Desrespeito!
Não apenas ao meio ambiente mais ao povo, à câmara municipal do Cabo, ao próprio município.
O "dar de mamar a caranguejos" foi de menos, a CPRH opta por tele-audiência para evitar que seu presidente seja novamente chamado em público de mentiroso e criminoso ambiental como o foi na audiência para apresentação teatral da EIA/RIMA sobre a vicinal BR101-Barra de Jangada, um amontoado de inverdades, defendidas por técnicos de renome mais submissos que não valorizam suas profissões.
Apoiado pelo diretor do DER, outro de questionável capacidade técnico-administrativa que pode ser confirmada pelas obras deste órgão em Pernambuco, vide: Acesso na conjunção Coca-Cola, girador da 51 etc.
Para a CPRH/DER e empresas construtoras interessadas e coniventes com estes crimes as leis ambientais são letrinhas escritas em papel higiênico.
Como se poderá ficar tranquilo com a construção de um "cogerador" para a usina de lixo, se a segurança e o cumprimento das leis ambientais estarão nas mãos exatamente de quem as desrespeita?
Este ato da CPRH é mais uma afronta a soberania do município e do povo cabense.
Alegar usufruir da tecnologia é uma jogada suja, ao prestar contas, esclarecer, apresentar suas teorias e defender seus pontos de vista deve fazê-lo olho no olho e não se servindo de uma tela.
Sirvam-se da tecnologia para satisfazer o "interesse" dos deputados que querem ver uma usina destas em pleno funcionamento, "no exterior", gastando fortunas (do nosso dinheiro) para verem uma coisa que não conhecem e não estão capacitados a analisar com olhos técnicos.
A CPRH se tornou a Companhia Pernambucana em primeiro lugar, nenhuma outra, até mesmo a famigerada COMPESA, não chega a seus pés quando para atender os interesses financeiros, mente, frauda, burla as leis, falsifica, maquia laudos.
Aceitar, comparecer a uma audiência pública nestes termos é desrespeitar a si próprio, se os vereadores aceitarem mais esta armação da CPRH, que comungue com ela mais esta falta de respeito ao povo.
Que tantos compromissos terão o presidente da CPRH e seus "técnicos" que não podem vir ao Cabo mostrar e explicar ao povo, como se garantirá a segurança e a proteção do ar que vão respirar pelo resto de suas vidas e as contrapartidas que os beneficiarão ao se tornarem vizinhos de tal usina?
Povo!
Vereadores!
Imprensa!
Prefeito!
O Cabo, o povo cabense merece respeito, o município merece respeito, não somos macacos de auditório para ficarmos sentados assistindo as mentiras muito bem postas nas telas por técnicos em computação.
O Cabo e seu povo são soberanos, se vamos acolher o lixo (a parte que não serve) e dar fim, queimando, têm o direito de conhecer os mínimos detalhes, debater, questionar, protestar se for o caso.
Numa tele audiência, sem sentir a pressão dos questionamentos os diretores das empresas envolvidas já afetos a mentira se sentirão à vontade para ultrapassar das mentiras ao desrespeito.
Aceitar as imposições da CPRH é ser conivente com toda safadeza desta companhia e patrocinar a vitória dos interesses financeiros.
Não sou contra a usina quero apenas garantias para que em alguns anos não esteja canceroso por uma negligência dos órgãos responsáveis pela proteção do meio ambiente.
terça-feira, 13 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
USINA CTDR NO CABO
Não vou me posicionar, não tenho qualificação técnica para aprovar ou desaprovar projeto de tamanha magnitude mais alguma interrogações, dúvidas, incertezas me preocupam.
A. Gastamos milhões de reais para que Pirapama completasse o abastecimento d’água da RMR, será que a construção da CTDR não poluirá a água que será usada por milhões de pernambucanos?
B. Quem fará a fiscalização dos métodos usados para segurança do meio ambiente?
(Será a CPRH, empresa diariamente contestada até em sua honradez nos relatórios apresentados, comprovadamente visando beneficiar os poderes a não o meio ambiente?)
C. O que receberá em contrapartida o Cabo já que a parte mais podre do projeto vai ser engolida por nós?
D. Para não ser chamado de eco-chato, lembro apenas:
1) O CPRH esta permitindo a destruição de vegetação e ambientes de preservação permanente apresentando EIA/RIMAS, contestadas.
