quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Eleições: NÃO MATAR

Não podemos partilhar desta afronta aos conceitos morais do nosso povo levados por palavras estudadas e bem colocadas de futuro maravilho, com muito emprego, saúde, paz e dignidade, se todas estas qualidades estamos trocando por promessas de homens e mulheres que tem como único interesse o poder e já deram provas que não passam de ladrões e marginais.   
Alberto Figueiredo

Eleições: NÃO MATAR

http://www.cnbbleste2.org.br/artigo_detalhado.php?cd_artigo=1248
Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro
Bispo diocesano de Oliveira

São quatro os direitos fundamentais da pessoa humana: direito à vida;
direito à propriedade; direito à liberdade e direito à honra. ³Quando se
denota a ausência de um deles, a pessoa desaparece: sem vida não existe, sem
propriedade não subsiste, sem liberdade, principalmente a religiosa, não se
desenvolve, e sem honra não se relaciona.² (Dom Dadeus Grings, Arcebispo de
Porto Alegre: Os sem. Comunicador, junho 2010, p 1). Entre os quatro
direitos, o primeiro é o mais importante porque é a base de todos os outros.

Os Dez Mandamentos da Lei de Deus expressam em sua totalidade esses
direitos fundamentais e seus desdobramentos. O direito à vida ocupa um lugar
especial no quinto mandamento: Não matar; que nos obriga à defesa da vida
humana desde a sua concepção no ventre materno até sua natural consumação na
morte. Aborto e eutanásia, assim como tudo que fere a vida humana, são pois,
condenados por Deus.

A Didaché, catecismo cristão do século II, afirma:
³Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém nascido.² Por
ser gravíssima desordem moral, a Igreja penaliza com a excomunhão não
somente aqueles que provocam o aborto mas quem colabora de algum modo com a
sua execução. ³Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em
excomunhão latae sentenciae², isto é automática, afirma o Canon 1314, do
Código de Direito Canônico. A excomunhão significa o estado objetivo de
pecado grave e a separação da Igreja, corpo místico de Cristo, com a
consequente chamada do pecador à penitência e reconciliação.
Estamos em ano eleitoral no qual vamos eleger o Presidente da República e
seu vice, senadores e deputados federais e estaduais. Entre os candidatos
não são poucos, de diversos partidos, que defendem o aborto, como já
declararam em entrevistas à imprensa ou reduzem sua aprovação a um eventual
plebiscito como se a objetividade do bem se definisse pela opinião da
maioria ou pela estatística e não pela objetividade da Lei de Deus e da lei
natural impressa no coração de todos os homens.


Entre os partidos, o Partido dos Trabalhadores inclui o aborto em seu
programa partidário. O PT em seu 3º Congresso ocorrido em setembro de 2007
afirma-se ³por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais² que inclui ³a
defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e
regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público
(Resoluções do Congresso do PT, p. 80 in site do PT).

A Igreja Católica,
afirma a Constituição Pastoral Lumen Gentium do Concílio Vaticano II ³não se
confunde de modo algum com a comunidade política (GS no 76)² e respeita os
cidadãos em suas ³opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a
organização da realidade temporal (GS no 75)². Mas também afirma que ³faz
parte da missão da Igreja emitir um juízo moral também sobre as realidades
que dizem respeito à ordem política,quando o exijam os direitos fundamentais
da pessoa ou a salvação das almas (Catecismo, no 2246 citando GS, 76)².

Diante da grave situação em que estamos, cada eleitor católico tem a
gravíssima obrigação de ao escolher seus candidatos, observar também seus
compromissos com a defesa da vida e com aqueles pontos ³que não admitem
abdicações, exceções ou compromissos de qualquer espécie² como o caso das
leis civis do aborto; da eutanásia; de proteção do embrião humano; da tutela
da família como consórcio natural e monogâmico de um homem e uma mulher,
portanto contra o reconhecimento da união civil de homossexuais e a adoção
de crianças pelos mesmos; da liberdade de educação dos filhos pelos pais; da
liberdade religiosa e de uma economia a serviço da vida.
Cada um examine
diante de Deus e de sua consciência para bem escolher nossos governantes de
modo a escolher o melhor pelo Brasil. Não podemos nos furtar diante da
verdade e da justa defesa da vida e da Lei de Deus.

