse tipo de ação, em caso de obras de utilidade pública ou interesse social, mediante decreto do governador, desde que se faça o replantio de área de igual tamanho. Como todo mundo sabe, não há mais área tão extensa disponível no litoral pernambucano. Mas, nesse caso, existe uma outra brecha legal: se não pode replantar, o empreendedor pode fazer a compensação ambiental promovendo a conservação de uma outra área de vegetação nativa.

E, também como todo mundo sabe, o governo tem maioria na assembleia. Ou seja, o projeto certamente será aprovado e virará lei.

Bem, fica a pergunta. Alguém já parou para mensurar a relação custo-benefício da geração de emprego e renda com o estaleiro e dos inumeráveis danos ambientais que serão causados com o corte, a uma só canetada do governador, de tanta vegetação?

Nota: Vamos unir forças para demover tais atitudes aguardem

ALBERTO FIGUEIREDO:Com esta qualidade de deputados que aprovaram sem olhar a supressão de 10 km de mangue para passar a estrada dos barões do Paiva?


Mesmo prejudicando 800 famílias, 3000 pessoas e destruindo um berçário marinho de importância ambiental inconteste?

Com um órgão fiscalizador como CPRH?

Que se utiliza de métodos não muito "corretos" para aprovar RIMAS?

Com um departamento tecnicamente capaz como o DER, que dá provas disso a cada estrada que abre, deixando em cada uma, armadilhas que levam à morte apenas para economizar atendendo pedidos ou economizando para dividir?

Não meus caros! No Brasil as leis são feitas por porcos para serem desrespeitadas por outros.

Só quem não pode desrespeitá-las são os economicamente desprovidos de sorte ou oportunidades, os afodescendentes e o (a)s profissionais do sexo.

Minha cara Sra. (Srtª) ainda existe homens que acreditam nas leis, íntegros, lutadores numa guerra de cartas marcadas, promotores se rasgam de ódio ante as imposições das leis que devem seguir, mesmo vendo-as serem tratadas como lixo pelos donos dos poderes político e financeiro.

Se um promotor mais íntegro tenta impor o que dizem as leis, logo é transferido, estava dificultando a governabilidade.

Se o povo protesta é anarquista, mais se cala é covarde.

Isto! Não sou não quero ter na consciência uma mancha negra por ter deixado em minha passagem por este mundo um rastro de destruição possibilitada por minha conivência com o erro.

Que encham os bolsos triplique suas fortunas, e deixem para seus netos o direito de beber água vinda dos esgotos, respirarem o ar de suas flatulências, comerem os excrementos deles próprios, com os bolsos recheados de bilhões.

Eu! Morrei protestando e gritando, crápulas!

sexta-feira, 12 de março de 2010

A COMPESA CAVA O CONTRIBUINTE QUE SE DANE


Novamente, COMPESA!


É de conhecimento público a existência de um acordo entre a COMPESA e algumas prefeituras, a COMPESA quebra, abre buracos, conserta seus tubos, avalia e repassa o valor para que as prefeituras tapem os buracos feitos por ela.

Muitas vezes quando o valor é repassado o buraco que media dois metros quadrados já tem seis, isso sabe-se lá por quanto tempo.

Aqui em Pontezinha, CABO DE SANTO AGOSTINHO, para os que não sabe onde fica, a COMPESA faz uma campanha contra o desperdício invejável, canos estourados por meses a fio, reclamações aos montes sem resposta, água desperdiçada em quantidades impressionantes, é literalmente um exemplo da campanha feita por ela.

Quando a Prefeitura recapeou parte a Horácio Ferraz, dois dias depois a COMPESA furou uns cem metros, passamos três meses comendo poeira.

Um vazamento na Travessa da Merendiba desperdiçou água por uns dois meses, fizeram o serviço a primeira vez, voltou a vazar em três dias, fizeram novamente, foram apenas horas, agora a terceirizada “PONTO CERTO” – uma retro-escavadeira, quatro homens, quebraram toda a rua, parte da calçada feita pelo contribuinte, a terra retirada do buraco para execução do serviço esta dentro da caneleta, obstruiu por completo, ontem 11/03 passaram a tarde nesse serviço, resultado, rua interditada, caneleta entupida.
Água minando esta enchendo o buraco e derrubando as margens, com isto o resto do asfalto e da calçada.
Se chover para onde irão as águas, para dentro das casas?


De quem será a culpa?

COMPESA OU PREFEITURA?

A COMPESA quebrou, mais deveria ter uma fiscalização da prefeitura para exigir pelo menos as a desobstrução da galeria já que não tem pessoal para isto.

Será que Pontezinha é o curral da COMPESA, onde ela quebra sem comunicar nada, destrói o que foi construído pelo contribuinte já que a prefeitura não fez calçadas por aqui, obstrui o caminho das águas, interdita rua, deixa uma esculhambação de fazer inveja a qualquer petista e os moradores da localidade que se danem?

Agora queremos saber, pelo menos eu (Alberto Figueiredo) quero saber quem é responsável por toda esta zona, esta falta de respeito ao cidadão, aos moradores a uma comunidade?

Sr. Raimundo, secretário do Cabo, Sr. Presidente da COMPESA, quem é responsável, teremos que amargar os problemas caso tenhamos uma chuva forte por incompetência dos contratados pela COMPESA (já que durante o serviço os trabalhadores falavam ao telefone que o que estavam pagando não era suficiente), da parte da prefeitura, que já conhece a forma incompetente que trabalha a COMPESA porque não exige pelo menos a limpeza urgente da galeria, e não tinha uma pessoa sequer para fiscalizar o serviços visto que hoje em dia quando a COMPESA vem quebrar é com máquinas e a destruição é grande?

Ficam as perguntas,

Quem é mais incompetente a COMPESA ou seus terceirizados?

Quem é responsável por toda esta falta de controle e de respeito à comunidade?