2) Nossos rios são poluídos qual a eficácia do CPRH
3) Nossa atmosfera recebe diariamente cargas de poluentes, inclusive veicular, quem está apto a punir os veículos que extrapolam na emissão de gazes? CPRH?
Então! Como esperar que um projeto destes tenha a vigilância necessária e devidamente
Qualificada para punir rigorosamente possíveis danos causados ao meio ambiente?
Por outro lado:
Se encontramos nos mercados do Cabo alimentos comercializados de forma indevida, farmácia trabalhando de forma irregular, podemos confiar na vigilância sanitária?
Existe no município (ou existirá) uma unidade capacitada a agir em regime de urgência urgentíssima em caso de acidente? Se houver um vazamento a defesa civil estará apta?
Não sou contra ou favorável, apenas acho que tudo tem que ser debatido, muito debatido com o povo que depois da implantação da unidade conviverá com seus benefícios e malefícios, não deve ser como quase sempre uma decisão apenas dos políticos, estes como sabemos levam antes de tudo, em conta, quando vão embolsar, depois se devem ou não agradar o que esta um posto acima no poder, depois quando renderá em termos de votos sua aprovação ou desaprovação.
Portanto se não houver um amplo debate popular, explicações, compromissos assumidos, aval do MP, (CPRH, não precisa, as analises deste órgão já são conhecidas), pareceres de técnicos capacitados e honrados que atestem a segurança do projeto, aval de ONGS ligadas ao meio ambiente no estado, enfim, um debate claro, transparente entre partes que se respeitem e se ouçam.
Não estamos decidindo um hoje, estamos programando o futuro e já erramos muito.
A. Gastamos milhões de reais para que Pirapama completasse o abastecimento d’água da RMR, será que a construção da CTDR não poluirá a água que será usada por milhões de pernambucanos?
B. Quem fará a fiscalização dos métodos usados para segurança do meio ambiente?
(Será a CPRH, empresa diariamente contestada até em sua honradez nos relatórios apresentados, comprovadamente visando beneficiar os poderes a não o meio ambiente?)
C. O que receberá em contrapartida o Cabo já que a parte mais podre do projeto vai ser engolida por nós?
D. Para não ser chamado de eco-chato, lembro apenas:
1) O CPRH esta permitindo a destruição de vegetação e ambientes de preservação permanente apresentando EIA/RIMAS, contestadas.
2) Nossos rios são poluídos qual a eficácia do CPRH
3) Nossa atmosfera recebe diariamente cargas de poluentes, inclusive veicular, quem está apto a punir os veículos que extrapolam na emissão de gazes? CPRH?
Então! Como esperar que um projeto destes tenha a vigilância necessária e devidamente
Qualificada para punir rigorosamente possíveis danos causados ao meio ambiente?
Por outro lado:
Se encontramos nos mercados do Cabo alimentos comercializados de forma indevida, farmácia trabalhando de forma irregular, podemos confiar na vigilância sanitária?
Existe no município (ou existirá) uma unidade capacitada a agir em regime de urgência urgentíssima em caso de acidente? Se houver um vazamento a defesa civil estará apta?
Não sou contra ou favorável, apenas acho que tudo tem que ser debatido, muito debatido com o povo que depois da implantação da unidade conviverá com seus benefícios e malefícios, não deve ser como quase sempre uma decisão apenas dos políticos, estes como sabemos levam antes de tudo, em conta, quando vão embolsar, depois se devem ou não agradar o que esta um posto acima no poder, depois quando renderá em termos de votos sua aprovação ou desaprovação.
Portanto se não houver um amplo debate popular, explicações, compromissos assumidos, aval do MP, (CPRH, não precisa, as analises deste órgão já são conhecidas), pareceres de técnicos capacitados e honrados que atestem a segurança do projeto, aval de ONGS ligadas ao meio ambiente no estado, enfim, um debate claro, transparente entre partes que se respeitem e se ouçam.
Não estamos decidindo um hoje, estamos programando o futuro e já erramos muito.
Imagem gentilmente cedida por:
sexta-feira, 26 de março de 2010
Governador Eduardo Campos não respeita mais o Meio Ambiente
Projeto de lei em tramitação na Assembleia prevê desmatamento de 1.076 hectares de vegetação nativa
Por: Verônica Falcão
Está em tramitação na Assembleia Legislativa projeto de lei enviado pelo governo do Estado que prevê o desmatamento, de uma só vez , de 1.076 hectares de vegetação nativa no Porto de Suape.
