sexta-feira, 16 de novembro de 2012

EM QUE OUTRAS CIDADES BRASILEIRAS VEREMOS EM BREVE AGRADECIMENTOS COMO ESTE?


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MATÉRIA DO BLOG "PUTEIRO NACIONAL" A CASA DA MÃE JOANA

Morram ou sejam honestos para sempre
 Por estarem julgando ladrões engravatados, como é o caso do MENSALÃO, descobriram (Oooooooh!!!) o que se sabe há saecula saeculorum: nem as baratas cascudas suportariam a vida nos presídios brasileiros.
Ao afastar a possibilidade de nossos imundos presídios servirem como escola de comportamento, podemos, então, dar um conselho: evitem fazer o que os levaria para lá, já que não podem esperar que seu caráter os garanta.


"Nós temos realmente um inferno nos presídios" - frase de Gilmar Mendes, ministro do STF, ao concordar com outro ministro, Dias Toffoli.

Ao "descobrirem", enfim, o horror dos presídios brasileiros, os ministros que pagamos para trabalhar no STF criticaram as condições dos presídios nacionais. Como são horrendos - o que não sabiam até agora, ou se sabiam não importava a eles - os ministros pagos por nós para trabalhar no STF resolveram que o ideal seria aplicar multas ao invés de manter presos os MENSALEIROS.
"Estou aqui a justificar, senhor presidente, as razões pelas quais eu tenho,
no que diz respeito às penas restritivas de liberdade,
uma visão sem medo de dizer o que eu penso, mais liberal.
"Prisão restritiva de liberdade combina com o período medieval",
Gilmar Mendes
 
Em suma, NOSSOS magistrados passaram a debater sobre a importância de cobrar multa dos MENSALEIROS ao invés de colocá-lo atrás das grades.
 Ora, bolas! Então que roubem galinhas!
Ou dêem a eles um revólver para que possam se suicidar.
("preferia morrer", ministro da Justiça José Eduardo Cardozo)
 
COMENTÁRIO ALBERTO FIGUEIREDO
 


Discordo em gênero número e grau com os ilustres ministros (ilustres até agora, pode mudar bem rápido).

Plagiando vossas palavras: "Nós temos realmente um inferno nos presídios", dizem isto porque os senhores têm segurança especial paga por nós estes imbecis que vivem presos dentro de suas casas, gradeadas por medo de tê-las invadidas por algum desses rapazes ressocializados que os ilustres colegas de vossas excelências libertam mesmo sabendo que o sistema de ressocialização do Brasil faz exatamente o contrário.

No inferno vivem os homens e mulheres honrados desse país. Os ilustres senhores deveriam ter o mínimo de coerência ao fazer afirmações desse tipo. O povo brasileiro esta passando por este massacre por falta de ações claras, objetivas e firmes de homens que recebem em um mês o que um brasileiro normal jamais receberá em vinte anos de vida. Para mim, este brasileiro que difere de alguns outros por não aceitar a falta de caráter moral, honra e patriotismo de outros permitam que seus irmãos sejam aniquilados por ladrões, criminosos e escroques que os senhores conhecem, sabem, mais não tem a coragem necessária para evitar. Poder tem! Não fazem porque lhes falta vergonha. E como 70% dos brasileiros são tão safados como os homens que os dirigem aplaudem e se calam ante tanta safadeza este estado de coisa haverá de perdurar.

Um brasileiro, pernambucano de sessenta e dois anos de idade, escolaridade mediana, baixinho, mais que se fosse ministro do supremo, já teria nem que fosse debaixo de bordoada obrigado os demais a pedir intervenção.

Quantos mais precisarão morrer para que as faça alguma coisa concreta, estão esperando receber ordens?

Se assim for, rasguem de vez este livro de chamam de constituição e que os senhores juraram defender, se brasileiros estão morrendo por erros existentes nela que se passe por cima, Uma constituição que não dá as autoridades direito de defender os cidadãos de bem da nação não merece ser obedecida.    

Se, dizer a verdade "neze paiz" tão acostumado a mentiras e falsidades der cadeia, procurando evitar que outro cidadão ou cidadã seja prejudicado, basta enviar um email: Apresente-se a delegacia de polícia mais próxima, assim será feito, mesmo sabendo ser injusto, pois se Lula permitiu que seus lacaios roubando promovessem a morte de  milhões de brasileiros por falta de segurança, atendimento de saúde entre tantas outras continua solto, porque apenas por dizer o que os senhores não querem ouvir eu serei?

Mais que seja feita a vontade dos honrados homens guardiões da constituição.

Alberto José Cavalcanti Bastos de Figueiredo

RG: 858.428 - SSP / PE

Cabo de Santo Agostinho - Pernambuco
"UM BRASILEIRO QUE JAMAIS ACEITARÁ CALADO QUE HOMENS HONRADOS SEJAM MASSACRADOS POR BANDIDOS, SEJAM SIMPLES RATOS DE PORÃO OU TOGADOS".

 


terça-feira, 13 de novembro de 2012

O DINHEIRO SEMPRE FALA MAIS ALTO!


