quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SENTAR AO LADO DE UM NEGRO?...

Simplesmente Fantástico, Parabéns TAM!





Aconteceu numa viagem da Tam e é verídico !!!

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe
econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

'Qual o problema, senhora?', pergunta uma comissária..

'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado
de um negro. Não posso ficar aqui.. Você precisa me dar outra cadeira'.

'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares
estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.


'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe
econômica.Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum
lugar mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe
econômica se assentar na primeira classe.


Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria
escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa
desagradável'.

E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois
reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'

E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a
aplaudir, alguns de pé.
Se você é contra o racismo, envie esta mensagens aos seus amigos, mas não a
delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.


'O que me preocupa não é o grito dos maus.É o silêncio dos bons...'


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

CONVITE!

Associação dos pescadores de Barra de Jangada, Mangue ferido, A.M.E.A, S.N.E convidam todas as correntes ligadas ao Meio Ambiente para discutirem assuntos de intereses de todos.


Plataforma Ambiental. S.O.S Mata Atlantica.

Reunião dos Ambientalistas.
Dia: 28/11/10
Hora: 09:00
Local: A.P.B.J (Associação dos Pescadores de Barra de Jangada.



Pauta:
Formação da Plataforma Estadual.
Praia do Paiva.
Duplicação Curcurana.- ESTA PARTE INTERESSA A TODOS OS MORADORES DE PONTEZINHA, PORTANTO QUEM PUDER ESPALHE A NOTÍCIA, TEMOS QUE LUTAR PARA QUE A DUPLICAÇÃO SEJA FEITA E NÃO ESTRADA PELA BEIRA DO MANGUE (Construída pela beira do mangue condenará Pontezinha e seu comércio)
Lagoa do Nautico.Para todos que moram em Jardim Progresso - Terra Mar etc. é a possibilidade de urbaização da área.
Pedagio.
Via visual (das margens do Rio Jaboatão.
Outros.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

REFORMA POLÍTICA, UMA ARMA DA SOCIEDADE!

Brasília, 16/11/2010 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, abriu hoje (16) o seminário Reforma Política - Um Projeto para o Brasil, convocando a cidadania brasileira "a levantar esta bandeira como uma prioridade para firmar a posição do Brasil no cenário das grandes nações democráticas". Em discurso na abertura do evento, que marca os 80 anos da OAB, Ophir fez essa exortação aos cidadãos para observar que está "convencido de que a reforma política ou é conduzida pela sociedade, com o apoio da Imprensa, ou não sai; será para sempre uma pálida anotação à margem da pauta nacional". Ele frisou que a OAB lutará para colocar de uma vez por todas o tema no centro do debate nacional.


O seminário acontece até quinta-feira, na sede da OAB Nacional em Brasília, e pretende apresentar nas conclusões um documento contendo sugestões para que as instituições do País possam realizar uma reforma política ampla. "É um desafio de enormes proporções, bem o sabemos, pois não interessa à classe política de um modo geral mudanças que lhe retirem comando das eleições fundadas em costumes divorciados de preceitos éticos", destacou o presidente nacional da OAB.

"E esse desafio reside, justamente, em como envolver a sociedade - a sociedade em sentido lato, desde as suas representações legítimas até o anônimo cidadão - num projeto de reforma política que dê maior credibilidade a um instituto cuja história se perde no tempo e não temos outra melhor para substituí-lo: o voto", acrescentou Ophir Cavalcante, em sua fala na abertura. Ele observou que a reforma política depende de mudanças radicais. Entre as indagações para as quais o seminário terá de oferecer respostas, por exemplo, estão temas como voto distrital, financiamento público de campanhas, a questão da cláusula de barreiras, entre outras.

O seminário "Reforma Política - Um Projeto para o Brasil - OAB 80 anos" conta com a participação de cientistas, juristas e líderes políticos, e se desenvolverá em três painéis, coordenados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski (presidente do Tribunal Superior Eleitoral), Carlos Ayres Britto e Cármen Lúcia Antunes Rocha. O evento terá como relator-geral o jurista Luís Roberto Barroso e, como patrono, Miguel Seabra Fagundes (homenagem póstuma), pelo centenário de seu nascimento. O presidente de honra do seminário é o jurista Fábio Konder Comparato, medalha Rui Barbosa da OAB.

