sexta-feira, 13 de julho de 2012

Poucos brasileiros sabem...

Principalmente os petistas que se sabem de alguma coisa é apenas o que o partido dos "trabalhadores", PERMITE QUE SAIBA.
ESTE BLOG JÁ FALA DO ASSUNTO HÁ DOIS ANOS, SOMOS ROUBADOS TÃOD ESCARADAMENTE QUE NA CPI DOS CORREIOS DEPOENTE DISSE: A CAMPANAH DO PT FOI PAGA COM DINHEIRO DO NIÓBIO, POR ISSO NINGUÉM FALA. 
QUE A NOVELA NÃO PRESTA É VERDADE, MAIS TEM O DIREITO A INFORMAÇÃO, COMO TODOS OS BRASILEIROS.

Governo sonega informações à pesquisa que deseja revelar a máfia do nióbio em novela da Record

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Por Jorge Serrão


Exclusivo - O mafioso de comercialização do nióbio, que redunda em perdas anuais estimadas de US$ 100 bilhões ao Brasil, pode virar assunto da novela “Máscaras”, da Rede Record. O escritor Lauro César Muniz, que cuida da trama, deseja colocar o polêmico e pouco conhecido assunto na ficção. O novelista tem tudo para sofrer retaliações por mexer no vespeiro do nióbio, tentando popularizar um tema conhecido por poucos brasileiros.

O governo já boicota oficialmente o assunto que é um tabu econômico. Existe até o risco de alguém ligado à presidenta Dilma Rousseff procurar a direção da Record ou da Igreja Universal do Reino de Deus, para “aconselhar” que o assunto não entre na trama da novela. O primeiro sinal disso é que o Departamento Nacional de Pesquisas Minerais, órgão do governo que guarda e sonega todas as informações sobre nióbio, se recusa a falar com a produção da emissora.

Carolina Agabiti, que faz produção para filmes e telenovelas, realiza uma pesquisa sobre o explosivo tema, cujas informações servirão para alimentar a trama da novela "Máscaras", da Rede Record. Segundo a pesquisadora, “a novela tem um enredo policial que prima por um enfoque realista. Por isso aprofundamos as pesquisas ao máximo porque queremos que as histórias tenham verdade”. Carolina fez uma pesquisa vasta pela internet, leu artigos científicos, e conversou com geólogos. “Tentei entrar em contato com o pessoal do DNPM (que não quis falar comigo)”.

A pesquisadora faz contato com especialistas em Nióbio. Já procurou o engenheiro Ronaldo Schlichting. Pretende falar também com o Almirante Roberto Gama e Silva. Se quiser aprofundar a pesquisa, pode ouvir também o economista Adriano Benayon do Amaral e o advogado Antônio Ribas Paiva. Todos explicam, didaticamente, como funciona o esquema de subfaturamento da exportação do nióbio promovido por transnacionais comandadas a partir da City de Londres, bolsa que dita as cotações mundiais do minério.

O Nióbio é estratégico por vários motivos. O Brasil detém 98% das reservas mundiais e a exploração do raro mineral está associada a terras raras, urânio e tório – matéria-prima fundamental para a indústria de ponta. Os chamados óxidos de terras-raras compreendem um grupo de 17 elementos químicos, utilizados principalmente em aplicações de alta tecnologia. O mercado mundial é atualmente controlado pela China, responsável por mais de 90% do fornecimento mundial. Mas os chineses, espertamente, restringem a exportação dos minerais de alto valor agregado.

Se “novela do nióbio” for mesmo para a telinha da televisão, sem censura, os brasileiros começarão a desvendar mais um mecanismo oculto de como a Oligarquia Financeira Transnacional atua para nos explorar e manter nosso País permanentemente na miséria.

Novidades em Araxá

Uma pesquisa independente, encomendada pela MbAC Fertilizantes, confirmaram a existência de altos teores de terras-raras, nióbio e fosfatos em Araxá – Minas Gerais.

Verificou-se a existência no local de 6,34 milhões de toneladas de minérios, com 5,01% de óxidos totais de terras-raras, 8,40% de P2O5, matéria-prima para fertilizantes, e 1,02% de Nb2O5, o óxido de nióbio.

Os recursos inferidos são de 21,94 milhões de toneladas, com 3,99% de óxidos de terras-raras totais, 7,86% de P2O5 e 0,64% de Nb2O5.

Os óxidos pesados de terras-raras (HREO), somados ao óxido de ítrio (Y2O3), representam 2,48% dos óxidos de terras raras totais.

Exploração programada

A MbAC Fertilizantes, que tem a propriedade total do projeto na área de 214 hectares, vai instalar uma planta-piloto no local.

"Os resultados confirmaram nossas expectativas de que a jazida de Araxá tem uma base significativa de recursos de óxidos de terras-raras com altos teores, quando comparada a outros depósitos no mundo".

A avaliação é do CEO e vice chairman da MbAC Fertilizantes, Antenor Silva, que discute “acordos com terceiros” para a exploração comercial de tamanha riqueza.

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