UMA PROVA CABAL DE INCOMPETENCIA, DESRESPEITO AO SER HUMANO E PRINCIPALMENTE AO ERÁRIO PÚBLICO, DESTA VEZ PARTINDO DA JUSTIÇA, ESTA ORDEM SÓ DEVERIA TER SIDO DADA DEPOIS DE FINDAS TODAS AS POSSIBILIDADES, INCLUSIVE CHAMANDO O ESTADO À RAZÃO EXIGINDO QUE ELE, JÁ QUE FOI ELE QUE DEU A POSSE DA TERRA AOS MORADORES, IDENIZASSE AOS DONOS, AVALIADA PELO PREÇO DA ÉPOCA DA TOMADA DE POSSE.
OU SEJA:  X m² DE LAMA.

MATÉRIA DO G1 - 07/11
Governo reconhece título de posse de famílias despejadas no Pina, Recife

Em nota, Cehab diz que vai apoiar moradores na 'batalha judicial'.
Demolição dos imóveis terminou na manhã desta quarta-feira (7).

 Do G1 PE

Demolição de casas no Pina (Foto: Wanessa Andrade / TV Globo)
Demolição de casas na Vila Oliveira, no bairro do Pina, na
Zona Sul do Recife (Foto: Wanessa Andrade / TV Globo)
A Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab) informou, nesta quarta-feira (7), que o Governo de Pernambuco reconheceu a legitimidade dos títulos de posse emitidos para 20 famílias da Vila Oliveira, no Pina, Zona Sul do Recife. Os moradores foram despejados na terça-feira (6), em cumprimento a um mandado judicial de imissão de posse. Em nota, a Cehab disse "apoiar integralmente as famílias despejadas na batalha judicial que está em curso".

A Cehab afirmou que vai disponibilizar auxílio-moradia às famílias, no valor de R$ 150, a ser pago a partir da segunda-feira (12), e vai estudar a viabilidade de identificar imóveis nos habitacionais em construção para ofertar aos despejados. O órgão também falou que a Procuradoria Geral do Estado vai designar um procurador para acompanhar o caso. As informações foram divulgadas após reunião entre a Cehab, a Secretaria de Articulação Social e Regional e uma comissão que representou as famílias, realizada na sede da Cehab, em Campo Grande, nesta quarta.

Também na segunda-feira, os departamentos jurídicos da Cehab, Pernambuco Participações e Investimentos S/A (Perpart) e Secretaria de Articulação Social e Regional se reunirão para concluir a análise do processo e definir as medidas jurídicas a serem adotadas ou até reforçar os procedimentos já realizados pela advogada que representa as famílias. Em nota, o presidente interino da Cehab, Paulo Lócio, disse que "o estado vai somar esforços junto com as famílias para que elas possam retornar ao local onde construíram suas casas e criaram seus filhos”.

As famílias afirmam morar no local há mais de 30 anos, quando aterraram a região de manguezal. A advogada que representa os moradores da Vila Oliveira, Maria José do Amaral, informou que vai entrar com cinco ações na Justiça pedindo reparações de R$ 6 milhões por cada uma delas, chegando a R$ 30 milhões no total. “São ações por cometimento de dano por parte do estado, processo administrativo disciplinar contra o advogado [dos proprietários do terreno], indenização das benfeitorias que foram derrubadas, danos morais, além de infrações ao Estatuto do Idoso e ao ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente]”, adiantou a advogada.
A advogada disse que vai ingressar as ações na segunda-feira (12), no Fórum de Joana Bezerra, no centro do Recife. Maria José do Amaral ainda falou que, no mesmo dia, as famílias devem realizar uma caminhada do bairro do Pina até o Fórum, em protesto ao despejo.
Imprensa só pode acompanhar entra e sai de caminhã com pertences das famílias (Foto: Luna Markman/ G1)
Imprensa só pôde acompanhar entra e sai de caminhão
com pertences das famílias (Foto: Luna Markman/ G1)
DespejoA desocupação dos imóveis começou por volta das 6h30 da terça-feira (6). Houve resistência dos moradores no início do despejo. Muitos criticaram a forma como foram abordados pela Polícia Militar, que teria usado spray de pimenta.

À tarde, o presidente em exercício do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), José Fernandes de Lemos, foi ao local e chegou a paralisar a desapropriação. Após análise do processo no Palácio da Justiça, Lemos liberou a continuação do trabalho, explicando que tratava-se de um acordo julgado há anos, com medidas cautelares e recisórias sem sucesso, e já estava para ser cumprido há meses.

De acordo com o tenente-coronel João Neto, do 19° Batalhão da Polícia Militar, a retirada não enfrentou mais resistência dos moradores. O despejo terminou por volta das 23h. A demolição começou em seguida, sendo suspensa durante a madrugada porque a máquina apresentou problemas mecânicos. A derrubada encerrou por volta das 10h desta quarta.

Segundo João Neto, a polícia recebeu o mandado de imissão de posse há três meses, quando se reuniu com a comunidade para discutir a forma de cumprir a decisão. Eles teriam pedido 90 dias para deixar o local, prazo que terminou no último sábado (3).

segunda-feira, 12 de novembro de 2012