A seguir, a íntegra do pronunciamento do presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, na abertura do seminário:

"Senhoras e Senhores,

Ao comemorar 80 anos de existência, a Ordem dos Advogados do Brasil se lança em um novo desafio: recolocar (e de uma vez por todas) a reforma política no centro do debate nacional, convocando todos as cidadãs e cidadãos a levantar esta bandeira como uma prioridade para firmar a posição do Brasil no cenário das grandes nações democráticas.

Este é um traço peculiar da história da OAB. Foi assim desde as primeiras campanhas cívicas do início da nossa República; continua nos dias atuais, em pleno Estado democrático de Direito e com as instituições funcionando com total liberdade. É obrigação da Ordem manter-se na vanguarda, pondo-se inteiramente à disposição da sociedade para ajudar a promover as mudanças necessárias ao desenvolvimento de nossa Pátria.

Isto exige empenho, esforço, renúncias pessoais e obstinação. É natural de qualquer luta. Passo a passo, temos avançado, talvez não com a velocidade que desejamos, pois os caminhos muitas vezes nos surpreendem com atalhos. O último desses atalhos representou duas décadas de ditadura, de autoritarismo. Mas a democracia triunfou e o Brasil emerge para o mundo reivindicando uma posição de destaque.

Neste ponto, gostaria de saudar a memória do jurista Miguel Seabra Fagundes, nosso bâttonier de 1954 a 1956, e que se vivo fosse estaria completando 100 anos. Tendo se destacado por sua luta em defesa da legalidade, da Justiça, das liberdades e dos direitos humanos, ideais que constituem ainda hoje missão da Ordem, nada mais justo que seja ele o patrono deste evento.

Senhoras e Senhores,

A nossa Constituição, cuja mais nova edição guarda o frescor dos 22 anos somente, desdobra-se em esforços por afirmar-se diante de um modelo de sociedade perverso, inoperante e, na maioria das vezes, injusto. Vivemos sob o signo das reformas, tantos são os problemas estruturais, das quais não escapam nem mesmo a política.

Não basta termos eleições a cada dois anos, à exceção do Distrito Federal. Por trás dos festejos de cada nova eleição esconde-se uma crise de credibilidade na base da democracia representativa, resultante de uma série de fatores que levaram, por exemplo, milhões de cidadãos a se mobilizarem exigindo uma legislação específica para retirar do cenário candidatos com fichas sujas.

Precisamos reconhecer: se tamanho esforço foi necessário, então algo está errado. Se a política tornou-se assunto de tribunais, idem.

É um desafio de enormes proporções, bem o sabemos, pois não interessa à classe política de um modo geral mudanças que lhe retirem o comando das eleições fundadas em costumes divorciados de preceitos éticos. Basta lembrarmos o famigerado "caixa-dois", cuja conta costuma ser cobrada depois das eleições em superfaturamento de obras, desviando recursos que fazem falta à educação, saúde e segurança. Outra prática condenável é a troca de favores e empregos para abrigar, em cargo comissionados, cabos eleitorais e integrantes de partidos, aumentando sobremaneira, os gastos públicos.

E esse desafio reside, justamente, em como envolver a sociedade - a sociedade em sentido lato, desde as suas representações legítimas até o anônimo cidadão - num projeto de reforma política que dê maior credibilidade a um instituto cuja história se perde no tempo e não temos outra melhor para substituí-lo: o voto.

A reforma política, estou convencido meus prezados colegas e convidados, ou é conduzida pela sociedade, com o apoio da Imprensa, ou não sai; será para sempre uma pálida anotação à margem da pauta nacional. Somente conduzida pelo clamor popular ela irá contemplar, afinal, o fortalecimento do eleitor no processo político.

Em 1991, quando se tentou pela primeira vez aprovar uma reforma política, o então presidente do maior partido na Câmara dos Deputados concluiu que seria quase impossível fazer a reforma política no Brasil. Por um simples motivo, disse ele. No Congresso havia 19 partidos; Na prática, 19 minorias.

Pareceu um raciocínio por demais prosaico. Mas não era. Em fevereiro de 2011, quando os novos deputados tomarem posse, já se terão passado 20 anos daquela constatação. Só que, desta vez, não serão 19 minorias, mas vinte e duas, porque 22 dos 27 partidos elegeram deputados. E cada um tentará sabotar o outro quando o assunto for a reforma política.

Mas não é só isso. Nos partidos também não há unanimidade. Dentro deles também há uma guerra. As rasteiras tornam-se tão comuns que a constatação poderia até receber uma interpretação mais livre: quando a reforma é a política, a Câmara é formada por 513 minorias.