São 893,4 ha de mangue, 17,03 ha de mata atlântica e 166,06 ha de restinga.
O objetivo é a ampliação da área do complexo portuário, entre Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, para a implantação de um estaleiro.
É o maior, asseguram ambientalistas, desmatamento de mangue já realizado no Brasil. Para se ter uma ideia da abrangência da devastação, a área que será suprimida equivale a mais de 1.000 campos de futebol. É que um campo corresponde a quase um hectare (10 mil metros quadrados).
A área a ser desmatada é maior do que o mangue que foi aterrado, na década de 80, para a implantação do próprio complexo: 600 hectares.
Se o procedimento é legal? É. A lei prevê esse tipo de ação, em caso de obras de utilidade pública ou interesse social, mediante decreto do governador, desde que se faça o replantio de área de igual tamanho. Como todo mundo sabe, não há mais área tão extensa disponível no litoral pernambucano. Mas, nesse caso, existe uma outra brecha legal: se não pode replantar, o empreendedor pode fazer a compensação ambiental promovendo a conservação de uma outra área de vegetação nativa.
E, também como todo mundo sabe, o governo tem maioria na assembleia. Ou seja, o projeto certamente será aprovado e virará lei.
Bem, fica a pergunta. Alguém já parou para mensurar a relação custo-benefício da geração de emprego e renda com o estaleiro e dos inumeráveis danos ambientais que serão causados com o corte, a uma só canetada do governador, de tanta vegetação?
Nota: Vamos unir forças para demover tais atitudes aguardem
ALBERTO FIGUEIREDO:Com esta qualidade de deputados que aprovaram sem olhar a supressão de 10 km de mangue para passar a estrada dos barões do Paiva?
Mesmo prejudicando 800 famílias, 3000 pessoas e destruindo um berçário marinho de importância ambiental inconteste?
Com um órgão fiscalizador como CPRH?
Que se utiliza de métodos não muito "corretos" para aprovar RIMAS?
Com um departamento tecnicamente capaz como o DER, que dá provas disso a cada estrada que abre, deixando em cada uma, armadilhas que levam à morte apenas para economizar atendendo pedidos ou economizando para dividir?
Não meus caros! No Brasil as leis são feitas por porcos para serem desrespeitadas por outros.
Só quem não pode desrespeitá-las são os economicamente desprovidos de sorte ou oportunidades, os afodescendentes e o (a)s profissionais do sexo.
Minha cara Sra. (Srtª) ainda existe homens que acreditam nas leis, íntegros, lutadores numa guerra de cartas marcadas, promotores se rasgam de ódio ante as imposições das leis que devem seguir, mesmo vendo-as serem tratadas como lixo pelos donos dos poderes político e financeiro.
Se um promotor mais íntegro tenta impor o que dizem as leis, logo é transferido, estava dificultando a governabilidade.
Se o povo protesta é anarquista, mais se cala é covarde.
Isto! Não sou não quero ter na consciência uma mancha negra por ter deixado em minha passagem por este mundo um rastro de destruição possibilitada por minha conivência com o erro.
Que encham os bolsos triplique suas fortunas, e deixem para seus netos o direito de beber água vinda dos esgotos, respirarem o ar de suas flatulências, comerem os excrementos deles próprios, com os bolsos recheados de bilhões.
Eu! Morrei protestando e gritando, crápulas!
Por: Verônica Falcão
Está em tramitação na Assembleia Legislativa projeto de lei enviado pelo governo do Estado que prevê o desmatamento, de uma só vez , de 1.076 hectares de vegetação nativa no Porto de Suape.
São 893,4 ha de mangue, 17,03 ha de mata atlântica e 166,06 ha de restinga.
O objetivo é a ampliação da área do complexo portuário, entre Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, para a implantação de um estaleiro.
É o maior, asseguram ambientalistas, desmatamento de mangue já realizado no Brasil. Para se ter uma ideia da abrangência da devastação, a área que será suprimida equivale a mais de 1.000 campos de futebol. É que um campo corresponde a quase um hectare (10 mil metros quadrados).
A área a ser desmatada é maior do que o mangue que foi aterrado, na década de 80, para a implantação do próprio complexo: 600 hectares.
