quarta-feira, 26 de maio de 2010

Que orgulho poderemos ter por tamanha vergonha!

Projeto Paiva o que deveria ser um orgulho pela forma que foi implantado se torna uma vergonha para os pernambucanos!
Teremos um maravilhoso pólo turístico acessível apenas aos estrangeiros ou milionários à custa de tanta destruição ambiental e sacrifício de milhares de famílias.
Isso para mim não é progresso, é vergonha!
A poucos dias das comemorações do dia do meio ambiente e ecologia Pernambuco prepara-se para assistir a concretização de um crime não apenas ambiental mais acima de tudo um crime contra os direitos garantidos aos cidadãos brasileiros pela constituição.


Levados pela ganância falta de comprometimento e ante a fragilidade das leis brasileiras, órgãos públicos imbuídos do dever de proteger o meio ambiente, homens detentores do poder, curvam-se ao poderio financeiro e esquecendo seus compromissos aprovam a supressão de grandes áreas de preservação permanente, inviabilizam a vida de cidadãos que a mais de cinquenta anos tiram destes locais tiram seu sustento e de suas famílias, criam seus filhos e mantêm mesas com iguarias que se tornaram chamariz para turistas vindos de todo lugar e promove a sustentabilidade de várias comunidades.

Tomando por base a desculpa de progresso esquecendo as leis o Projeto Paiva atenta contra a constituição nacional ao limitar territórios, impedir o ir e vir garantido por ela aos cidadãos brasileiros.

Crime apenas comparável a destruição de um ecossistema como o manguezal, um berçário para várias espécies e uma esponja natural que diminui a força das marés.

Temos a sorte de encontrar homens íntegros como o Dr. Flávio Falcão (DD Promotor do meio ambiente do Jaboatão) que exige o cumprimento da legislação, defende com retidão o direito dos cidadãos, mais, o poder financeiro é um rolo compressor principalmente quando conta com o aval do poder.

Dentro do nosso território, dentro do nosso estado, seremos proibidos de caminhar em nossas praias mesmo que a constituição estabeleça uma faixa de poder da união.

Nós brasileiros não poderemos, caminhar, pescar, nas praias feitas para os gringos tudo porque o turismo exige, o ganho é alto, espanhóis, franceses, etc. serão os senhores das praias que durante anos foram moradia de brasileiros, humildes e honrados.

O que nos deixa ainda mais desamparados ante o poder do dinheiro é que vemos os esforços de alguns homens e mulheres honrados para que o direito inalienável de ir e vir de brasileiros dentro do seu território seja preservado infelizmente parece que o projeto esta apenas do lado de Jaboatão dos Guararapes, pois das autoridades ligadas ao meio ambiente no Cabo parecem sequer terem conhecimento de tal crime, por isso, se cala, se omite até mesmo ante o desrespeito aos seus cidadãos e a sua soberania.

Claro está nas leis ambientais que uma área de preservação permanente só poderá ser suprimida (mesmo em benefício do social) quando não houver alternativas e estas existem.

Nossa luta é árdua e desigual, buscamos ajuda na assembléia, dois ou três deputados depois de ouvidos nossos receios e nossas colocações justas, se prontificaram a ajudar mais apenas isso e nunca se viu esta ajuda de forma concreta.

Unida parte dos mais prejudicados fizeram um ato de protesto frente ao MP de Jaboatão mais onde estão os representantes do Cabo? Onde estão os responsáveis por cuidar do meio ambiente deste lado?
Fomos na Assembléia, expomos as contradições existentes as alternativas para cosntrução da vicinal e as arbritariedades nas construções do Paiva o erro na aprovação da lei, alguns se dizeram contrários mais todos aprovaram, forma unanimes. 
A aprovação da supressão da área de mangue criminosamente aprovada pelos deputados para construção da vicinal Barra de Jangada / Pontezinha margeando o mangue é uma agressão as leis ambientais e deveria ser contestada por todos que tem a obrigação de cumprir e fazer cumprir estas leis.

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