Desde o fim da Constituinte de 1988, quando se percebeu que uma reforma política ainda teria de ser feita no País para aperfeiçoar um sistema que fora mantido torto, elitista, de raízes num passado retrógrado e coronelista, fala-se que a reforma política é a "mãe de todas as reformas".

Sabemos, contudo, que da forma como está, a legislação brasileira, por anos e anos ainda, possibilitará eleger aberrações eleitorais.

É uma conseqüência direta do sistema proporcional, que permite que um candidato, mesmo tendo recebido uma votação expressiva, não seja eleito, pois depende da proporcionalidade dos votos em todos os partidos, que elegem representantes na medida em que sua legenda tem mais ou menos voto.

O voto distrital, segundo muitos cientistas políticos, mudaria radicalmente a eleição. A eleição deixaria de ser proporcional para se transformar em majoritária, ganhando quem obtiver mais votos, tal como ocorre com a eleição de governadores e senadores. Mas seria ele o sistema mais adequado à cultura do povo brasileiro? Se se concluir que sim, seria distrital puro ou misto?

Ao lado disso, o financiamento público de campanhas em conjunto com as listas fechadas seria uma solução para permitir a maior participação partidária e melhor representação da sociedade?

São perguntas que este seminário deverá responder.

Em resumo, a reforma política depende de mudanças radicais. Se tivesse sido aprovada a cláusula de barreiras, em 2006 somente sete partidos teriam sobrevivido, o que ajudaria a reduzir o número de agremiações que hoje têm dono e funcionam muito como legendas de aluguel. Porque hoje ter um pequeno partido é um grande negócio, com dinheiro garantido pelo Fundo Partidário - mais de R$ 1 milhão por ano para os partidos menores.

De outro lado, acabar com os partidos de aluguel seria decretar, igualmente, o fim de pequenos partidos que muito contribuíram à democratização do Brasil. Uma encruzilhada sobre a qual devemos nos debruçar para ofertar uma proposta.

Entre os que estudam o tema da reforma política, o pessimismo é grande, pois políticos, principalmente os profissionais, não tem o menor interesse em mudar o atual sistema, que lhes parece bem confortável por garantir a eleição legislatura após legislatura, baseada em currais de votos conquistados mais à base de favores do que de interesse de uma determinada comunidade.

Alguns acreditam que ela só ocorreria diante de um cataclismo ético e político, que naturalmente leva a uma mobilização nacional.

A reforma eleitoral, por sua vez, não anda no Congresso há mais de duas legislaturas. Sob a inspiração do nobre jurista Fábio Konder Comparato, Medalha Rui Barbosa e nesta noite nosso homenageado, a OAB ofereceu ao Congresso Nacional uma proposta de Reforma Eleitoral. Lamentável dizer que dela, até o presente, nada se aproveitou, nos dando a sensação de um descaso solene por parte do Parlamento. Talvez, quem sabe, pelo fato de o projeto conferir maior poder ao povo nas decisões do País.

O que se avançou desde então foi pouco, muito pouco, nada representando de substancial. Tanto assim, para citar um exemplo recente, o Presidente da República pôde participar do processo de eleição de seu sucessor como nunca antes outro Presidente fizera no País.

Nunca é demais lembrar que a mais importante das modificações - a que criou a Lei da Ficha Limpa - foi de iniciativa popular contando com a participação de entidades como a OAB, a Igreja, os magistrados, os membros do Ministério Público dentre outros. Não saiu do próprio Congresso. Nem sairia, porque permitia punir políticos que estavam no exercício do mandato criando obstáculos para os que viessem a se candidatar nas eleições seguintes. Foi aprovada porque a população pressionou.

É preciso destacar, ainda, que esforços para se promover reformas políticas existem em todo o mundo democrático. A última que se tem notícia ocorreu na Nova Zelândia, em 1991. Na Itália, também nos anos 1990, ela foi induzida pelo Ministério Público. E a França só adotou o voto distrital em 1958 porque os deputados foram forçados a isso pelo general Charles de Gaulle.

Não estamos inovando ao iniciarmos essa caminhada. Em todo o mundo, onde há democracia, vê-se também o constante esforço para aperfeiçoá-la. Que seja esta a nossa bandeira de agora em diante, não importam os obstáculos.

O que importa é termos um Parlamento sintonizado com a população; um Parlamento que expresse, na prática, o anseio de seu povo.