Se o procedimento é legal? É. A lei prevê esse tipo de ação, em caso de obras de utilidade pública ou interesse social, mediante decreto do governador, desde que se faça o replantio de área de igual tamanho. Como todo mundo sabe, não há mais área tão extensa disponível no litoral pernambucano. Mas, nesse caso, existe uma outra brecha legal: se não pode replantar, o empreendedor pode fazer a compensação ambiental promovendo a conservação de uma outra área de vegetação nativa.
E, também como todo mundo sabe, o governo tem maioria na assembleia. Ou seja, o projeto certamente será aprovado e virará lei.
Bem, fica a pergunta. Alguém já parou para mensurar a relação custo-benefício da geração de emprego e renda com o estaleiro e dos inumeráveis danos ambientais que serão causados com o corte, a uma só canetada do governador, de tanta vegetação?
Nota: Vamos unir forças para demover tais atitudes aguardem
ALBERTO FIGUEIREDO:Com esta qualidade de deputados que aprovaram sem olhar a supressão de 10 km de mangue para passar a estrada dos barões do Paiva?
Mesmo prejudicando 800 famílias, 3000 pessoas e destruindo um berçário marinho de importância ambiental inconteste?
Com um órgão fiscalizador como CPRH?
Que se utiliza de métodos não muito "corretos" para aprovar RIMAS?
Com um departamento tecnicamente capaz como o DER, que dá provas disso a cada estrada que abre, deixando em cada uma, armadilhas que levam à morte apenas para economizar atendendo pedidos ou economizando para dividir?
Não meus caros! No Brasil as leis são feitas por porcos para serem desrespeitadas por outros.
Só quem não pode desrespeitá-las são os economicamente desprovidos de sorte ou oportunidades, os afodescendentes e o (a)s profissionais do sexo.
Minha cara Sra. (Srtª) ainda existe homens que acreditam nas leis, íntegros, lutadores numa guerra de cartas marcadas, promotores se rasgam de ódio ante as imposições das leis que devem seguir, mesmo vendo-as serem tratadas como lixo pelos donos dos poderes político e financeiro.
Se um promotor mais íntegro tenta impor o que dizem as leis, logo é transferido, estava dificultando a governabilidade.
Se o povo protesta é anarquista, mais se cala é covarde.
Isto! Não sou não quero ter na consciência uma mancha negra por ter deixado em minha passagem por este mundo um rastro de destruição possibilitada por minha conivência com o erro.
Que encham os bolsos triplique suas fortunas, e deixem para seus netos o direito de beber água vinda dos esgotos, respirarem o ar de suas flatulências, comerem os excrementos deles próprios, com os bolsos recheados de bilhões.
Eu! Morrei protestando e gritando, crápulas!
sexta-feira, 12 de março de 2010
A COMPESA CAVA O CONTRIBUINTE QUE SE DANE
Novamente, COMPESA!
É de conhecimento público a existência de um acordo entre a COMPESA e algumas prefeituras, a COMPESA quebra, abre buracos, conserta seus tubos, avalia e repassa o valor para que as prefeituras tapem os buracos feitos por ela.
Muitas vezes quando o valor é repassado o buraco que media dois metros quadrados já tem seis, isso sabe-se lá por quanto tempo.
Aqui em Pontezinha, CABO DE SANTO AGOSTINHO, para os que não sabe onde fica, a COMPESA faz uma campanha contra o desperdício invejável, canos estourados por meses a fio, reclamações aos montes sem resposta, água desperdiçada em quantidades impressionantes, é literalmente um exemplo da campanha feita por ela.
Quando a Prefeitura recapeou parte a Horácio Ferraz, dois dias depois a COMPESA furou uns cem metros, passamos três meses comendo poeira.
Um vazamento na Travessa da Merendiba desperdiçou água por uns dois meses, fizeram o serviço a primeira vez, voltou a vazar em três dias, fizeram novamente, foram apenas horas, agora a terceirizada “PONTO CERTO” – uma retro-escavadeira, quatro homens, quebraram toda a rua, parte da calçada feita pelo contribuinte, a terra retirada do buraco para execução do serviço esta dentro da caneleta, obstruiu por completo, ontem 11/03 passaram a tarde nesse serviço, resultado, rua interditada, caneleta entupida.
