quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

EM NOME DE BARBALHO, O TRIBUNAL FEDERAL DEIXOU DE SER "SUPREMO"

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011


Do blog: A Casa da mãe Joana 


Retorno de Jader Barbalho.
ESSA É DO CARVALHO!

Jader algemado, uma foto inesquecível

Hoje, o Tribunal Federal deixou definitivamente de ser supremo. DETERMINOU que Jader Barbalho tome posse IMEDIATAMENTE no Senado. O citado meliante, além de pertencer ao conhecido PMBD (pelo Pará - pobre Pará que tem do que se envergonhar até mesmo de seus "amantes amantíssimos"! ), tem um nome que se tornou uma espécie de símbolo da cafagestagem.

O tribunal voltou a analisar um recurso do político, cujo julgamento tinha sido suspenso em novembro. Argumento usado pelos ministros: teria havido uma "questão técnica "(?) do processo, que os obrigaria a esperar a posse da ministra Rosa Weber para decidir a questão. Assim, decidiram, então, adiar a votação para melhor atropelar o que é primordial para o povo que votou pela ficha limpa.


Jader Barbalho foi candidato ao Senado pelo PMDB do Pará e obteve 1,8 milhão de votos. O mesmo tipo de brasileiros que elege os malufis e os renans. No entanto, teve seu registro negado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa e não pôde tomar posse. Foi no recurso que ele apresentou ao STF que a Corte se debruçou sobre a validade da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2010. Antes, os ministros já tinham analisado o caso de Joaquim Roriz, mas o processo foi extinto depois que ele desistiu de concorrer ao governo do Distrito Federal.

Ô dúvida cruel! Cru-de-lís-si-ma!!!

Depois de um empate em 5 a 5, os ministros usaram um item do regimento interno para decidir que a lei valeria para as eleições de 2010, tornando Barbalho inelegível. Porém... em março, já com a presença do ministro Luiz Fux (fux you!) na décima primeira cadeira da Corte, o plenário acabou entendendo que a Lei da Ficha Limpa não poderia valer para as eleições de 2010, uma vez que a norma deveria esperar um ano para produzir efeitos por alterar o processo eleitoral.

É assim, como se fosse o efeito de um remédio homeopático. Para 'eles', porque para nós o efeito é tão imediato quanto o vômito (ou algo parecido) que vem logo depois de comer salada de maionese estragada.


Se depender das eternas náuseas,
poderíamos dizer que o Brasil é o país da comida podre.

2 comentários:

  1. Que diferença, esta matéria feita e postada por um senhora educada fica bem diferente, se fosse feita por um cavalo como eu, seria mais ou menos assim: São estes FDP que recebem milhões para definir os destinos do povo brasileiro, eita povinho!

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  2. E alguem esperava outra coisa? Quem os colocou la já contava com isto. Vamos continuar pagando a estes FDPs(como vc os denomina)para fazerem pior. Aguardemos.

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