Todos nós que lutamos tanto por um Brasil soberano não podemos continuar vivendo uma simples "situação democrática", por mais eleições que possam ocorrer. Queremos uma democracia como valor universal, que se traduza em participação, ética e responsabilidade. Isto não é utopia. Pode e deve ser conquistado.

Muito obrigado".

Sobre o comentário de Luiz de Zorzi feito no meu blog IMLB-Cabo

Foto montagem Portal Cabo
A guerra para se conseguir solucionar este problema, talvez um dos mais graves gerados pelo próprio homem, não tem fronteiras e comentários como este de Luiz Zorzi, postado no meu blog- IMLB - Cabo é uma prova disso. Homens capazes opinam e se manifestam por saberem que uma ação precipitada hoje pode ter um final trágico.

Não canso de repetir:
CABO: PREFEITURA NÃO RENOVA ANUÊNCIA
O governo municipal do Cabo de Santo Agostinho não renovou a licença para construção de uma usina de co-geração de energia (INCINERAÇÃO DE LIXO).
É uma vitória do povo e uma certeza que o homem que hoje dirige os destinos do Cabo tem um compromisso com seu povo.

HISTÓRIA
Descendentes de imigrantes italianos, que no início do século serravam pinheiros araucárias e fundaram associados à Cooperativa Madeireira Caxiense, a Cooperativa Agricola (em Canela) e a Cia. Insutrial Madeireira (1914). Desde os bisavós, avós paternos e maternos, pai e irmãos e primos, madeireiros das familias de Zorzi, Giacomet e Pisani. Com o espírito de empreendedores pioneiros, plantaram pinus araucárias (1954), passaram a produzir lâminas (1955), painéis de compensados/plywood (1959), reflorestamento de pinus taeda e elliottis (1964), madeira mineralizada/ palha e cimento (anos 60) e celulose/ papel (anos 70). Com a família numerosa, no final da década de 70, houve uma reestruturação societária, desmembrando-se em várias empresas autônomas, que seguiram caminhos próprios e distintos no setor florestal >>indl. madeireiro >> papeleiro >> ind.equipamentos indls. madeireiro >> tradings madeireiros. A Verde Camino SA. Pertence a quarta geração familiar, desde empreendedores florestais, que mantendo viva esta tradição, cultiva o espírito pioneiro desbravador e inovador, em busca de desafios que possam beneficiar a empresa e seus envolvidos , agregando qualidade, quantidade, sustentabilidade e competitividade, onde quer que se possa buscar tanto geograficamente, como em suas ações. Hoje entre dezenas de empresas das familias De Zorzi, Giacomet e pisani somadas (da mesma origem), produzem além de toras, woodchips, celulose e papel; mais de 70% de pinus sólidos (serrados, painéis, fencing, pallets, portas, molduras, etc...) exportados do Brasil.
Este uso de geração energética, só poderia ser utilizada APÓS a domesticação dos gases, com destino controlado,monitorado e conclusivo, pois de pouco adianta gerar problemas potencialmente maior que o atual, TODAVIA é muitíssimo válido desenvolver tecnologia que transforme este problema em solução dupla.

Luiz De Zorzi http://www.verdecamino.com/
VERDE CAMINO S.A. Foi fundada em outubro de 2006, no Uruguai com o abjetivo inicial de aquisição, colheita/extração, desbastes, comercialização e exportação de toras e Wood chips a partir de contratos e aquisições de florestas de WEYERHAEUSER (top 100 - USA). Hoje em função de atualização e adaptação das demandas, redirecionamos o foco, para o fornecimento de grandes volumes de Wood Chips (Cavacos, para fiberboard & para celulose long-fiber) e woodfire (Combustível Sólido para Caldeiras), em todas as etapas do processo, com atuação própria ou terceirizada, onde é possível, sob controle de VERDE CAMINO S.A.



Com Know- How adquirido em operação especiais, já que países com legislações próprias para: colheita, extração, industrialização primária, trabalhistas, fiscais e transporte internacional com duplas particulares, certificações e exigências fitam-sanitário-ambientais e documental de grande maciços florestais de pinus taeda/elliottis e eucaliptus grandis.


Visando operação de larga escala, a empresa se posiciona em operar sustentavelmente, com externa otimização/racionalização das operações, desde aquisição/colheita/arraste/bloqueio/picar/industrialização primária/transportar/exportar/despachar e desembarcar, com operações porta a porta, sempre se colocando como parceiro elo da corrente, visando otimizar o fornecimento, com custos palatáveis e com balizamento de custos reajustáveis da operação (maioria gasoil/disel) objetivando: Parceria Sustentável de Longo Prazo, para parceiros escolhidos após rigorosa seleção de sinergias, para proporcionar e agregar resultados positivos as partes.