Água minando esta enchendo o buraco e derrubando as margens, com isto o resto do asfalto e da calçada.
Se chover para onde irão as águas, para dentro das casas?
De quem será a culpa?
COMPESA OU PREFEITURA?
A COMPESA quebrou, mais deveria ter uma fiscalização da prefeitura para exigir pelo menos as a desobstrução da galeria já que não tem pessoal para isto.
Será que Pontezinha é o curral da COMPESA, onde ela quebra sem comunicar nada, destrói o que foi construído pelo contribuinte já que a prefeitura não fez calçadas por aqui, obstrui o caminho das águas, interdita rua, deixa uma esculhambação de fazer inveja a qualquer petista e os moradores da localidade que se danem?
Agora queremos saber, pelo menos eu (Alberto Figueiredo) quero saber quem é responsável por toda esta zona, esta falta de respeito ao cidadão, aos moradores a uma comunidade?
Sr. Raimundo, secretário do Cabo, Sr. Presidente da COMPESA, quem é responsável, teremos que amargar os problemas caso tenhamos uma chuva forte por incompetência dos contratados pela COMPESA (já que durante o serviço os trabalhadores falavam ao telefone que o que estavam pagando não era suficiente), da parte da prefeitura, que já conhece a forma incompetente que trabalha a COMPESA porque não exige pelo menos a limpeza urgente da galeria, e não tinha uma pessoa sequer para fiscalizar o serviços visto que hoje em dia quando a COMPESA vem quebrar é com máquinas e a destruição é grande?
Ficam as perguntas,
Quem é mais incompetente a COMPESA ou seus terceirizados?
Quem é responsável por toda esta falta de controle e de respeito à comunidade?
sábado, 6 de março de 2010
Cadeira especial para o legislativo cabense
Serão adquiridas pelo povo cabense para serem postas em uso na câmara para confôrto dos ilustres parlamentares.
Espera-se pelo menos que não se continue sentindo o odor dos trabalhos que são executados naquela casa.
Talves única coisa positiva no investimento evitar que o mau cheiro chegue ás ruas
Espera-se pelo menos que não se continue sentindo o odor dos trabalhos que são executados naquela casa.
Talves única coisa positiva no investimento evitar que o mau cheiro chegue ás ruas
domingo, 24 de janeiro de 2010
SAIRAM PARA CAÇAR E FORAM CAÇADOS!
Oposição no Cabo sem rumo e sem identidade
Isto foi visto no protesto elaborado pelos Partidos de oposição no Cabo
PSDB, PMDB, PPS, DEM, PMN, PV, PSDC, PSL, PGTdoB.
Estes partidos parecem que esquecer como é fazer oposição, pois um ato de panfletagem e de dois pequenos discursos de dois vereadores não faz coro para tal pretensão em ser oposição. Visto que o comportamento desses políticos chama a atenção também por outra peculiaridade. Ao invés de concentrar as críticas na política construtiva vai tentar criar fato em cima do que o Ministério Publico já vem fazendo.
Este fiasco narrado em matéria no Jornal Eletrônico www.portalcabo.com.br, do amigo Moura originou uma série de comentários o que é normal, mais a crescente politização da comunidade Cabense, trouxe a baila problemas muito maiores que desmandos da situação.
Quando se é político apenas como meio de vida para enriquecimento ilícito, sem que a justiça possa tocá-los devido a imunidade e ainda por cima é oposição (oposição porque não esta recebendo bem da situação ou seus interesse políticos são outros; “interesses”, ânsia de poder maior) existe a possibilidade da mudança de rumo e foi exatamente o que aconteceu.
Os líderes oposicionistas do Cabo são: Betinho Gomes, Arimatéia, e Ricardinho, organizadores e incentivadores do protesto contra os desmandos existentes na atual gestão, eis que o evento esta tomando direção inversa.
Se, e é claro que chegarão os comentários chegarem ao MP é provável que tenham muito que responder, mesmo que para eles isto não seja nada fora do comum.
Transcrevo alguns comentários neles material para o MP e PMF, CGU, TCU etc., etc.e explicações do sennador.
1. Biro de Pirapama disse:
janeiro 23, 2010 às 5:30 pm
Caro Moura, acho muito importante esta sua visão Política diante desta oposição sem rumo e sem direção aqui no Cabo e reitero suas palavras com o que espero de uma “Oposição Cabense”
É assegurado às minorias o direito de constituir e exercer uma oposição democrática ao Governo e aos órgãos executivos das regiões autônomas e das autarquias locais de natureza representativa, nos termos da Constituição e da lei.