Dom Miguel Angelo Freitas Ribeiro, Bispo Diocesano de Oliveira.

Completando; se estas palavras não os levam a pensar, que estas imagens falem por si

Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida, realizada dentro do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica iria registar talvez o grito a favor da vida mais eloquente conhecido até hoje.
Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee, aquilo que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebé tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do doutor que estava a operá-lo.


A espectacular fotografia foi publicada por vários jornais nos Estados Unidos, e cruzou o mundo até chegar à Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto. A mão pequena que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander, nascido a 28 de dezembro 1999 (no dia da foto ele tinha 3 meses de gestação). Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloquente. A vida do bebé está literalmente por um fio; os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigir a anomalia fatal e fechá-lo para que o bebé continuasse seu crescimento normalmente.
Por tudo isto, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias efectuadas no mundo.
A história por trás da imagem é ainda mais impressionante, pois reflecte a luta e a experiência passadas por um casal que decidiu esgotar todas as possibilidades, até o último recurso, para salvar a vida do seu primeiro filho.
Essa é a odisseia de Julie e Alex Arms, que moram na Geórgia, Estados Unidos. Eles lutaram durante muito tempo para ter um bebé. Julie, enfermeira de 27 anos de idade, sofreu dois abortos antes de ficar grávida do pequeno Samuel. Porém, quando, completou 14 semanas de gestação, começou a sofrer câimbras fortes, e um teste de ultra-som mostrou as razões. Quando foi revelada a forma do cérebro e a posição do bebé no útero, o teste comprovou problemas sérios.
O cérebro de Samuel estava mal-formado e a espinha dorsal também mostrou anomalias.
O diagnóstico, como já era esperado, foi de que o bebé sofria de espinha bífida e eles poderiam decidir entre um aborto ou um filho com sérias incapacidades.
De acordo com Alex, 28 anos, engenheiro aeronáutico, eles sentiram-se destruídos pelas notícias, mas o aborto nunca seria uma opção. Em vez de se deixar ir abaixo, o casal decidiu procurar uma solução pelos seus próprios meios e foi então que ambos começaram a procurar ajuda através da Internet. A mãe de Julie encontrou uma página que trazia detalhes de uma cirurgia fetal experimental desenvolvido por uma equipa da Universidade de Vanderbilt. Deste modo, entraram em contacto com o Dr. Joseph Bruner (cujo dedo Samuel segura na foto) e começou uma corrida contra o tempo.
Umaa espinha dorsal bífida pode levar a danos cerebrais, gerar paralisias diversas e até mesmo uma incapacidade total. Porém, quando pode ser corrigido antes de o bebê nascer, muitas são as chances de cura. Apesar do grande risco por o bebê não poder nascer ainda naquele momento, os Arms decidiram recomendá-lo a Deus. A operação foi um sucesso. Nela, os médicos puderam tratar o bebé, cujo tamanho não era maior do que o de um porquinho da índia – sem o tirar do útero, fechar a abertura originada pela deformação e proteger a coluna vertebral de modo a que os sinais vitais nervosos pudessem ir agora para o cérebro.
Samuel tornou-se o paciente mais jovem que foi submetido a esse tipo de intervenção e, embora ainda não tenha sentido a pele da mãe e ainda não conheça o mundo que há fora do útero, é perfeitamente possível que Samuel Alexander Arms aperte novamente a mão do médico Bruner.

Por isso digo: Ou se está com Ele ou contra Ele.
Ou caminhamos com Jesus ou sem Ele, independente de credo. A vida é um dom de DEUS!

Um comentário:

  1. a vida não é dom deus nos adeu ele é quem tem poder de da ou tirar a vida de quem for
    te garanto algo esta crianças esta nos braços do papai (deus)

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