Desejamos ocupar parte do espaço onde o comprador necessita de florestas próprias, com grandes áreas e grandes demanda de capital de longa maturação, como ferramenta de estabilização de mercados/preços e garantir de suprimentos, com custos razoáveis, bem como racionalizar os suprimentos, com a redução ampla no numero de fornecedores e seus conseqüentes problemas já conhecidos (inconstância de volumes / adiantamento / reajustes / diferenças de pesos e medidas / freteiros em dezenas-centenas / padrão de qualidade desejado / pressão de preços locais / controles administrativos e pagamentos) com a confortável redução parcial do numero de fornecedores. Com volumes expressivos e com pagamentos normalizados de importação/ exportação, normalmente LC e com todas as cargas fiscalizadas, mensuradas e auditadas pelas Secretaria de Receita Federal, Estadual e além de mais uma dúzia de órgãos entre os dois países, os controles certamente estarão mais cercados contra eventuais erros, que normalmente ocorrem, facilitando a Administração de Precisão.


Poder controlar com o contratado, faça chuva ou faça sol (operamos com estoques reguladores de 30/60 dias de produção/abate das árvores, objetivando a redução parcial de umidade e conseqüente redução e viabilização de distâncias das florestas, bem como aumento Kcal x Volume fornecido) e assim ampliando a margem de segurança na operação do parceiro gerador de vapor / energia. Contratado de longo prazo, para a segurança (quase como se fosse a floresta própria) e para justificar adequadamente a maturação dos vultuosos investimento em equipamento operacionais de tecnologia avantgard, escala de produção que proporcione custos racionalizando, para ambas as partes que buscam o empreendimento próximo do ideal (este é o nosso objetivo), buscar em conjunto a escala ideal tanto na operação de fornecimento, como na cogeração de UTE, resumindo buscaremos em conjunto “criar, gerar valor”, além da energia.
Sabe o que diz.
A busca por soluções sustentáveis deve ser incansável! - Alberto Figueiredo






PREFEITURA NÃO RENOVA ANUÊNCIA. Usina de lixo, Não!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

CABO: PREFEITURA NÃO RENOVA ANUÊNCIA
O governo municipal do Cabo de Santo Agostinho não renovou a licença para construção de uma usina de cogeração de energia (INCINERAÇÃO DE LIXO). Usina essa que se viesse a se concretizar causaria danos irreparáveis à saúde do povo cabense e ás populações das cidades vizinhas.
Esse fato, se tratando de responsabilidade da estrutura jurídica da instituição maior de um nunicípio, nos motiva a concluir que 31 anos de luta do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa somando-se ao Movimento Eco-Vida sensibilizou o prefeito dessa cidade possuidora de praias que são referências no turismo nacional, quanto a PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
Seria justíssimo que essa situação da anuência se traduzisse numa decisão do gestor para sossego do povo do Cabo e das cidades circunvizinhas.
Viva a organização e a luta do povo.
Mata Atlântica Sim! Lixo Não!
Postado por Mov. Mata Engenho Uchôa às 23:54

Em abril 6, 2010 às 5:31 pm - Postei no Site do Portal Cabo do saudoso e combativo defensor do Meio Ambiente - Moura 