Para que a oposição retome a iniciativa política, não basta ela dizer ao público o que o público já sabe: que as coisas estão ruins e podem piorar
O que a oposição precisa apresentar são argumentos para convencer as pessoas de que é necessária a troca de liderança. Se não conseguir, corre o risco de virarem fumaça.
E qual é a maior dificuldade da oposição na tarefa? Seu pouco apetite para combater programaticamente o governo. Nos últimos seis anos, a oposição tem oscilado entre o denuncismo e a apatia. Periodicamente, sobrevêm surtos de radicalismo moralista. Ao falharem, são substituídos pelo nada.
Em vez de uma atuação articulada para identificar as fragilidades da administração municipal e centrar fogo, ações individuais que, muitas vezes, acabam caindo no esquecimento. No cotidiano parlamentar, uma corrida por visibilidade e por ser o porta-voz das denúncias de maior repercussão contra a Prefeitura. São esses alguns dos elementos que caracterizam, e ao mesmo tempo, enfraquecem a oposição ao prefeito Lula Cabral é quem acaba “sorrindo à toa” diante da falta de articulação e da visível briga de egos entre os parlamentares da oposição
Unidos por um mesmo objetivo, mas separados pela prática, os vereadores que integram o pequeno bloco de oposição A oposição peca muito porque é uma oposição que não tem proposição. São raríssimas as manifestações da oposição com algo propositivo pra cidade. Atua muito numa linha negativista. Então acho que isso deixa a desejar. Acho que poderíamos ter uma oposição programaticamente mais qualificada não só apontando os erros do atual Gestor, mas mostrando soluções para o povo Cabense
1. Ana Maria Leitão disse:
janeiro 23, 2010 às 5:57 pm
Meu amigo Moura às vezes você me surpreende com sua visão autônoma diante de fatos que muitas vezes passa despercebido por vários Jornalistas sérios que muitas vezes só enxergar o teor da matéria abstrata e não o conteúdo minucioso que seu olhar tem, fico contente e ao mesmo tempo agradecida pois você esta se tornando um grande baluarte da Democracia Cabence espero que suas palavras possa surtir efeito e causa neste senhores que tenta fazer Oposição aqui no Cabo.
E fico feliz Moura é que na sua fala você mostra que a oposição tem de voltar às raízes de suas origens onde ela tem que aprender o simples “Que é o direito de ser oposição e como fazê-lo”
E não pense Moura que eles não entenderam seu recado, sim eles sabem, já são velhos militantes das antigas, contudo parece que o sucesso subia a cabeça como foi o caso do Ex Deputado Betinho Gomes nem se quer fez sua fala o que seria de extrema importância para o movimento.
Contudo quero aqui deixar meu sincero apoio ao Vereador Ricardinho que vem lutando bravamente nos confins deste Cabo, contudo, esta é a verdadeira e única Oposição que temos aqui no Cabo e se o mesmo sai-se candidato a Deputado tenho certeza que faria um estrago tremendo.
1. Viveane Araujo de Pontezinha Cabo disse:
janeiro 23, 2010 às 6:48 pm
O DESTINO DA OPOSIÇÃO
A sucessão de escândalos, a corrupção convertida em prática cotidiana, o baixo nível dos debates e a ausência dramática de propostas integradas e factíveis para governar o Município são a ponta de um iceberg que hoje aprisiona todo o campo Político do Cabo
Quando se fala em oposições, fala-se em PSDB, PMDB, PPS, DEM, PMN, PV, PSDC, PSL, PGTdoB, partidos de caráter e dimensões distintas, mas que vêm falando linguagem semelhante e afinada.
Como articular coisas tão diferentes? Quem comanda quem define os conteúdos, qual o papel de cada parceiro dessa operação? A “frente” oposicionista não responde a essas questões. Não é comandada por ninguém, não tem definições programáticas e não fala outro dialeto que não o anti-Lula Cabral, com pitadas improdutivas de frustração e udenismo moralista.
Diante desta Oposição Cabense é uma tragédia para a democracia e para a sociedade, especialmente porque deixa parcelas importantes da população sem um norte e reforça o clima de unanimidade que, ao não corresponder à realidade, funciona como um elixir de apatia e desinteresse para todos Cabenses.
Isso forma uma conjunção astral terrível para as oposições, roubando delas quase todas as fichas.
Se a Oposição conseguirem sacudir a poeira e ganhar consistência, 2012 estaremos salvos. Se fracassarem, continuaremos na mesma velha e boa toada de sempre. Onde dará ao gestor colocar quem ele queira perpetuando assim o esconderijo de suas Maracutaia.
1. Joana Dalessandro disse:
janeiro 23, 2010 às 9:33 pm
Caro moura, parabéns pelo teu comentário.
Sabe o que falta a oposição no Cabo? ESTATURA MORAL.
A oposição na Câmara de Vereadores é comandada por Arimatéia e Rcardinho (sobrinho do Elias Gomes).
Arimatéia foi secretário de Educação de Elias Gomes, foi execrado da Administração por suspeita de corrupção e enriquecimento ilícito,num episódio que virou caso de policia, até hoje esse caso não foi devidamente esclarecido.
Ricardinho: foi um caso típico de nepotismo pois é sobrinho do ex-prefeito Elias e ocupava cargo comissionado, porém o mais curioso é que tinha um salário de cerca de R$ 700,00 e saiu rico(virou empresário da comunicação)
Fora da câmara a oposição é comandada Betinho Gomes (filho de Elias Gomes)
Esse Rapaz ganhou de presente um mandato de Deputado e por pura incompetência não conseguiu a reeleição. Nunca administrou nada na vida,até porque nunca trabalhou,aliás administrou uma fábrica de fubá, faliu a fábrica e não pagou ao banco do Nordeste cerca R$ 300.000,00 (trezentos mil reais do dinheiro público).Atualmente ocupa um Cargo no Senado Federal, recebe sem prestar
sequer um dia de serviço.
O chefão de todos eles, e que estar por trás dessa “oposição” chama-se Elias Gomes, um político carreirista que já foi por três vezes Prefeito do Cabo, Administrador de Fernando de Noronha, Deputado,Secretário de Justiça etc.
A questão é que em todos esses cargos o Elias teve suas contas rejeitadas por improbidade administrativa,desvio de recursos corrupção e outras coisitas mais (è só
consultar os órgãos de controle das contas publicas) portanto meu caro aonde reside a condição de Guardiões da ética?
1. viveane Araujo de Pontezinha Cabo disse:
janeiro 23, 2010 às 11:25 pm
Quero dizer a minha amiga Joana Dalessandro pesquisando no google encontrei
Heberte Lamarck Gomes da Silva mais conhecido (BETINHO GOMES)
SOCIO MAJORITÁRIO 70% DA COTAS EMPRESA MOAGEM DE MILHO MASSANGANA LDTA.
Mau pagador 1
O Banco do Nordeste executou uma dívida de R$ 256.291,98, em nome da Moagem de Milho Massangana, da família do secretário de Justiça e ex-prefeito do Cabo, Elias Gomes. Há suspeitas de que a empresa, que produzia derivados de milho, era fornecedora da Prefeitura na gestão de Elias.
Mau pagador 2
Além de cobrar o papagaio na justiça, o banco hipotecou vários bens e imóveis da família de Elias Gomes. A Massangana estava registrada em nome de vários sócios, entre eles o deputado Betinho Gomes, filho do ex-prefeito. A sentença judicial, da 12ª Vara Cível, é assinada pelo juiz Francisco de Assis.
ATO DO DIRETOR GERAL Nº 57, de 2009
O DIRETOR-GERAL DO SENADO FEDERAL, no
uso de suas atribuições regimentais e regulamentares, e tendo
em vista o que consta do Processo nº 000519/09-0, RESOLVE
nomear, na forma do disposto do Inciso II do artigo 9º da Lei nº
8.112, de 1990, HEBERTE LAMARCK GOMES DA SILVA (Betinho Gomes) para
exercer o cargo, em comissão, de Assistente Parlamentar, AP-2,
do Quadro de Pessoal do Senado Federal, com lotação e
exercício no Gabinete do Senador Sérgio Guerra.
Senado Federal, 16 de janeiro de 2009. José
Alexandre Lima Gazineo, Diretor-Geral Adjunto
Então, Vamos trabalhar!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Uma luta entre Davi e Golias
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