Os parâmetros adotados pela CPRH para defesa do meio ambiente já estão bastante conhecidos, os poderes econômico e financeiro querem, tudo que estive na frente, está no lugar errado na hora errada.
Depois que o rolo compressor dos interesses financeiros passa se corre atrás com a justiça, o mal está feito, nada poderá voltar a ser o que era quem autorizou, de bolsos cheios, digno representante de uma corja ri de tudo, processos e mais processo se acumularão com seu nome mais o Doutor continuará livre, leve, rico e solto rindo da cara de todos.
Alguns dos representantes eleitos pelo povo levantarão a voz em defesa do maio ambiente, umas doses de escocês prá lá outras prá cá, tudo resolvido, quem mandou ficar na frente do progresso.
Pelo menos no Cabo o prefeito toma sobre si a responsabilidade e demonstra sua vontade em debater com o povo, os que de alguma forma serão beneficiados ou não pela obra, apesar do mal maior já ter sido feito, O Município do Cabo de Santo Agostinho, o poder executivo foi desrespeitado ao não ser comunicado, o prefeito Lula Cabral põe fim.
As questões ambientais aqui no Cabo serão tratadas com responsabilidade que ela merece!
Parabéns prefeito!
O município, o povo, o prefeito têm que ser respeitados, vossas palavras tem eco no seio do seu povo.
Sempre disse que muitas das coisas que ocorrem dentro do município não chegam a seu conhecimento, pois, se chegasse o problema seria sanado, este grito de soberania do município do Cabo, demonstra que sempre tive razão, coisas pequenas que podem ser resolvidas com pequenas intervenções de pequeno valor podem resolver um problema que afeta muitos.
No caso da CTDR a empresa e a CPRH, omitiram, dentro do município, muitos omitem passando uma imagem distorcida de que tudo vai bem.
Valeu!
O povo do Cabo pode contar pelo menos com uma voz a seu favor.
O problema do lixo é coisa séria, o progresso também mais tem que ser tratado de forma consciente, transparente, pois as ações levadas a efeito influirão sobre a vida de milhares de cabenses hoje e sempre.
Esperemos que nossos vereadores sigam os passos do mestre, gritem, mesmo que seja apenas para segui-lo.
ET: Como dizem cada um que puxe a brasa para debaixo de suas sardinhas!
Olhem mais para minha terrinha, Pontezinha, já tão pequena e esquecida.
Alberto Figueiredo-(81) 3479.2986 / 8859.9178
Acertei! O Prefeito Lula Cabral defende a soberania do Cabo  

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

LÁ ELEGERAM TIRIRICA, AQUI O POVO FEZ QUESTÃO EM REELEGER OS MAIS SUJOS.

Agora vem o melhor, trabalhar para sustentar uma cambada de ladrão.

513 deputados e 81 senadores, que iniciarão seu mandato em fevereiro próximo, já começaram a 'trabalhar'... a favor do reajuste de seus próprios subísidios. Sairá do cofre público, ou seja, do nosso bolso, mais R$ 180 milhões por ano a mais que os já abusivos
R$ 7,4 BILHÕES previstos para 2011. A discussão sobre o aumento deve ser feita até o final deste .
"Há pressão forte dos parlamentares para que haja equiparação dos salários do Legislativo e do Executivo aos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)..." "Atualmente os ministros do STF recebem R$ 26,7 mil, mas já há no Congresso proposta de novo aumento salarial que elevaria os salários destes ministros para R$ 30,6 mil".
Tempos atrás até que se pagava alto mais se podia confiar, hoje o Supremo não passa de um quintal do planalto.
Parlamentares que assinam os projetos de lei às pressas, de maneira desleixada e irresponsãvel pelo caminho onde passam, sem ir até seu local de 'trabalho' na Câmera, sem ler e, portanto, sem saber exatamente do que se trata, receberão aproximadamente, EM UM ÚNICO MES, 45 vezes um salário minimo de 560,00 (caso seja reajustado para este valor). Isso corresponde a receber POR MES a quantia equivalente a 3,75 anos (QUASE QUATRO ANOS) de suor de um trabalhador que ganha salário mínimo. O mesmo trabalhador que os elege e paga para que riam de sua cara.
Puteiro Nacional - JC
Fato verídico foi a aprovação da lei para supressão da área de mangue (de preservação pernamente), para construção da vicinal Pontezinha - Barra de Jangada (A lei: Apenas quando se esgotarem todas as possibilidades, forem vistas e comprovadamente não houver outra alternativa áreas de preservação penamente poderão ser suprimidas) Para construção dessa estrada pelo menos quatro outras opções foram apresentadas tento por cidadãos quanto por entidades ligadas ao meio ambiente, todas descartadas.
Os deputados pernambucanos assinaram (aprovaram) sem ler a lei que autoriza a supressão.
Enquanto isso nos trabalhamos feito animais para sustentar uma leva de corruptos. 
A cada dia a classe política mais se enfia na lama do despudor, da corrupção, da falta de ética.
A classe hoje é sinônimo de corja, todo malandro, safado, ladrão, vigarista quer ser vereador, deputado, senador, governador e como estamos no Brasil, presidente. 
O povo brasileiro merece, afinal não se elege um ladrão porque este dá R$ 30,00 antes e mais R$30,00 se ganhar?
     












Qual será, mesmo, o motivo

para os políticos não se preocuparem

com instrução ao povo brasileiro?‎